Mau tempo provoca estragos - Rádio Graciosa
Reportagem RTP:
Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
sábado, outubro 09, 2010
sexta-feira, outubro 08, 2010
quinta-feira, outubro 07, 2010
quarta-feira, outubro 06, 2010
Um Coreto com (outra) utilização
HOMENAGEM ÀS BANDAS FILARMÓNICAS NO CORETO DE LOULÉ:

(Na cidade de Loulé o Coreto já não tem a utilização de outros tempos.)
O Coreto de Loulé trata-se de uma obra do século XX, construída entre 1901 e 1926, ou seja, apenas entre 30 a 50 anos mais antigo que o da Praça de Santa Cruz da Graciosa.
Coreto da Praça Fontes Pereira de Melo em Santa Cruz da Graciosa - fotos retiradas do blogue: http://www.canadadasxixaras.blogspot.com/
(esta foto é de 1959)
23.05.09
(Na cidade de Loulé o Coreto já não tem a utilização de outros tempos.)
O Coreto de Loulé trata-se de uma obra do século XX, construída entre 1901 e 1926, ou seja, apenas entre 30 a 50 anos mais antigo que o da Praça de Santa Cruz da Graciosa.
Coreto da Praça Fontes Pereira de Melo em Santa Cruz da Graciosa - fotos retiradas do blogue: http://www.canadadasxixaras.blogspot.com/
(esta foto é de 1959)terça-feira, outubro 05, 2010
Um Presidente que não gosta...
Na passada semana o PSD aprovou na Assembleia Municipal da Graciosa duas propostas claramente em benefício da população da ilha.
A primeira, de redução em 4,5% do IRS pago pelos contribuintes Graciosenses que reverte para o município, passando essa percentagem de imposto a funcionar como dedução à colecta a favor dos Graciosenses.
No dia em que Sócrates anunciava mais austeridade, o PSD actuou, aliviando um pouco a carga fiscal dos Graciosenses.
A segunda proposta foi a da realização de um referendo local para que a população se possa pronunciar sobre a intenção do Presidente da Câmara em demolir o Coreto da Praça da Santa Cruz.
Estas propostas irritaram o edil que não apreciou a atenção dada aos problemas e às questões que marcam o dia-a-dia dos Graciosenses.
O Presidente da Câmara não apreciou a proposta de redução do IRS. Não que isso implique qualquer rombo nas finanças da autarquia, afinal estamos a falar de cerca de 70 mil euros e a Câmara não se queixa da sua situação financeira, facto até bem demonstrado nos gastos que se vão vendo por aí. Mas a inicia
tiva Social-Democrata levou a uma generalizada aprovação das pessoas e à censura da insensibilidade do Presidente, e isso é insuportável para quem se acha acima de qualquer crítica.
Mas o que mais irritou os socialistas foi a hipótese que o PSD quer dar à população para dizer o que quer relativamente ao Coreto do centro da sua Vila classificada.
O Presidente da Câmara fez, e faz, de tudo para que isso não aconteça. Já decidiu que o Coreto é para demolir e, do alto da sua autoridade, finge que ouve alguém e faz de conta que aceita a crítica como forma de mudar de opinião. Mas já decidiu, e a simples hipótese da população se manifestar em contrário é motivo de irritação.
Começa a ser notória a inabilidade autárquica de um Presidente que só ouve quem lhe dá razão.
Estamos perante um Presidente que acha que tudo está mal. Desde as árvores que ladeiam algumas artérias da Ilha (como no caso do caminho do cemitério no Guadalupe) passando pelo centro de Santa Cruz.
Para o Presidente da Câmara tudo deve ter um "ar" moderno, e apresenta-se como alguém que apenas se motiva por esse impulso. Essa modernidade leva a que confunda a renovação com modernice, e fica patente a revolta popular perante tanta insensibilidade.
Começa-se a descobrir que, afinal, o Presidente da Câmara não gosta da Graciosa. Não gosta do aspecto e da história dos lugares, e não gosta do povo, sendo relutante em devolver um pouco do imposto que estes pagam. É um Presidente em processo de isolamento pessoal. No final todos seremos vítimas.
Até quando?
(publicado no Diário Insular de 5/10/2010)
A primeira, de redução em 4,5% do IRS pago pelos contribuintes Graciosenses que reverte para o município, passando essa percentagem de imposto a funcionar como dedução à colecta a favor dos Graciosenses.
No dia em que Sócrates anunciava mais austeridade, o PSD actuou, aliviando um pouco a carga fiscal dos Graciosenses.
A segunda proposta foi a da realização de um referendo local para que a população se possa pronunciar sobre a intenção do Presidente da Câmara em demolir o Coreto da Praça da Santa Cruz.
Estas propostas irritaram o edil que não apreciou a atenção dada aos problemas e às questões que marcam o dia-a-dia dos Graciosenses.
O Presidente da Câmara não apreciou a proposta de redução do IRS. Não que isso implique qualquer rombo nas finanças da autarquia, afinal estamos a falar de cerca de 70 mil euros e a Câmara não se queixa da sua situação financeira, facto até bem demonstrado nos gastos que se vão vendo por aí. Mas a inicia
tiva Social-Democrata levou a uma generalizada aprovação das pessoas e à censura da insensibilidade do Presidente, e isso é insuportável para quem se acha acima de qualquer crítica.Mas o que mais irritou os socialistas foi a hipótese que o PSD quer dar à população para dizer o que quer relativamente ao Coreto do centro da sua Vila classificada.
O Presidente da Câmara fez, e faz, de tudo para que isso não aconteça. Já decidiu que o Coreto é para demolir e, do alto da sua autoridade, finge que ouve alguém e faz de conta que aceita a crítica como forma de mudar de opinião. Mas já decidiu, e a simples hipótese da população se manifestar em contrário é motivo de irritação.
Começa a ser notória a inabilidade autárquica de um Presidente que só ouve quem lhe dá razão.
Estamos perante um Presidente que acha que tudo está mal. Desde as árvores que ladeiam algumas artérias da Ilha (como no caso do caminho do cemitério no Guadalupe) passando pelo centro de Santa Cruz.
Para o Presidente da Câmara tudo deve ter um "ar" moderno, e apresenta-se como alguém que apenas se motiva por esse impulso. Essa modernidade leva a que confunda a renovação com modernice, e fica patente a revolta popular perante tanta insensibilidade.
Começa-se a descobrir que, afinal, o Presidente da Câmara não gosta da Graciosa. Não gosta do aspecto e da história dos lugares, e não gosta do povo, sendo relutante em devolver um pouco do imposto que estes pagam. É um Presidente em processo de isolamento pessoal. No final todos seremos vítimas.
Até quando?
(publicado no Diário Insular de 5/10/2010)
sexta-feira, outubro 01, 2010
Ligações aéreas entre os Açores e o Continente podem vir a perder interesse para as companhias de aviação - Notícias - RTP Açores
Ligações aéreas entre os Açores e o Continente podem vir a perder interesse para as companhias de aviação - Notícias - RTP Açores
Afinal, pergunto, quem é que paga os Administradores destas empresas?
Afinal, pergunto, quem é que paga os Administradores destas empresas?
quinta-feira, setembro 30, 2010
PSD aprovou "vantagens fiscais" em Santa Cruz da Graciosa
O PSD fez aprovar ontem, na assembleia municipal de Santa Cruz da Graciosa, e mediante a abstenção da bancada do PS, “uma redução da comparticipação da câmara no IRS, fixando em 0,5% a percentagem da participação variável, e passando para 4,5% a dedução à colecta em favor dos contribuintes”, disse o deputado municipal João Bruto da Costa.
“O PSD entende que todas as medidas que visem auxiliar as famílias, ainda mais numa altura de grande austeridade e de aumento da carga fiscal, são benéficas. E ainda mais tratando-se de uma localidade onde, a título de exemplo, o poder de compra é sensivelmente metade do verificado em Ponta Delgada, dai a nossa proposta”, explicou.
Segundo o social-democrata, “infelizmente a reacção do PS foi a pior, referindo que os valores em causa eram insignificantes e que a nossa proposta não passava de propaganda política, esquecendo que se trata de uma forma de auxiliar quem trabalha e desconta, e que permite uma discriminação positiva dos cidadãos de Santa Cruz da Graciosa, que verão agora ser-lhes devolvidos 4,5% do valor de IRS que dizia respeito à autarquia”, afirmou.
João Bruto da Costa acrescentou que “tendo a câmara uma situação financeira estável, esta iniciativa não põe em causa qualquer projecto municipal, pelo que esta era a altura certa para tentar melhorar as condições de vida dos graciosenses”, concluiu o líder da bancada laranja na assembleia municipal de Santa Cruz da Graciosa.
“O PSD entende que todas as medidas que visem auxiliar as famílias, ainda mais numa altura de grande austeridade e de aumento da carga fiscal, são benéficas. E ainda mais tratando-se de uma localidade onde, a título de exemplo, o poder de compra é sensivelmente metade do verificado em Ponta Delgada, dai a nossa proposta”, explicou.
Segundo o social-democrata, “infelizmente a reacção do PS foi a pior, referindo que os valores em causa eram insignificantes e que a nossa proposta não passava de propaganda política, esquecendo que se trata de uma forma de auxiliar quem trabalha e desconta, e que permite uma discriminação positiva dos cidadãos de Santa Cruz da Graciosa, que verão agora ser-lhes devolvidos 4,5% do valor de IRS que dizia respeito à autarquia”, afirmou.
João Bruto da Costa acrescentou que “tendo a câmara uma situação financeira estável, esta iniciativa não põe em causa qualquer projecto municipal, pelo que esta era a altura certa para tentar melhorar as condições de vida dos graciosenses”, concluiu o líder da bancada laranja na assembleia municipal de Santa Cruz da Graciosa.
terça-feira, setembro 28, 2010
segunda-feira, setembro 27, 2010
Um retrato social
Mentira de perna curtíssima
No plenário de Setembro de 2010 o deputado José Ávila acusou-me de ter ido para o cais satisfeito com o encalhe do "Ilha Azul"
O "Ilha Azul" encalhou a 23 de Agosto de 2007.
Nesse dia encontrava-me de férias aqui:

Ou seja.... !!!
Nesse dia encontrava-me de férias aqui:

Ou seja.... !!!
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