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segunda-feira, dezembro 13, 2010

Graciosenses na Primeira Página do DI

PS tenta “instrumentalizar” Assembleia Legislativa dos Açores

PSD Açores - Partido Social Democrata dos Açores

O líder parlamentar do PSD/Açores considerou hoje que o PS fez uma “tentativa de instrumentalização” da Assembleia Legislativa, alegando que a convocação da conferência de líderes sobre a remuneração compensatória apenas visava “servir os interesses” dos socialistas e do presidente do governo.

“O grupo parlamentar do PSD entende que o pedido de reunião da conferência de líderes feito pelo PS é apenas uma tentativa de instrumentalização da Assembleia Regional, que visa servir os interesses do PS e os do presidente do governo regional”, afirmou António Marinho, em conferência de imprensa.

O líder da bancada social-democrata salientou que a conferência de líderes parlamentares “não tem qualquer competência” para se pronunciar sobre a remuneração compensatória, referindo que lhe compete apenas “apreciar os assuntos previstos no Regimento”.

“Em termos gerais, a conferência de líderes tem por atribuições pronunciar-se sobre o funcionamento das reuniões e da organização dos processos legislativos, nomeadamente a convocação das reuniões plenárias, a respetiva agenda, a organização e tempo de debate, bem como outros de natureza idêntica”, disse.

António Marinho acrescentou que “não existe qualquer fundamento legal, estatutário ou regimental que habilite a conferência de líderes a pronunciar-se sobre o objeto da convocatória”.

O presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores reafirmou também a posição do partido sobre a remuneração compensatória, sublinhando que é uma medida “discriminatória” e “injusta”, dado que só abrange 3700 trabalhadores, além de ser “um fator de criação de desigualdades”.

O líder da bancada social-democrata recordou que o PSD/Açores votou contra a medida, tendo proposto, em alternativa, a redução do IRS em 30 por cento até ao quarto escalão.

“Com a proposta do PSD, seriam beneficiadas, por igual, as famílias açorianas. Ao mesmo tempo, num momento de crise da economia açoriana, seria dado um contributo para aumentar o rendimento disponível das famílias, estimulando o consumo e a dinamizando a economia regional. Essa proposta foi rejeitada pela maioria absoluta do PS”, afirmou.


Som – António Marinho afirma que PS tentou instrumentalizar Assembleia Legislativa
Som – António Marinho reafirma que redução do IRS beneficiaria, por igual, as famílias açorianas

Os campeões somos nós - Graciosa Online

Os campeões somos nós - Graciosa Online

Taça de ralis do grupo central fica na Graciosa



O Team Graciosa segurou o primeiro lugar da Taça de Ralis Além-mar do Grupo Central, no rali do natal disputado na ilha Terceira.

Cláudio Bettencourt e Luís Silva, ao volante de um Mitsubishi Lancer EVO9, ficaram em 2º lugar nesta ultima prova do troféu, a apenas duas décimas de segundo do vencedor Fernando Meneses.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Carlos César põe “açorianos contra açorianos”

O PSD/Açores considerou hoje que o presidente do governo está a pôr “açorianos contra açorianos” ao defender a remuneração compensatória para 3700 funcionários públicos, além de “dar oportunidade aos centralistas” para atacar a Autonomia.

“Com esta situação, Carlos César põe açorianos contra açorianos e dá oportunidade aos centralistas e às desconfianças de Lisboa para atacar a Autonomia a quem, deste modo, o próprio presidente do governo presta um péssimo serviço”, afirmou, em comunicado, a comissão política regional dos social-democratas.

O PSD/Açores salientou que “não é dividindo os açorianos que se defende a Autonomia”, alegando que “não é compensando uns e esquecendo os outros que se é mais açoriano ou que se defende os interesses da Região”.

“Na realidade, por muito que se afirme o contrário, com este tipo de postura está, apenas, a fragilizar-se a Autonomia. Por tudo isto, o PSD não pode deixar de lamentar que se instrumentalize a Autonomia e os seus órgãos para meros exercícios de afirmação pessoal que só prejudicam os Açores e os açorianos”, referiram.

Segundo a comissão política regional do partido, a “agitação política” criada pelo presidente do governo regional acerca da remuneração compensatória “está a prejudicar a Autonomia, a sua afirmação e credibilidade”.

“O PSD, com o sentido de responsabilidade democrática e autonómica que sempre afirma em todas as suas posições, apela à contenção e sensatez do presidente do governo e à necessidade de colocar à frente de quaisquer necessidades de afirmação pessoal e política os superiores interesses dos Açores e os legítimos direitos dos açorianos que devem ser, todos eles, tratados de forma justa e sem discriminações”, afirmaram.

Os social-democratas sublinharam que Carlos César implementou uma medida que “só protege uma parte pequena dos açorianos, esquecendo todos os outros que vêm os seus rendimentos baixar ora com a diminuição de salários, ora com a diminuição de prestações sociais, ora com o genérico aumento de impostos que afeta todos”.

O PSD/Açores recordou que o partido apresentou uma proposta alternativa à remuneração complementar, que passava pela redução em 30 por cento do IRS até ao quarto escalão, o que permitiria “compensar e proteger todos os açorianos independentemente das profissões e entidades patronais”

“O PS votou contra e quis, apenas, beneficiar uma parte dos funcionários públicos açorianos”, referiram os social-democratas.


Comunicado aqui: http://www.scribd.com/doc/45050869/Comunicado-CPR-10DEZ2010

Debate na AR

Dia Internacional dos Direitos Humanos









Speak Up, Stop Discrimination, Human Rights Day 2010

Na íntegra

As declarações do Presidente da República quando confrontado com a notícia da remuneração compensatória dos Açores.

Por uma questão de sanidade e imparcialidade os OCS dos Açores deviam publicar/mostrar na íntegra estas declarações!



Questionado sobre a inconstitucionalidade da medida a resposta foi: "não me quero pronunciar sobre isso"

terça-feira, dezembro 07, 2010

Quem não quer ser lobo...

A convulsão política desencadeada pela remuneração compensatória decidida pelo PS nos Açores, com o acordo de PCP, CDS e PPM, é uma machadada política no processo de afirmação da autonomia perante a necessária solidariedade que sempre se reclamou perante a República.
Se muitos comentários primam pela ignorância, num e noutro sentido, a verdade é só uma: a remuneração compensatória para quem trabalha na administração pública regional e ganha entre 1500 e 2200 euros é uma medida que gera desigualdades e assume certos Açorianos como de primeira e outros de segunda.
É bom recordar que os Açorianos que trabalham nas finanças, nas autarquias, na polícia e na GNR, nos tribunais e nas conservatórias, são Açorianos, vivem a Açorianidade, aqui nasceram e cresceram, aqui têm raízes e aqui criam os seus filhos, aqui pagam impostos e aqui vivem com as mesmas dificuldades dos demais. Mas, na verdade, não gozam desta remuneração compensatória que apenas se aplica aos que estão na alçada da administração regional.
Por essa razão o PSD não podia apoiar esta medida e propôs, como alternativa e verdadeiro apoio às famílias (a todas), que a região fizesse uso das prerrogativas que tem na lei de finanças regionais, estabelecendo em 30% a redução do IRS até ao 4º escalão.
Significaria isso que quem ganha menos do que 41 mil euros por ano veria as medidas de austeridade serem menos severas, isso sim, fazendo justiça para com uma região que, por via das circunstâncias, merece o tratamento especial que está consagrado na legislação.
Tratava-se de defender os Açorianos por igual, e na medida do possível, do preço a pagar pelos erros da (des)governação socialista.
Ao preferir o caminho da discriminação negativa de muitos Açorianos, ao afrontar a solidariedade nacional e ao pôr em causa esses conceitos, os Socialistas dos Açores e o seu insubstituível líder geraram a incompreensão do país.
De nada servirá a justificação dos poderes autonómicos, porque não é disso que se trata. De nada servirá o desfraldar do anti-centralismo, porque os Açorianos que não beneficiarão desta remuneração compensatória não podem ser ignorados nem discriminados perante os seus pares.
Mais uma vez, fica a descoberto que um Governo e uma maioria arrogantes não servem o interesse geral. Mais uma vez fica demonstrado que essa arrogância só serve para censurar a razão a quem a tem, apenas e só porque essa razão é a do maior partido da oposição. Mais uma vez, fica demonstrado que através da proposta de melhoria do sistema fiscal se podia, de facto, apoiar as famílias e os Açorianos por igual.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa 07/12/2010

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Remuneração compensatória

No Parlamento dos Açores, na discussão do Orçamento para 2011, o PSD propôs a eliminação do artigo que previa a remuneração compensatória para vencimentos na administração pública regional entre os 1500 e os 2200 euros por a mesma criar desigualdades. Não estivemos impávidos e assumimos com coragem a nossa alternativa!



Horários de Inverno da SATA - Graciosa Online

Horários de Inverno da SATA - Graciosa Online

O governo regional deixou esgotar o prazo de 60 dias e ainda não respondeu ao requerimento do grupo parlamentar do PSD, entregue no dia 4 de Outubro, sobre os horários da SATA para a Graciosa durante o inverno IATA.

Em comunicado hoje divulgado, o deputado graciosense do PSD classifica esta atitude de desrespeito quer pela Assembleia Legislativa quer pela população da Graciosa.

João Costa lembra que também o Conselho de Ilha da Graciosa, a 28 de Outubro, reconheceu que os actuais horários não defendem o desenvolvimento da Graciosa. Para o deputado social-democrata esta "situação decorre ao arrepio das promessas do PS e do presidente do governo" aquando da compra dos novos aviões.

O comunicado recorda que quem viajar para a Graciosa ou desta sair no fim de semana tem um voo à sexta-feira pelas 13h30, ao sábado às 15h45, ao domingo às 11h30 e à segunda-feira às 11h30.

Quanto às ligações para Lisboa apenas à quarta-feira existe uma ligação que chega à capital durante o dia (13h55). Nos restantes dias da semana a chegada a Lisboa é de madrugada e o tempo entre a partida e a chegada varia entre as 8 e as 13 horas. João Costa lembra também, para quem viaja de Lisboa para a Graciosa, que deve estar no aeroporto às 04h00 ou 06h00 da madrugada. Sobre a proximidade dos dois voos à quarta-feira, denuncia ainda que impedem a deslocação à Terceira e a Ponta Delgada no mesmo dia.

"Por outro lado, a ligação entre a Graciosa e Ponta Delgada praticamente deixou de ter voos directos (ainda que com escala na Terceira)" - afirma João Costa.

Na opinião do deputado do PSD " esta situação exige imediata alteração, conforme vincou o Conselho de Ilha, e exige imediata resposta do governo". - conclui o comunicado.

por: Luís Costa

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O embuste orçamental

O PS apresentou-se no parlamento como o partido que sustenta o único governo capaz de aumentar apoios sociais em tempo de austeridade, quando todos pela Europa fora fazem o contrário.

Essa circunstância faria do PS Açores o campeão do Estado Social, mas a verdade dos números e a crueza da realidade desmentem por completo uma ideia que só vinga porque é dita vezes sem conta, com a complacência de quem ouve e faz fé nas repetidas afirmações.

Na verdade, conforme tive oportunidade de dizer na ALRA, o total de aumento do complemento regional de pensão não chega a 1 milhão de euros, concretamente 943 078 €, para distribuir num ano por 35 mil idosos, resultando em menos de 2 euros por mês a cada um!

O governo esforçou-se por demonstrar que este apoio era feito com grande esforço, que era inédito, e repetiu à exaustão que era um aumento de mais de 4%.

Mas a realidade é que o Governo enganou todos quantos o ouviram. O esforço governamental é apenas de 1% do aumento da verba para campanhas publicitárias e resume-se a 0,09% do total do orçamento.

Ou seja, para a verba que o governo usa para dar festas em discotecas de Lisboa ou jantaradas com requinte a seguir a espectáculos de televisão, o PS inscreveu mais de 21 milhões de euros, um aumento de mais de 100% comparativamente ao ano de 2010, tendo o deputado Francisco César inclusivamente referido que a verba para esses eventos era mesmo para reforçar!!!

Já para os pobres que vivem 1/4 abaixo do limiar da pobreza, que têm menos de 300 euros por mês de pensão, o PS aumenta a verba do apoio complementar em menos de 0,09% do total orçamentado.

Só não é um escândalo porque já ninguém se impressiona com a forma como este governo age.

E, de facto, não impressiona saber que o caminho dos Socialistas não é diferente nos Açores do que tem sido seguido no continente.

De facto, os socialistas liderados por Sócrates, com o incondicional apoio de César, endividaram o país de tal forma que nos colocam à beira da bancarrota, virando-se depois para os cidadãos pedindo sacrifícios.

Nos Açores de Carlos César e do PS o caminho seguido é o mesmo, a região tem uma factura para apresentar aos nossos filhos de 2 mil e 500 milhões de euros.

Vendo as coisas de forma crua, é uma região pobre, com muitos pobres, e enterrada em dívidas.

O compromisso geracional da dívida que os socialistas deixam nos Açores acaba, por sinal, por ser um clone do percurso seguido por Sócrates.

E, ao invés de assumirem a realidade e inverterem o rumo, o PS mantém-se agarrado ao vício da arrogância e às habituais mitomanias.

É mesmo caso para dizer: Juntos Conseguiram!!!



Publicado no Diàrio Insular e Rádio Graciosa - 30/11/2010

O Bebé Martim - reportagem RTP Açores




Parabéns aos pais e Felicidades para a família!!

terça-feira, novembro 30, 2010

Criança nasce a bordo de helicóptero da Força Aérea > Sociedade > TVI24

Criança nasce a bordo de helicóptero da Força Aérea; TVI24

Planos falhados

Faz hoje um ano que aqui escrevi sobre o Plano Anual do Governo para a ilha Graciosa.
Terminei a minha crónica concluindo que o plano seguinte seria certamente mais volumoso, atendendo à acumulação de verbas não executadas e que o Governo adia sucessivamente.
Não me enganei!
Este ano o Plano volta a crescer, desta feita mais de 1 milhão de euros relativamente ao ano passado.
Mas voltamos à técnica de acumular promessas, inscrevendo verbas que não se executam, levando a que a verba cresça sem que isso signifique grande coisa.
No ano passado o Governo inscreveu cerca de 3 milhões de euros para o novo Centro de Saúde.
Este ano o Governo inscreve mais cerca de 5 milhões para essa mesma obra.
Ora, como não se prevê que o Centro de Saúde custe 8 milhões, na verdade o que temos é a mesma verba reinscrita, pois no ano passado limitaram-se a inflacionar o Plano para demonstrar grandes intenções.
Tem sido assim e, no entretanto, lá vão alguns dizendo que acham tudo isto muito positivo, muito normal e muito bom para todos.
Esta forma de governar, adiando sempre para anos eleitorais novas primeiras pedras e novas promessas, tem atirado a Graciosa para ciclos de execuções que, numa avaliação global, acabam por não ter a repercussão positiva que deveriam.
Este ano o Governo volta a esquecer a desejada marina (ainda é cedo para uma obra dessas dar frutos eleitorais), esquece o novo matadouro (o objectivo é o mesmo), ignora a protecção costeira de Santa Cruz (resta-nos rezar) e faz de conta que nunca prometeu a requalificação da baía da Praia (isso é mais em ano de eleições)!
No Plano, o Governo não dá mostras de querer cumprir com o que prometeu para a presente legislatura, até porque será o penúltimo plano desta e as prometidas obras não se fazem em alguns meses, e mantém a mesmíssima linha de actuação para a Ilha Graciosa.
Quem acha que isto é positivo só pode ter baixado os braços perante o declínio que vamos tendo nas verdadeiras lutas pelo desenvolvimento da Ilha.
Não parece lógico que os sucessivos Planos que assumem sempre as mesmas orientações estratégicas e que, de quatro em quatro anos, adiam a ilha para a legislatura seguinte, possam deixar de ter um olhar crítico e de frontal discordância.
Era tempo de a Graciosa voltar a ter voz de reivindicação no cumprimento de promessas esquecidas, de não se limitar a acenar com a cabeça como se esperasse apenas mais um favor ou uma benesse.
Era tempo dos Planos serem cumpridos e executados na íntegra. De não resultarem sempre num constante falhanço perante o desafio do desenvolvimento e de devolução à ilha de uma nova esperança.

Publicado no Diário Insular de 23/11/2010

quinta-feira, novembro 18, 2010

Agasalhe uma Nova Vida

“Agasalhe uma Nova Vida”

Actualmente, existem muitas famílias carenciadas, que estão a sentir fortemente as consequências geradas pela crise económica que o país atravessa. Há novas vidas que perigosamente estão a ser alvo desta situação. Os produtos considerados indispensáveis ao crescimento e desenvolvimento normal de um bebé têm, muitas vezes, custos elevados.

O serviço de Saúde Materno-Infantil do Centro de Saúde apela à solidariedade social dos graciosenses para que possam ajudar estas famílias a responder, de melhor forma, às necessidades dos seus filhos. Eles são o nosso futuro.

Pode deixar a sua contribuição na:

- Consulta Externa do Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa

- Casa do Povo da Freguesia do Guadalupe

- Casa do Povo da Freguesia de S. Mateus

- Junta de Freguesia da Luz

Material necessário (pode ser usado):

- Roupa de bebé dos 0 meses aos 6 meses

- Edredão para bebé

- Flanela

- Fraldas descartáveis dos 0 meses aos 6 meses

- Biberão

- Alcofa

- “Ovinho” / Cadeira de transporte

O Serviço de Saúde Materno-Infantil do Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa agradece o apoio de todos os que contribuírem.