Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
terça-feira, abril 01, 2008
As dores de Francisco Coelho
Na última sexta-feira, na abertura do Congresso nacional da ANAFRE, Jaime Gama considerou Alberto João Jardim «um exemplo supremo na vida democrática do que é um político combativo».
«A Madeira é bem o exemplo, com democracia, com autonomia, com a integração europeia de um vasto e notável progresso no país», declarou.
Na sequência destas declarações do presidente da Assembleia da República, a Comissão Regional do PS/Madeira aprovou por unanimidade um voto de protesto.
«O camarada Jaime Gama ofendeu todos os cidadãos deste país, particularmente aqueles que, na Região Autónoma da Madeira, têm sido severamente prejudicados, no seu corpo e na sua alma, pelo exercício autocrático do poder regional vigente, já lá vão trinta anos», lê-se no voto de protesto dos socialistas madeirenses.
Na segunda-feira, o gabinete de Jaime Gama disse à Lusa que o presidente da Assembleia da República «não tem mais nada a acrescentar nem a retirar às declarações que fez» sobre o líder madeirense Alberto João Jardim."
Faz hoje 462 anos
O rápido desenvolvimento da Praia, a sua história como sede de uma das primitivas capitanias e a sua importância como principal porto da ilha, levaram a que o povo do lugar requeresse o privilégios de ter foro próprio, não aceitando a submissão ao nascente concelho de Santa Cruz. Com 46 moradores elegíveis para cargos municipais, uma igreja com três naves, uma Santa Casa da Misericórdia com os seus privilégios e igreja própria, sob a invocação de Nossa Senhora, a lugar da Praia satisfazia os requisitos para ser vila e sede de concelho.
O privilégio foi concedido e a povoação foi elevada à categoria de vila por Carta Régia de D. João III, de 1 de Abril de 1546. No mesmo ano passou a freguesia e a igreja de São Mateus foi elevada a paroquial e matriz. A execução desta carta teve bastantes delongas já que o corregedor dos Açores estava em correição na ilha de São Miguel e encarregou o ouvidor da justiça na ilha, António Vaz Couceiro, que residia em Santa Cruz, de dar execução à Carta Régia. Este, enleado nos bairrismos locais, foi protelando a execução, mas um dia foi surpreendido na Praia por um grupo de homens, que reunindo-se em torno dele lhe requereu, voz em grita, que conformasse quanto antes as ordens de Sua Majestade, ao que ele não teve outro remédio senão aceder[3].
Fonte: Wikipedia
Foto: daqui
O verdadeiro Défice democrático
Fonte: Plano de Avaliação do Pluralismo Político-Partidário no Serviço Público de Televisão
Socialismo Omnipresente. Democracia por um canudo
Por exemplo, a análise é também aplicada à RTP-Madeira e RTP-Açores. O senso comum diria que o peso do Governo e do partido que o apoia se faria sentir sobretudo no caso madeirense. Mas não é isso que os dados demonstram.
Na Madeira:
"O Governo Regional, juntamente com o PSD Madeira, representam 50,79% do total de presenças de protagonistas desta região."
Nos Açores:
"O Governo Regional, juntamente com o PS Açores, representam 69,32% do total de presenças de protagonistas desta região."
Retirado daqui
