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Santa Cruz da Graciosa

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quinta-feira, junho 17, 2010

Presidente do governo "desmentido" sobre promessa de tarifas aéreas a 100 euros

O PSD/Açores denunciou ontem que o PS "desmentiu" o presidente do governo regional a propósito da promessa de criação de tarifas aéreas a menos de 100 euros entre a Região e o continente, alegando que tal apenas se aplica às tarifas promocionais.

"Hoje o PS desmentiu Carlos César relativamente ao assunto das passagens aéreas a menos de 100 euros. O presidente do governo afirmou aos açorianos que as passagens aéreas a 100 euros eram em regime regular e promocional. Hoje o PS disse que eram apenas tarifas promocionais", afirmou o deputado social-democrata Jorge Macedo, em declarações aos jornalistas, à margem dos trabalhos da Assembleia Legislativa dos Açores.

O parlamentar do PSD/Açores salientou que "já não bastava José Sócrates anunciar uma coisa num dia e fazer o contrário passado pouco tempo e agora temos Carlos César a aprender com más companhias".

Segundo Jorge Macedo, "o único que vai acontecer é os açorianos verem eventualmente reduzido em 20 euros o preço das tarifas promocionais, que é atualmente de 120 euros".

"Na prática, os açorianos vão continuar à procura de uma agulha num palheiro. Ou seja, relativamente ao assunto das passagens a 100 euros, a montanha pariu um rato", frisou.



quarta-feira, junho 16, 2010

Respeito por quem partiu

Na sua última reunião, o Conselho de Ilha da Graciosa tomou algumas deliberações relativas a assuntos ligados à forma como lidamos com a partida de entes queridos.
Duas matérias foram abordadas: a manutenção da casa mortuária de Santa Cruz da Graciosa como centro de atendimento da Gripe A e a realização de autópsias na ilha Graciosa.
Quanto à realização de autópsias tem sido recorrente um excessivo atraso na sua concretização, levando a um desnecessário e inaceitável aumento do sofrimento das famílias e amigos de quem, subitamente, partiu.
Claro que o Conselho de Ilha não podia ficar indiferente a uma situação que necessita de ser urgentemente corrigida e deliberou oficiar, quer ao Representante da República quer ao Governo Regional, para que algo seja feito.
Já relativamente à manutenção da utilização da única casa mortuária da freguesia de Santa Cruz como Centro de Atendimento da Gripe A, claro que o Conselho de Ilha não podia dar ouvidos a quem acha que assim é que está bem, até porque, sabe-se lá, pode vir a ser preciso, vá-se lá saber quando.
Convém lembrar que esta transformação da casa mortuária do Centro de Saúde previa-se temporária e transitória.
Bom, temporária já não o é, e transitória também não será, até porque o novo Centro de Saúde projectado para a Ilha Graciosa nem sequer tem uma casa mortuária!
Ainda houve quem alegasse que o Centro de Saúde decidiu bem em manter a sua casa mortuária como Centro de Atendimento da Gripe durante todo este tempo, mas a estes o Conselho de Ilha respondeu com uma clara deliberação, solicitando o imediato retorno daquele local à sua função.
Bem se sabe porque alguns apenas se pronunciam em assuntos do seu próprio interesse. Mas isso fica para a sua justificação e não para o interesse geral de todos os habitantes desta ilha.
Não deixa de ser curioso que já só se ouve falar de pandemia para fazer grandes críticas à Organização Mundial de Saúde (OMS) como fez o Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que encara a gripe A como uma falsa pandemia e diz que este é um dos maiores escândalos médicos do século, ou, ainda, o reputado British Medical Journal (BMJ) que publica, na sua edição de 3 de Junho, um editorial que intitula "Conflito de interesses e pandemia da Gripe", apelando à OMS - para actuar rapidamente a fim de restaurar a sua credibilidade - e à Europa para que legisle sobre esta matéria.
Na Graciosa, ainda se está à espera, como sempre! À espera de tomar atitudes, de ser coerente e de ter mais humanidade.
Felizmente, o Conselho de Ilha tenta dar um empurrão.

sábado, junho 12, 2010

Propriedade da Região

Voto de Congratulação

A Assembleia Municipal de Santa Cruz da Graciosa aprovou ontem, por unanimidade, um voto de congratulação apresentado pelo grupo do PSD, aos alunos da turma A do 12º ano, que apresentaram o trabalho de investigação "Graciosa: biosfera com tradição". (texto adaptado do site Graciosa Online)

Mitomania?

O líder regional da JS-Açores entende que a juventude tem melhores perspectivas de futuro nos Açores em relação aos jovens de Portugal continental, onde será maior o impacto das politicas de austeridade.

Fonte: Graciosa Online

sexta-feira, junho 11, 2010

Antiga Casa da Lavoura em risco de “ruir por completo”

O PSD/Açores denunciou hoje que a antiga Casa da Lavoura, em Santa Cruz da Graciosa, está em risco de “ruir por completo”, o que coloca em causa a “segurança de pessoas e bens”.

Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, o deputado social-democrata João Costa referiu que o caso “necessita de urgente solução”, dado que o imóvel “fica situado em frente à escola básica do primeiro ciclo e jardim de infância de Santa Cruz da Graciosa”.

O parlamentar do PSD/Açores lembrou que a antiga Casa da Lavoura foi cedida pelo governo regional à Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Graciosa, que “tem demonstrado interesse em receber o imóvel a título definitivo, desde que sejam encontradas as formas de apoio à sua recuperação”.

“Apesar da respetiva cedência implicar a realização de obras por parte da beneficiária, bem sabia o governo regional que aquele edifício se encontrava em elevado estado de degradação e que a beneficiária, só por si, não podia fazer face às despesas de recuperação do imóvel”, afirmou.




Notícia Rádio Horizonte:

quinta-feira, junho 10, 2010

Diz que é uma espécie de democracia II

Carlos César, envergando as vestes de Presidente do Governo dos Açores, comentou o discurso do Presidente da República num registo de pré-campanha a favor do seu alegre amigo candidato.

Compare-se com o que disse António Costa na Sic notícias.

Graciosa - biosfera com tradição

Graciosa - biosfera com tradição

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portugesas

Diz que é uma espécie de democracia

Depois de ler os artigos de opinião de Francisco César (porta voz do PS na Comissão de Inquérito ao negócio dos Navios) e de José San-Bento (membro do PS na mesma Comissão), verifico que o que escrevi na passada terça-feira sobre a actuação da maioria neste processo está absolutamente comprovado.
O PS está é preocupado com o PSD.
As recusas dos seus dirigentes em cumprir com os seus deveres de esclarecimento, respondendo pelos actos praticados como membros do governo de Carlos César, não merecem a menor censura.
Para o PS, mais importante que saber toda a verdade é apontar o dedo ao PSD por procurar conhecê-la.

quarta-feira, junho 09, 2010

Lince - conversor para a nova ortografia - Portal da Língua Portuguesa

Lince - conversor para a nova ortografia - Portal da Língua Portuguesa

O Governo ajusta (leia-se AUMENTA) os preços dos combustíveis

O Gabinete de propaganda do Governo, com o título "Preço dos combustíveis ajustado ao preço do petróleo nos mercados internacionais" anuncia (sem nunca o dizer) o aumento dos combustíveis.

Digno de nota é esta meia verdade: "O gasóleo rodoviário terá o seu preço máximo de venda ao público fixado em €1,06 por litro, ou seja menos 12,2 por cento em relação ao continente, onde o seu preço por litro se encontra fixado em €1,18."

Ora, ou o Governo dos Açores só mete gasóleo nos postos mais caros, o que não admira pois estão a usar dinheiro dos contribuintes, ou não disse a verdade.
É que basta um clique no endereço http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/ para sabermos que o gasóleo rodoviário se está a vender a 1,039 € e não a 1,18 €

Fado ao violino - fantástico

terça-feira, junho 08, 2010

Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa

Esclarecimento sobre declarações do Deputado José Ávila na Rádio Graciosa:

Ouvi na Rádio Graciosa o Sr. Deputado José Ávila falar sobre os assuntos tratados no Conselho de Ilha.
Nas suas declarações, o Sr. Deputado deu a entender que fui apenas eu que mostrei preocupação relativamente à questão de reabertura da casa mortuária e ao excessivo tempo que demoram as autópsias a serem realizadas na Graciosa.
De facto, fui eu quem levantei essas questões. No entanto, convém esclarecer que o Conselho de ilha deliberou, por unanimidade, diligenciar ao centro de saúde para que reabra rapidamente a casa mortuária. Deliberou ainda diligenciar junto do Governo para que seja construída uma casa mortuária na freguesia de Santa Cruz.
Quanto à questão da demora em realizar autópsias o Conselho de Ilha deliberou, também por unanimidade, diligenciar junto do Governo Regional e junto do Representante da República nos Açores para que as situações verificadas não se repitam.
Enquanto deputado, eu próprio só posso fazer os possíveis para que os assuntos importantes para a população Graciosense sejam discutidos. Foi com esse intuito quer levei estas preocupações ao Conselho de Ilha, sem me preocupar com as habituais politiquices. O Conselho de Ilha achou por bem adoptar as preocupações que ali levei e assim parece-me que cumpri com a minha obrigação.
Porque é importante que os políticos digam a verdade, tenho a lamentar que o Sr. Deputado José Ávila tenha querido fazer passar uma mensagem que não retratava o que se passou no Conselho de Ilha, esquecendo as legítimas deliberações daquele órgão.
Penso que assim fica reposta a verdade.


Estas são as declarações:


Navios e Cavalheiros

Muitos ainda se lembram de ver Carlos César, de forma solene e com ar compungido, apelar a que os Açorianos denunciassem situações menos claras e que se queixassem de quem, exercendo cargos políticos, não tratasse da função com verdadeiro sentido de serviço público.
Muitos recordam o tom teatral que imprimiu na sua declaração, interpretando o papel do Presidente desassossegado porém expedito.
Recentemente foi notícia, nada abonatória para quem exerce cargos públicos, que no negócio de construção dos navios "Atlântida" e "Anticiclone" terá existido um "acordo de cavalheiros" para que, depois do negócio fechado, houvesse lugar a aditamentos que elevassem o preço da construção, tornando-o "razoável" para o construtor, que havia apresentado propostas manifestamente baixas.
Este "acordo de cavalheiros" é profusamente referido por vários responsáveis dos Estaleiros de Viana do Castelo como tendo surgido aquando da negociação com a Região.
E para avolumar de tudo o que é dito para justificar um "acordo de cavalheiros" surge a decisão, apenas 21 dias depois de assinado o negócio, de efectuar um primeiro aditamento ao navio "Atlântida". Aditamento esse assinado dois meses mais tarde!
Estranhamente, aquele preocupado e magnânimo Presidente do Governo ainda não proferiu uma única palavra sobre esta situação, que, a par da recusa de alguns titulares de cargos públicos em comparecer perante a Comissão de Inquérito ao respectivo negócio, atira todo este negócio para um conjunto de dúvidas insustentáveis em democracia e inadmissíveis num quadro de responsabilidade e de prestação de contas sobre o que, de verdade, se passou.
De um lado há quem, repetidas vezes, alegue acordos não escritos para caracterizar um negócio que, mesmo com a eventual venda do "Atlântida" a um qualquer governo latino-americano por 35 milhões de euros, implicará prejuízos directos de mais de 15 milhões de euros. Do outro lado há um silêncio absoluto sobre os estranhos contornos de tudo isto.
Mas se César nada disse sobre esta situação e este suposto acordo à porta fechada, menos ainda disseram os restantes responsáveis do Partido Socialista.
O PS, que ouviu o seu líder apelar ao reporte de tudo o que seja menos claro ou pouco profissional, fica calado perante alegações de um negócio feito nas costas dos Açorianos e que até leva a Região a pagar, anualmente, 6 milhões de euros pelo fretamento de Navios.
Pelo meio da fuga em abordar o assunto, procuram-se distracções com passivos camarários, invocando números mas escondendo a realidade .
Impõe-se que a verdade se saiba, custe o que custar, doa a quem doer!

Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa 08/06/2010

sexta-feira, junho 04, 2010

Zona Balnear (?) do Barro Vermelho

Esta obra, no valor de perto de 200 mil euros, era suposto transformar o Barro Vermelho numa verdadeira zona balnear.

Um passeio e duas escadas não transformaram em zona balnear coisa nenhuma!!!