Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
sábado, junho 12, 2010
Voto de Congratulação
A Assembleia Municipal de Santa Cruz da Graciosa aprovou ontem, por unanimidade, um voto de congratulação apresentado pelo grupo do PSD, aos alunos da turma A do 12º ano, que apresentaram o trabalho de investigação "Graciosa: biosfera com tradição". (texto adaptado do site Graciosa Online)
Mitomania?
O líder regional da JS-Açores entende que a juventude tem melhores perspectivas de futuro nos Açores em relação aos jovens de Portugal continental, onde será maior o impacto das politicas de austeridade.
Fonte: Graciosa Online
Fonte: Graciosa Online
sexta-feira, junho 11, 2010
Antiga Casa da Lavoura em risco de “ruir por completo”
Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, o deputado social-democrata João Costa referiu que o caso “necessita de urgente solução”, dado que o imóvel “fica situado em frente à escola básica do primeiro ciclo e jardim de infância de Santa Cruz da Graciosa”.
O parlamentar do PSD/Açores lembrou que a antiga Casa da Lavoura foi cedida pelo governo regional à Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Graciosa, que “tem demonstrado interesse em receber o imóvel a título definitivo, desde que sejam encontradas as formas de apoio à sua recuperação”.
“Apesar da respetiva cedência implicar a realização de obras por parte da beneficiária, bem sabia o governo regional que aquele edifício se encontrava em elevado estado de degradação e que a beneficiária, só por si, não podia fazer face às despesas de recuperação do imóvel”, afirmou.
Notícia Rádio Horizonte:
quinta-feira, junho 10, 2010
Diz que é uma espécie de democracia II
Carlos César, envergando as vestes de Presidente do Governo dos Açores, comentou o discurso do Presidente da República num registo de pré-campanha a favor do seu alegre amigo candidato.
Compare-se com o que disse António Costa na Sic notícias.
Compare-se com o que disse António Costa na Sic notícias.
Diz que é uma espécie de democracia
Depois de ler os artigos de opinião de Francisco César (porta voz do PS na Comissão de Inquérito ao negócio dos Navios) e de José San-Bento (membro do PS na mesma Comissão), verifico que o que escrevi na passada terça-feira sobre a actuação da maioria neste processo está absolutamente comprovado.
O PS está é preocupado com o PSD.
As recusas dos seus dirigentes em cumprir com os seus deveres de esclarecimento, respondendo pelos actos praticados como membros do governo de Carlos César, não merecem a menor censura.
Para o PS, mais importante que saber toda a verdade é apontar o dedo ao PSD por procurar conhecê-la.
O PS está é preocupado com o PSD.
As recusas dos seus dirigentes em cumprir com os seus deveres de esclarecimento, respondendo pelos actos praticados como membros do governo de Carlos César, não merecem a menor censura.
Para o PS, mais importante que saber toda a verdade é apontar o dedo ao PSD por procurar conhecê-la.
quarta-feira, junho 09, 2010
O Governo ajusta (leia-se AUMENTA) os preços dos combustíveis
O Gabinete de propaganda do Governo, com o título "Preço dos combustíveis ajustado ao preço do petróleo nos mercados internacionais" anuncia (sem nunca o dizer) o aumento dos combustíveis.
Digno de nota é esta meia verdade: "O gasóleo rodoviário terá o seu preço máximo de venda ao público fixado em €1,06 por litro, ou seja menos 12,2 por cento em relação ao continente, onde o seu preço por litro se encontra fixado em €1,18."
Ora, ou o Governo dos Açores só mete gasóleo nos postos mais caros, o que não admira pois estão a usar dinheiro dos contribuintes, ou não disse a verdade.
É que basta um clique no endereço http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/ para sabermos que o gasóleo rodoviário se está a vender a 1,039 € e não a 1,18 €
Digno de nota é esta meia verdade: "O gasóleo rodoviário terá o seu preço máximo de venda ao público fixado em €1,06 por litro, ou seja menos 12,2 por cento em relação ao continente, onde o seu preço por litro se encontra fixado em €1,18."
Ora, ou o Governo dos Açores só mete gasóleo nos postos mais caros, o que não admira pois estão a usar dinheiro dos contribuintes, ou não disse a verdade.
É que basta um clique no endereço http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/ para sabermos que o gasóleo rodoviário se está a vender a 1,039 € e não a 1,18 €
terça-feira, junho 08, 2010
Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa
Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa:
Ouvi na Rádio Graciosa o Sr. Deputado José Ávila falar sobre os assuntos tratados no Conselho de Ilha.
Nas suas declarações, o Sr. Deputado deu a entender que fui apenas eu que mostrei preocupação relativamente à questão de reabertura da casa mortuária e ao excessivo tempo que demoram as autópsias a serem realizadas na Graciosa.
De facto, fui eu quem levantei essas questões. No entanto, convém esclarecer que o Conselho de ilha deliberou, por unanimidade, diligenciar ao centro de saúde para que reabra rapidamente a casa mortuária. Deliberou ainda diligenciar junto do Governo para que seja construída uma casa mortuária na freguesia de Santa Cruz.
Quanto à questão da demora em realizar autópsias o Conselho de Ilha deliberou, também por unanimidade, diligenciar junto do Governo Regional e junto do Representante da República nos Açores para que as situações verificadas não se repitam.
Enquanto deputado, eu próprio só posso fazer os possíveis para que os assuntos importantes para a população Graciosense sejam discutidos. Foi com esse intuito quer levei estas preocupações ao Conselho de Ilha, sem me preocupar com as habituais politiquices. O Conselho de Ilha achou por bem adoptar as preocupações que ali levei e assim parece-me que cumpri com a minha obrigação.
Porque é importante que os políticos digam a verdade, tenho a lamentar que o Sr. Deputado José Ávila tenha querido fazer passar uma mensagem que não retratava o que se passou no Conselho de Ilha, esquecendo as legítimas deliberações daquele órgão.
Penso que assim fica reposta a verdade.
Estas são as declarações:
Ouvi na Rádio Graciosa o Sr. Deputado José Ávila falar sobre os assuntos tratados no Conselho de Ilha.
Nas suas declarações, o Sr. Deputado deu a entender que fui apenas eu que mostrei preocupação relativamente à questão de reabertura da casa mortuária e ao excessivo tempo que demoram as autópsias a serem realizadas na Graciosa.
De facto, fui eu quem levantei essas questões. No entanto, convém esclarecer que o Conselho de ilha deliberou, por unanimidade, diligenciar ao centro de saúde para que reabra rapidamente a casa mortuária. Deliberou ainda diligenciar junto do Governo para que seja construída uma casa mortuária na freguesia de Santa Cruz.
Quanto à questão da demora em realizar autópsias o Conselho de Ilha deliberou, também por unanimidade, diligenciar junto do Governo Regional e junto do Representante da República nos Açores para que as situações verificadas não se repitam.
Enquanto deputado, eu próprio só posso fazer os possíveis para que os assuntos importantes para a população Graciosense sejam discutidos. Foi com esse intuito quer levei estas preocupações ao Conselho de Ilha, sem me preocupar com as habituais politiquices. O Conselho de Ilha achou por bem adoptar as preocupações que ali levei e assim parece-me que cumpri com a minha obrigação.
Porque é importante que os políticos digam a verdade, tenho a lamentar que o Sr. Deputado José Ávila tenha querido fazer passar uma mensagem que não retratava o que se passou no Conselho de Ilha, esquecendo as legítimas deliberações daquele órgão.
Penso que assim fica reposta a verdade.
Estas são as declarações:
Navios e Cavalheiros
Muitos ainda se lembram de ver Carlos César, de forma solene e com ar compungido, apelar a que os Açorianos denunciassem situações menos claras e que se queixassem de quem, exercendo cargos políticos, não tratasse da função com verdadeiro sentido de serviço público.
Muitos recordam o tom teatral que imprimiu na sua declaração, interpretando o papel do Presidente desassossegado porém expedito.
Recentemente foi notícia, nada abonatória para quem exerce cargos públicos, que no negócio de construção dos navios "Atlântida" e "Anticiclone" terá existido um "acordo de cavalheiros" para que, depois do negócio fechado, houvesse lugar a aditamentos que elevassem o preço da construção, tornando-o "razoável" para o construtor, que havia apresentado propostas manifestamente baixas.
Este "acordo de cavalheiros" é profusamente referido por vários responsáveis dos Estaleiros de Viana do Castelo como tendo surgido aquando da negociação com a Região.
E para avolumar de tudo o que é dito para justificar um "acordo de cavalheiros" surge a decisão, apenas 21 dias depois de assinado o negócio, de efectuar um primeiro aditamento ao navio "Atlântida". Aditamento esse assinado dois meses mais tarde!
Estranhamente, aquele preocupado e magnânimo Presidente do Governo ainda não proferiu uma única palavra sobre esta situação, que, a par da recusa de alguns titulares de cargos públicos em comparecer perante a Comissão de Inquérito ao respectivo negócio, atira todo este negócio para um conjunto de dúvidas insustentáveis em democracia e inadmissíveis num quadro de responsabilidade e de prestação de contas sobre o que, de verdade, se passou.
De um lado há quem, repetidas vezes, alegue acordos não escritos para caracterizar um negócio que, mesmo com a eventual venda do "Atlântida" a um qualquer governo latino-americano por 35 milhões de euros, implicará prejuízos directos de mais de 15 milhões de euros. Do outro lado há um silêncio absoluto sobre os estranhos contornos de tudo isto.
Mas se César nada disse sobre esta situação e este suposto acordo à porta fechada, menos ainda disseram os restantes responsáveis do Partido Socialista.
O PS, que ouviu o seu líder apelar ao reporte de tudo o que seja menos claro ou pouco profissional, fica calado perante alegações de um negócio feito nas costas dos Açorianos e que até leva a Região a pagar, anualmente, 6 milhões de euros pelo fretamento de Navios.
Pelo meio da fuga em abordar o assunto, procuram-se distracções com passivos camarários, invocando números mas escondendo a realidade .
Impõe-se que a verdade se saiba, custe o que custar, doa a quem doer!
Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 08/06/2010
sábado, junho 05, 2010
sexta-feira, junho 04, 2010
Zona Balnear (?) do Barro Vermelho
Esta obra, no valor de perto de 200 mil euros, era suposto transformar o Barro Vermelho numa verdadeira zona balnear.
Um passeio e duas escadas não transformaram em zona balnear coisa nenhuma!!!
Um passeio e duas escadas não transformaram em zona balnear coisa nenhuma!!!
quinta-feira, junho 03, 2010
Porto de Pescas - o projectado vs. o executado
Aquando de um requerimento apresentado na ALRAA sobre a obra do Porto de Pescas e a fraca protecção do seu interior o Governo respondeu que o Porto estava executado como tinha sido apresentado e projectado.
As fotos em baixo ilustram as diferenças!!!
As fotos em baixo ilustram as diferenças!!!

quarta-feira, junho 02, 2010
terça-feira, junho 01, 2010
Época Balnear: Está de chuva!
Começa hoje a época balnear. Ninguém diria! O tempo não está para banhos, excepto se for para andar debaixo de chuva.
Maldita chuva! Tanto clamámos por
ela e que agora não nos larga. Haverá ainda alguém a pedir mau tempo?
Infelizmente parece que sim.
Iniciou-se a época balnear; mas na ilha Graciosa os lugares mais conhecidos e mais falados para ir a banhos estão uma lástima.
Se no Carapacho se espera por acabamentos numas obras nas piscinas que envergonham os Graciosenses e indignam quem se habituou a venerar aquele local, na praia, o areal mantém-se num qualquer lugar à espera de ser embarcado para a ambicionada viagem para a Graciosa.
Aliás, não deixa de ser curioso que a reposição do areal tenha sido anunciada para o decorrer do passado mês de Maio. Fazia sentido que assim fosse pois, com tempo e programação, nas primeiras abertas de sol já podiam os graciosenses e em particular os praienses deleitar-se com a sua bela praia.
E como foi bela a praia da Graciosa! Atraindo gentes de toda a ilha e de quem, propositadamente, escolhia a Graciosa para desfrutar do bom ambiente e qualidade do areal que ali havia.
Agora espera-se por areia vinda de barco, sabendo os graciosenses que se entulharam toneladas de areia da Graciosa debaixo do Porto de Pescas. E não me refiro ao facto de ter sido feito o Porto de Pescas em cima de um areal, refiro-me à areia extraída para assentimento do molhe e que, ao invés de ter tido bom aproveitamento, serviu de entulho!
Felizmente não há sol, pensarão alguns menos diligentes governantes que se escondem por detrás de uns pingos de chuva para camuflar a já tradicional falta de programação e empenho na reposição do areal e na ambicionada obra de consolidação da baia da Praia para que não se repita a mesma cena todos os anos.
Pode até ser que neste dia 1 de Junho esteja a acontecer o início da reposição do areal da praia. Se assim for fico satisfeito em que possam dizer que mesmo com atraso está a ser feito.
Areia também é o que não há, ainda, na piscina pequena do Carapacho.
E até dói na alma só de pensar naquele monte de betão ali metido sem benefícios visíveis e até com algum prejuízo para as piscinas.
Muitos já dizem que o mar se encarregará de repor as coisas no seu devido lugar. No caso do Carapacho é mais retirar dali o que está em excesso.
Infelizmente, também na praia, é o mar que se encarrega anualmente de retirar dali, não o que está a mais, mas o que vai faltando.
Pelo caminho encontro responsáveis a assobiar para cima. Procuram disfarçar? Não, procuram um pouco mais de chuva!
Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 01/06/2010
ela e que agora não nos larga. Haverá ainda alguém a pedir mau tempo?Infelizmente parece que sim.
Iniciou-se a época balnear; mas na ilha Graciosa os lugares mais conhecidos e mais falados para ir a banhos estão uma lástima.
Se no Carapacho se espera por acabamentos numas obras nas piscinas que envergonham os Graciosenses e indignam quem se habituou a venerar aquele local, na praia, o areal mantém-se num qualquer lugar à espera de ser embarcado para a ambicionada viagem para a Graciosa.
Aliás, não deixa de ser curioso que a reposição do areal tenha sido anunciada para o decorrer do passado mês de Maio. Fazia sentido que assim fosse pois, com tempo e programação, nas primeiras abertas de sol já podiam os graciosenses e em particular os praienses deleitar-se com a sua bela praia.
E como foi bela a praia da Graciosa! Atraindo gentes de toda a ilha e de quem, propositadamente, escolhia a Graciosa para desfrutar do bom ambiente e qualidade do areal que ali havia.

Agora espera-se por areia vinda de barco, sabendo os graciosenses que se entulharam toneladas de areia da Graciosa debaixo do Porto de Pescas. E não me refiro ao facto de ter sido feito o Porto de Pescas em cima de um areal, refiro-me à areia extraída para assentimento do molhe e que, ao invés de ter tido bom aproveitamento, serviu de entulho!
Felizmente não há sol, pensarão alguns menos diligentes governantes que se escondem por detrás de uns pingos de chuva para camuflar a já tradicional falta de programação e empenho na reposição do areal e na ambicionada obra de consolidação da baia da Praia para que não se repita a mesma cena todos os anos.
Pode até ser que neste dia 1 de Junho esteja a acontecer o início da reposição do areal da praia. Se assim for fico satisfeito em que possam dizer que mesmo com atraso está a ser feito.
Areia também é o que não há, ainda, na piscina pequena do Carapacho.
E até dói na alma só de pensar naquele monte de betão ali metido sem benefícios visíveis e até com algum prejuízo para as piscinas.
Muitos já dizem que o mar se encarregará de repor as coisas no seu devido lugar. No caso do Carapacho é mais retirar dali o que está em excesso.
Infelizmente, também na praia, é o mar que se encarrega anualmente de retirar dali, não o que está a mais, mas o que vai faltando.
Pelo caminho encontro responsáveis a assobiar para cima. Procuram disfarçar? Não, procuram um pouco mais de chuva!
Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 01/06/2010
segunda-feira, maio 31, 2010
terça-feira, maio 25, 2010
Comissão de Inquérito dos Navios: de que tem medo o PS?
Iniciam-se, esta semana, as inquirições no âmbito da Comissão de Inquérito à Construção dos Navios "Atlântida" e "Anticiclone".Mas se é verdade que se prevêem inquirir personalidades que estiveram no cerne deste processo, ora ligadas aos Estaleiros ora ligadas à Atlanticoline e ao Governo, não é menos verdade que, para já, ficam de fora deste processo individualidades essenciais a um verdadeiro inquérito sobre todo este processo.
Ao contrário do que foi afirmado pelo porta-voz do PS neste processo, o Deputado Francisco César, o PSD não pretendia ouvir mecânicos e bate-chapas. E mesmo que o quisesse, nada de mal viria ao mundo se a sua intervenção no processo pudesse ajudar a esclarecer o que, de facto, se passou.
Na verdade, algumas das personalidades que não foram aprovadas para serem ouvidas pela Comissão de Inquérito, são, para o PSD, imprescindíveis para se perceber o que terá falhado.
Se pensarmos que foi reprovada a inquirição do vogal do Conselho de Administração dos Estaleiros, mandatado para negociar o contrato com a Atlanticoline, ou também o procurador dessa mesma entidade no processo de construção dos Navios, facilmente se conclui que não se queria inquirir pessoas aleatórias mas sim quem, de facto e de Direito, teve um papel fulcral em tudo o que levou a não termos navios próprios a navegar nos mares dos Açores.
Mas se também incluirmos quem foi elo de ligação entre o início do processo em termos de ante-projecto e que depois se manteve interveniente e que é alguém que pode esclarecer onde se pode ter falhado e quem pode ter sustentado essas eventuais falhas, então ficamos esclarecidos do móbil das posições assumidas pelo PS em todo este processo.
Esse mesmo PS tem andado verdadeiramente à deriva em todo este processo. Primeiro dizia nada ter a esconder, para logo de seguida acenar com a falta de regulamentação jurídica das comissões de inquérito ao nível da Assembleia Regional, numa tentativa de matar à nascença a sua constituição.
Não contente com isso, assim que deu entrada uma proposta de um novo Regime Jurídico para as Comissões de Inquérito Regionais, logo assumiram a tentativa de atrapalhar a sua aprovação propondo uma nova Comissão Eventual para, entre outros, fazer esse mesmo Regime Jurídico.
Ao actuar desta forma o PS tenta por todas as vias, e desde logo pela via da maioria absoluta, boicotar o trabalho da Comissão de Inquérito à Construção dos Navios. Um boicote cada vez mais evidente pelas palavras e pelos actos.
É caso para perguntar: de que tem medo o PS?
Ao contrário do que foi afirmado pelo porta-voz do PS neste processo, o Deputado Francisco César, o PSD não pretendia ouvir mecânicos e bate-chapas. E mesmo que o quisesse, nada de mal viria ao mundo se a sua intervenção no processo pudesse ajudar a esclarecer o que, de facto, se passou.
Na verdade, algumas das personalidades que não foram aprovadas para serem ouvidas pela Comissão de Inquérito, são, para o PSD, imprescindíveis para se perceber o que terá falhado.
Se pensarmos que foi reprovada a inquirição do vogal do Conselho de Administração dos Estaleiros, mandatado para negociar o contrato com a Atlanticoline, ou também o procurador dessa mesma entidade no processo de construção dos Navios, facilmente se conclui que não se queria inquirir pessoas aleatórias mas sim quem, de facto e de Direito, teve um papel fulcral em tudo o que levou a não termos navios próprios a navegar nos mares dos Açores.
Mas se também incluirmos quem foi elo de ligação entre o início do processo em termos de ante-projecto e que depois se manteve interveniente e que é alguém que pode esclarecer onde se pode ter falhado e quem pode ter sustentado essas eventuais falhas, então ficamos esclarecidos do móbil das posições assumidas pelo PS em todo este processo.
Esse mesmo PS tem andado verdadeiramente à deriva em todo este processo. Primeiro dizia nada ter a esconder, para logo de seguida acenar com a falta de regulamentação jurídica das comissões de inquérito ao nível da Assembleia Regional, numa tentativa de matar à nascença a sua constituição.
Não contente com isso, assim que deu entrada uma proposta de um novo Regime Jurídico para as Comissões de Inquérito Regionais, logo assumiram a tentativa de atrapalhar a sua aprovação propondo uma nova Comissão Eventual para, entre outros, fazer esse mesmo Regime Jurídico.
Ao actuar desta forma o PS tenta por todas as vias, e desde logo pela via da maioria absoluta, boicotar o trabalho da Comissão de Inquérito à Construção dos Navios. Um boicote cada vez mais evidente pelas palavras e pelos actos.
É caso para perguntar: de que tem medo o PS?
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