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quinta-feira, julho 29, 2010

Graciosenses na Graciosa

O conceito de limiar da pobreza encontrou em Portugal o seu valor próximo dos 400 euros mensais.
É um conceito relativo mas que afere a situação de uma região.
Nos Açores, entre 20 a 25 por cento da população vive com menos do que esse rendimento, e ainda que o seu grau de pobreza não seja extremo, são pessoas que necessitam da ajuda do Estado para acertar as contas elementares ao fim do mês.
Depois há os que apesar de ganharem um pouco mais do que esses 400 euros têm de fazer sacrifícios para chegar ao fim do mês.
O pior é quando o sacrifício é na receita da farmácia ou no supermercado!
A situação na Graciosa exige grande atenção.
Trinta por cento da população são pensionistas com um rendimento médio de 280,96 euros em doze meses do ano.
São 1323 pessoas numa população de cerca de 4300 residentes.
Depois há os que necessitam do Rendimento Social de Inserção e que correspondem a 117 agregados familiares (números de Janeiro de 2010).
Estes representam oito por cento da população residente.
O número de desempregados aumentou trinta por cento no último ano.
É uma realidade que deve preocupar quem governa há catorze anos e que recebeu da Europa o triplo da média das regiões mais pobres do espaço comunitário.
E é uma constatação de que o sucesso anunciado não gerou desenvolvimento e de que as medidas para as ilhas de coesão foram insuficientes, marcando a actividade governativa com um enorme fracasso no processo de desenvolvimento e coesão dos Açores.
Enquanto houver ilhas que apresentam uma realidade de tantas preocupações não podemos deixar de responsabilizar este Governo Regional.
Falta estratégia, falta ambição e faltam soluções.
Talvez seja tempo de o Governo ouvir o PSD e de ouvir a população.
Talvez assim reconhecesse que o problema existe em vez de teimar em se esconder ao redor de jogos de palavras.
São necessárias outras abordagens sobre a questão da desertificação de ilhas como a Graciosa. Ilhas onde tem falhado a coesão, onde os socialistas têm fracassado na execução de uma visão para os Açores.
Com a desertificação das ilhas o PS pôs em crise a ideia de "Açores - autonomia, desenvolvimento e coesão.".
E as crises debelam-se tomando medidas.
É urgente que se estanque esta ferida e se dê novo fôlego a uma açorianidade a nove, sem excepções, sem exclusões!
Muito mais importante do que ter Escandinavos na baixa de Ponta Delgada é ter Graciosenses na Graciosa!

terça-feira, julho 27, 2010

tempus fugit

Nem me dei conta que já se publica o Burgalhau fez dia 24 de Julho 4 anos.

...

100 dias

Completos desde que César disse que ía baixar as passagens para 100 euros e coiso e mais não sei o quê e que afinal já não era bem isso e...... prontos!!!

A gente espera...

Devido ao cancelamento do vôo SP 450, na manhã de hoje, a cerimónia de inauguração da obra de remodelação e requalificação das Termas e da Zona Balnear do Carapacho, prevista para as 11h00, foi adiada para a próxima 5.ª feira, dia 29 de Julho, às 14h30m.

in GACS

sexta-feira, julho 23, 2010

Obraram!

Habitualmente, quando uma qualquer entidade pública termina uma obra logo se apronta a fazer a sua inauguração, com pompa e circunstância, dando disso publicidade e exaltando as suas mais-valias.
Com o Governo Regional até já tivemos espectáculos milionários de inauguração, como no caso das Portas do Mar, ou com fogo de artifício exuberante, não fosse o final da obra motivo de grande comemoração.
Também há os casos de obras que são inauguradas vezes sem conta, após cada acrescento e cada melhoria.
Exemplos disso não faltam na ilha Graciosa. Veja-se o caso do Porto de Pescas, que a qualquer fase de obra concluída leva logo com uma inauguração e desde 2004 já foram algumas, com obras ainda a decorrer, e a esperar mais umas quantas festas de corta-fita.
Já assistimos ao descerramento de placas toponímicas em caminhos rurais, não fosse o nome do Governante ser esquecido. E até já assistimos à inauguração de um parque de estacionamento para não mais de 15 veículos, como no caso do estacionamento em frente à Academia Musical da Ilha Graciosa.
Mas se até aqui tem sido esta a forma de actuar, actualmente estamos a assistir a algo completamente novo.
Duas obras recentes na Ilha Graciosa foram já concluídas. As duas inserem-se no âmbito das zonas balneares da ilha e se uma pretendia transformar o lugar intervencionado numa nova zona balnear, a outra propunha-se melhorar significativamente a zona balnear existente.
São estas obras, respectivamente, a da zona balnear (?) do Barro Vermelho e a obra das piscinas do Carapacho.
Nestas obras gastaram-se centenas de milhares de euros mas gastou-se também a paciência dos Graciosenses.
Uma e outra envergonham por não cumprirem os propósitos desejados. Uma e outra parece que envergonham o Governo Regional que, nem tão pouco, se prontificou a fazer a sua inauguração.
No Barro Vermelho fez-se uma espécie de passeio, que não dá a lugar nenhum, com requintes de obra polida a ver pela pedra importada, ao que parece do Vietname, e com outra pedra encastrada mas estranhamente escondida por burgalhau a entulhar as imediações. Se era para transformar o Barro Vermelho em zona balnear ficamos esclarecidos: - Não cumpriu com o pretendido!!!
No Carapacho ninguém se cansa de apelidar aquela "coisa" da pior forma possível. Quem pensava que não era possível ter toda uma ilha contra uma determinada obra desengane-se. A obra das piscinas do Carapacho conseguiu esse feito!!!
Não me surpreende que, agora, se aprestem a fazer a sua inauguração, dando nota que nunca se enganam.
Se assim for fica o recado: Deviam era ter vergonh

Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa em 20/07/2010

terça-feira, julho 13, 2010

Férias Ociosas

Ao visitarmos a página da internet do programa OTL-J, encontramos o seguinte propósito: " O Programa OTLJ tem por objectivo proporcionar aos jovens uma forma inovadora de ocupar os seus tempos livres, contribuindo para a sua educação não formal, pela aquisição de novos saberes, normas e valores inerentes a uma cidadania responsável, bem como o acumular de experiências sociais e profissionais decisivas para a formação de cidadãos habilitados e responsáveis". Estes objectivos estão mais extensamente consagrados no Despacho Normativo n.º 25/2010 de 9 de Abril de 2010 do Secretário Regional da Presidência, que também atribui competências para gerir todo o programa à Direcção Regional de Juventude.

Este ano foi notícia que 1500 jovens ficaram de fora deste programa!

São motivo dessa exclusão a falta de verbas para apoiar este programa que assume tão nobres e exigentes objectivos.

Fará sentido que assim suceda?

Além de ser uma forma empreendedora de ocupar os jovens em período de férias, proporciona-lhes uma compensação monetária que permite todo um sem número de realizações pessoais e sentido de autonomia, numa transição para a idade adulta que se quer o mais "inserida" possível.

Mas para 1500 jovens que se candidataram ao programa não vai ser assim. Não poderão ver realizado esse seu desejo de ter umas férias, digamos, mais produtivas, com realização pessoal e, também, profissional.

É claro que tudo serve para desculpa por parte da Direcção Regional da Juventude (DRJ), e claro que para a DRJ a culpa é das entidades que se candidataram e, pasme-se, é também porque em determinados sítios não há colocação para os jovens.

E que tal se, durante a preparação de todo o programa, a DRJ fizesse o seu trabalho de casa e proporcionasse que, onde o índice de candidaturas é menor, houvesse medidas que até se poderiam chamar de "coesão", tornando a adesão mais atractiva?

Que tal se, durante o Inverno, a DRJ fizesse um pouco mais do que assistir às participações por parte do seu Director Regional em eventos partidários?

Diga-se em abono da verdade que ninguém dá pela existência desta Direcção Regional, parece que a sua actividade é sazonal e se resume à época estival. Mas se assim é, esperava-se que desse conta do recado e proporcionasse a jovens que pensam no seu futuro, que o querem mais capacitado e empreendedor, uma valiosa ocupação de férias, que também para muitos é um pequeno "pé de meia" para enfrentarem o início de uma nova fase fora da sua terra, numa universidade ou num outro curso que lhes ajude a realizar o sonho da sua vida!

Publicado no Diário Insular & Rádio Graciosa em 13/07/2010

quarta-feira, julho 07, 2010

Por mares cada vez menos navegados

Voltou a dança dos transportes marítimos de passageiros.
Já ninguém se espanta, já ninguém se surpreende!
Este ano o Governo do PS fez bandeira do novo serviço público no Grupo Central. Um serviço que garantia mobilidade e que possibilitava a muitas ilhas sonhar com mais movimento de pessoas.
Também muitos açorianos queriam aproveitar a melhoria de acessibilidades para dar um saltinho à ilha do lado. Ou a outra que não é habitual visitarem.
Mais uma vez fica tudo só no papel. Nem o serviço público é cumprido nem o Governo tem soluções.
Mais uma vez não há plano "B", e mais uma vez defraudaram-se expectativas, frustraram-se ambições e com isso arruínam-se negócios.
Mas além de tudo isso, também a propaganda de melhores horários da Atlanticoline se ficam por isso mesmo. Por propaganda!
Vejam-se estes cenários, que são reais e reveladores da falta de noção que o Governo tem da realidade: Para ir à Graciosa passar um fim-de-semana vindo da Terceira pode ir na sexta (de manhã!) mas só regressa na terça à tarde. Ou então, o caso de ligações entre a Graciosa e S. Miguel, de onde, quem quiser ir às maiores festas da Graciosa tem se sair na quarta antes, para só chegar na sexta, numa viagem de 1 dia, 20 horas e 30 minutos. Ou então sair no sábado só chegando Domingo à noite à Graciosa, numa viagem de 1 dia, 12 horas e 15 minutos.
E querem que alguém acredite que assim vamos a algum lado? Assim não há coesão que resista, nem há investimento que se torne reprodutivo.
E veja-se o que acontece se fizer essa viagem de S. Miguel para a Graciosa: Como a Atlanticoline mantém uma discriminatória política de proibição de pernoitas, os passageiros são postos na rua, levando a gastos exagerados de estadia na ilha de passagem.
Não têm remédio!
Já quanto aos preços das viagens, e para quem acha que são baratas, façam uma comparação: O preço de uma viajem de ida e volta à Graciosa, para quem sai da Terceira, é de 55 euros. Se trouxer viatura paga 83 euros, num total de 138 euros. Ora, uma viagem num ferry entre Las Palmas e Santa Cruz de Tenerife, nas Canárias, e com uma distância igual à que separa a Graciosa da Praia da Vitória, custa, para um casal de residentes com viatura, 49,88 euros.
Ou seja, nas Canárias, com uma tarifa de residente (serviço público à séria), um casal com viatura viaja num ferry moderno e confortável por menos daquilo que um único passageiro paga nos Açores.
Estamos muito longe de ter um transporte marítimo de passageiros em condições e o pouco que se conseguiu nos primeiros anos de operação foi destruído pelos erros de um Governo incapaz de ter soluções.

segunda-feira, julho 05, 2010

Graciosa “mal servida” de transportes marítimos de passageiros

O PSD da Graciosa considerou hoje que a ilha está “mal servida” de transportes marítimos de passageiros, dando como exemplo a “má ligação” com São Miguel, que pode demorar mais de um dia e meio de viagem.

“A título de exemplo veja-se que o governo continua a não perceber, ou a não querer perceber, as deficiências nos horários da Atlânticoline. Com navios a vir da Terceira ao sábado e a regressar para a Terceira à terça-feira. Bem como com uma má ligação com ilhas como São Miguel, de onde, por exemplo, quem quiser vir às maiores festas da Graciosa tem se sair na quarta antes, para só chegar na sexta, numa viagem de um dia, 20 horas e 30 minutos, ou então sair no sábado, só chegando domingo à noite à Graciosa, numa viagem de um dia, 12 horas e 15 minutos”, afirmou João Costa, presidente da comissão política de ilha do partido, em conferência de imprensa.

O dirigente social-democrata acrescentou que a Atlânticoline “mantém uma discriminatória política de proibição de pernoitas” nos navios que “prejudica” a Graciosa, “levando a gastos exagerados de estadia na ilha de passagem, pois os passageiros são postos na rua do navio”.

João Costa salientou que as tarifas da empresa “também não correspondem às necessidades” da ilha e comparou os preços com os que são praticados no arquipélago espanhol das Canárias.

“O preço de uma viajem de ida e volta à Graciosa, para quem sai da Terceira, é de 55 euros. Se trouxer viatura paga 83 euros, num total de 138 euros. Para quem acha que este é um bom preço diga-se que uma viagem num ferry entre Las Palmas e Santa Cruz de Tenerife, nas Canárias, e com uma distância igual à que separa a Graciosa da Praia da Vitória, custa, para um casal de residentes com viatura, 49,88 euros”, sublinhou.

O presidente do PSD/Graciosa lembrou ainda a promessa feita pelo secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, de que a ilha passaria a contar com quatro ligações semanais durante junho, julho e setembro e com cinco em agosto, tendo para tal contratado a empresa Transmaçor.

“Estamos já a 5 de julho e ainda não atracou nenhum navio da Transmaçor na Graciosa para cumprir esse serviço. A somar a isto, ainda ninguém sabe se haverá serviço público de transportes marítimos para a Graciosa. Quem quiser comprar bilhete não sabe onde se dirigir e nem a RIAC é capaz de vender um único bilhete para essas viagens”, afirmou.



Notícia TSF:



Notícia Rádio Clube de Angra:

Exemplo de reserva na Atlanticoline

Quer vir ás festas de Sto. Cristo na Graciosa? eis o que lhe oferecem!

Reservas sto cristo

Faça a sua simulação aqui:
http://www.atlanticoline.pt/

Broncas e trapalhadas - Graciosa Online

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