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terça-feira, junho 08, 2010

Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa

Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa:

Ouvi na Rádio Graciosa o Sr. Deputado José Ávila falar sobre os assuntos tratados no Conselho de Ilha.
Nas suas declarações, o Sr. Deputado deu a entender que fui apenas eu que mostrei preocupação relativamente à questão de reabertura da casa mortuária e ao excessivo tempo que demoram as autópsias a serem realizadas na Graciosa.
De facto, fui eu quem levantei essas questões. No entanto, convém esclarecer que o Conselho de ilha deliberou, por unanimidade, diligenciar ao centro de saúde para que reabra rapidamente a casa mortuária. Deliberou ainda diligenciar junto do Governo para que seja construída uma casa mortuária na freguesia de Santa Cruz.
Quanto à questão da demora em realizar autópsias o Conselho de Ilha deliberou, também por unanimidade, diligenciar junto do Governo Regional e junto do Representante da República nos Açores para que as situações verificadas não se repitam.
Enquanto deputado, eu próprio só posso fazer os possíveis para que os assuntos importantes para a população Graciosense sejam discutidos. Foi com esse intuito quer levei estas preocupações ao Conselho de Ilha, sem me preocupar com as habituais politiquices. O Conselho de Ilha achou por bem adoptar as preocupações que ali levei e assim parece-me que cumpri com a minha obrigação.
Porque é importante que os políticos digam a verdade, tenho a lamentar que o Sr. Deputado José Ávila tenha querido fazer passar uma mensagem que não retratava o que se passou no Conselho de Ilha, esquecendo as legítimas deliberações daquele órgão.
Penso que assim fica reposta a verdade.


Estas são as declarações:


Navios e Cavalheiros

Muitos ainda se lembram de ver Carlos César, de forma solene e com ar compungido, apelar a que os Açorianos denunciassem situações menos claras e que se queixassem de quem, exercendo cargos políticos, não tratasse da função com verdadeiro sentido de serviço público.
Muitos recordam o tom teatral que imprimiu na sua declaração, interpretando o papel do Presidente desassossegado porém expedito.
Recentemente foi notícia, nada abonatória para quem exerce cargos públicos, que no negócio de construção dos navios "Atlântida" e "Anticiclone" terá existido um "acordo de cavalheiros" para que, depois do negócio fechado, houvesse lugar a aditamentos que elevassem o preço da construção, tornando-o "razoável" para o construtor, que havia apresentado propostas manifestamente baixas.
Este "acordo de cavalheiros" é profusamente referido por vários responsáveis dos Estaleiros de Viana do Castelo como tendo surgido aquando da negociação com a Região.
E para avolumar de tudo o que é dito para justificar um "acordo de cavalheiros" surge a decisão, apenas 21 dias depois de assinado o negócio, de efectuar um primeiro aditamento ao navio "Atlântida". Aditamento esse assinado dois meses mais tarde!
Estranhamente, aquele preocupado e magnânimo Presidente do Governo ainda não proferiu uma única palavra sobre esta situação, que, a par da recusa de alguns titulares de cargos públicos em comparecer perante a Comissão de Inquérito ao respectivo negócio, atira todo este negócio para um conjunto de dúvidas insustentáveis em democracia e inadmissíveis num quadro de responsabilidade e de prestação de contas sobre o que, de verdade, se passou.
De um lado há quem, repetidas vezes, alegue acordos não escritos para caracterizar um negócio que, mesmo com a eventual venda do "Atlântida" a um qualquer governo latino-americano por 35 milhões de euros, implicará prejuízos directos de mais de 15 milhões de euros. Do outro lado há um silêncio absoluto sobre os estranhos contornos de tudo isto.
Mas se César nada disse sobre esta situação e este suposto acordo à porta fechada, menos ainda disseram os restantes responsáveis do Partido Socialista.
O PS, que ouviu o seu líder apelar ao reporte de tudo o que seja menos claro ou pouco profissional, fica calado perante alegações de um negócio feito nas costas dos Açorianos e que até leva a Região a pagar, anualmente, 6 milhões de euros pelo fretamento de Navios.
Pelo meio da fuga em abordar o assunto, procuram-se distracções com passivos camarários, invocando números mas escondendo a realidade .
Impõe-se que a verdade se saiba, custe o que custar, doa a quem doer!

Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 08/06/2010

sexta-feira, junho 04, 2010

Zona Balnear (?) do Barro Vermelho

Esta obra, no valor de perto de 200 mil euros, era suposto transformar o Barro Vermelho numa verdadeira zona balnear.

Um passeio e duas escadas não transformaram em zona balnear coisa nenhuma!!!


quinta-feira, junho 03, 2010

Porto de Pescas - o projectado vs. o executado

Aquando de um requerimento apresentado na ALRAA sobre a obra do Porto de Pescas e a fraca protecção do seu interior o Governo respondeu que o Porto estava executado como tinha sido apresentado e projectado.

As fotos em baixo ilustram as diferenças!!!

terça-feira, junho 01, 2010

Época Balnear: Está de chuva!

Começa hoje a época balnear. Ninguém diria! O tempo não está para banhos, excepto se for para andar debaixo de chuva.
Maldita chuva! Tanto clamámos por ela e que agora não nos larga. Haverá ainda alguém a pedir mau tempo?
Infelizmente parece que sim.
Iniciou-se a época balnear; mas na ilha Graciosa os lugares mais conhecidos e mais falados para ir a banhos estão uma lástima.
Se no Carapacho se espera por acabamentos numas obras nas piscinas que envergonham os Graciosenses e indignam quem se habituou a venerar aquele local, na praia, o areal mantém-se num qualquer lugar à espera de ser embarcado para a ambicionada viagem para a Graciosa.
Aliás, não deixa de ser curioso que a reposição do areal tenha sido anunciada para o decorrer do passado mês de Maio. Fazia sentido que assim fosse pois, com tempo e programação, nas primeiras abertas de sol já podiam os graciosenses e em particular os praienses deleitar-se com a sua bela praia.
E como foi bela a praia da Graciosa! Atraindo gentes de toda a ilha e de quem, propositadamente, escolhia a Graciosa para desfrutar do bom ambiente e qualidade do areal que ali havia.
Agora espera-se por areia vinda de barco, sabendo os graciosenses que se entulharam toneladas de areia da Graciosa debaixo do Porto de Pescas. E não me refiro ao facto de ter sido feito o Porto de Pescas em cima de um areal, refiro-me à areia extraída para assentimento do molhe e que, ao invés de ter tido bom aproveitamento, serviu de entulho!
Felizmente não há sol, pensarão alguns menos diligentes governantes que se escondem por detrás de uns pingos de chuva para camuflar a já tradicional falta de programação e empenho na reposição do areal e na ambicionada obra de consolidação da baia da Praia para que não se repita a mesma cena todos os anos.
Pode até ser que neste dia 1 de Junho esteja a acontecer o início da reposição do areal da praia. Se assim for fico satisfeito em que possam dizer que mesmo com atraso está a ser feito.
Areia também é o que não há, ainda, na piscina pequena do Carapacho.
E até dói na alma só de pensar naquele monte de betão ali metido sem benefícios visíveis e até com algum prejuízo para as piscinas.
Muitos já dizem que o mar se encarregará de repor as coisas no seu devido lugar. No caso do Carapacho é mais retirar dali o que está em excesso.
Infelizmente, também na praia, é o mar que se encarrega anualmente de retirar dali, não o que está a mais, mas o que vai faltando.
Pelo caminho encontro responsáveis a assobiar para cima. Procuram disfarçar? Não, procuram um pouco mais de chuva!

Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 01/06/2010

terça-feira, maio 25, 2010

Comissão de Inquérito dos Navios: de que tem medo o PS?

Iniciam-se, esta semana, as inquirições no âmbito da Comissão de Inquérito à Construção dos Navios "Atlântida" e "Anticiclone".
Mas se é verdade que se prevêem inquirir personalidades que estiveram no cerne deste processo, ora ligadas aos Estaleiros ora ligadas à Atlanticoline e ao Governo, não é menos verdade que, para já, ficam de fora deste processo individualidades essenciais a um verdadeiro inquérito sobre todo este processo.
Ao contrário do que foi afirmado pelo porta-voz do PS neste processo, o Deputado Francisco César, o PSD não pretendia ouvir mecânicos e bate-chapas. E mesmo que o quisesse, nada de mal viria ao mundo se a sua intervenção no processo pudesse ajudar a esclarecer o que, de facto, se passou.
Na verdade, algumas das personalidades que não foram aprovadas para serem ouvidas pela Comissão de Inquérito, são, para o PSD, imprescindíveis para se perceber o que terá falhado.
Se pensarmos que foi reprovada a inquirição do vogal do Conselho de Administração dos Estaleiros, mandatado para negociar o contrato com a Atlanticoline, ou também o procurador dessa mesma entidade no processo de construção dos Navios, facilmente se conclui que não se queria inquirir pessoas aleatórias mas sim quem, de facto e de Direito, teve um papel fulcral em tudo o que levou a não termos navios próprios a navegar nos mares dos Açores.
Mas se também incluirmos quem foi elo de ligação entre o início do processo em termos de ante-projecto e que depois se manteve interveniente e que é alguém que pode esclarecer onde se pode ter falhado e quem pode ter sustentado essas eventuais falhas, então ficamos esclarecidos do móbil das posições assumidas pelo PS em todo este processo.
Esse mesmo PS tem andado verdadeiramente à deriva em todo este processo. Primeiro dizia nada ter a esconder, para logo de seguida acenar com a falta de regulamentação jurídica das comissões de inquérito ao nível da Assembleia Regional, numa tentativa de matar à nascença a sua constituição.
Não contente com isso, assim que deu entrada uma proposta de um novo Regime Jurídico para as Comissões de Inquérito Regionais, logo assumiram a tentativa de atrapalhar a sua aprovação propondo uma nova Comissão Eventual para, entre outros, fazer esse mesmo Regime Jurídico.
Ao actuar desta forma o PS tenta por todas as vias, e desde logo pela via da maioria absoluta, boicotar o trabalho da Comissão de Inquérito à Construção dos Navios. Um boicote cada vez mais evidente pelas palavras e pelos actos.
É caso para perguntar: de que tem medo o PS?

terça-feira, maio 18, 2010

O PECado Socialista

Quando, em 9 de Março último, Carlos César disse que as medidas do PEC não iriam atingir os Açores, mais uma vez optou pelo discurso de favorecimento da sua família política ao invés de assumir a realidade que se avizinhava de grandes dificuldades para todos os Açorianos.
Passados dois meses, e perante um plano de severa austeridade anunciado na sequência de seis anos de Governos de Sócrates no País, a reacção do Presidente do Governo Regional volta a ser de varrer para debaixo do tapete a verdade sobre as duras medidas que todos iremos suportar.
Quando, perante o aumento do IVA e do IRS, a reacção do Presidente do Governo é o discurso da solidariedade perante uma redução das transferências de verbas para a região, logo se percebe que para os Socialistas pouco importa que estas medidas venham atingir de forma severa as famílias açorianas. O que os move é a importância de ter mais ou menos dinheiro para manter acesa a paixão pela betoneira do regime, tão necessária a uma governação mais interessada em manter aparências do que em enfrentar os problemas antes que eles nos caiam ao colo, como agora sucede.
Não é a primeira vez que um governo, liderado pelo Partido Socialista, empurra o país para uma situação de grave crise económica. Aliás, parece que é sina ideológica que, ciclicamente, temos de suportar e que, infelizmente, quando o país melhora um pouco a sua situação económica, apodera-se de uma espécie de deslumbramento colectivo perante os habituais vendedores de sonhos em que se tornaram especialistas os directórios socialistas.
Já nos idos anos do início da década de 80 do século passado, com Mário Soares a primeiro-ministro, o país foi forçado a convidar o FMI a tomar conta da vida dos Portugueses.
Ainda que simplistas, os paralelismos e as comparações são inevitáveis, sempre tendo como denominador comum governos liderados pelo partido socialista.
Naquela altura surgiu quem, além de ter arrumado a casa e levado a cabo importantes reformas, devolveu Portugal ao trilho certo.
Curiosamente, esse alguém é hoje quem consegue transmitir alguma solidez e seriedade ao topo dos políticos portugueses, e falo do Presidente da República, Cavaco Silva.
É inevitável que lembremos coisas do passado que nos ajudam a perceber o presente. Naquela década de 80, o PS acabou por se ver obrigado a meter o Marxismo na gaveta, tendo por oposição interna o agora autonomista de ocasião, Manuel Alegre.
Os Açorianos vão pagar os erros do socialismo na governação. Esperemos que não saia mais cara a factura pela ânsia de afirmação nacional do Presidente do Governo Regional.

Publicado no Diário Insular de 18-05-2010

Debate de 22-04-2010 sobre o alargamento do FUNDOPESCA

terça-feira, maio 11, 2010

Vende-se Navio, estado: NOVO!

Mais uma vez, vem o Presidente da Atlanticoline surpreender com declarações no início da operação de transportes marítimos para 2010.
Ficou-se a saber que, segundo António Raposo, a região vai comprar dois navios novos em 2012, ano em que termina o contrato agora celebrado com a empresa proprietária do "Express Santorini" e "Hellenic Wind".
Este anúncio é deveras surpreendente e pouco rigoroso para ser feito assim, como quem atira para o ar mais um chavão de publicidade.
É surpreendente porque, em Dezembro último, era anunciado um estudo para o transporte marítimo de passageiros. E há pouco mais de 15 dias o próprio Secretário Regional revelava que o estudo ainda estava a ser elaborado.
O pouco rigor deste anúncio resulta do gosto pela confusão nestas coisas do transporte marítimo de passageiros. Confusão essa lançada pela incoerência entre o que diz a Secretaria da Economia (patrão) e a Atlanticoline (empregado).
É que, de navios novos, sabe-se pelo patrão que estão a ser elaborados os cadernos para a construção de navios para substituir os cruzeiros das ilhas e do canal. Mas o empregado vem anunciar que haverá navios novos para efectuar a operação que agora se iniciou. Das duas uma, ou os substitutos dos cruzeiros irão efectuar toda a operação de Santa Maria às Flores, ou a Atlanticoline, mais uma vez, quer confundir tudo e todos com declarações que, afinal, apenas demonstram a sua própria confusão.
Achei cómico que se anunciasse que se vai comprar dois navios novos em 2012. E o humor resulta de que, para se comprarem navios novos estes têm primeiro de ser construídos. Não sei se o Presidente da Atlanticoline tem visitado alguns "stands" de navios por esse mundo fora para afirmar que vai comprar dois novos navios, como se estivesse a falar de automóveis e como se os navios deste género se vendessem assim, num qualquer salão da especialidade, em exposição itinerante!
Agora que as coisas até parecem ter começado bem para a operação de 2010, logo recordamos que continuamos a ter a debitar protagonismo quem, no passado recente, já dizia tudo e o seu contrário.
E se esta operação de 2010 se quer um sucesso, já são várias as críticas que me vão chegando sobre os preços elevados e a dificuldade em fazer itinerários dentro do grupo central, por exemplo, entre a Graciosa e o Pico.
Esperava-se mais sensatez, que diga-se, até foi perceptível nas declarações de Vasco Cordeiro, qual "gato escaldado", pugnando por alguma descrição. Ao invés, há quem não resista a um holofote mediático e, sempre que aparece, tem necessidade de dizer algo que possa ser primeira página.

Publicado no Diáro nsular de 11-05-2010

Por entre as cinzas da Islândia!