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quinta-feira, janeiro 20, 2011

A escolha do presidente - Graciosa Online

A escolha do presidente - Graciosa Online

PSD Graciosa apela ao voto em Cavaco





A Comissão Politica de Ilha do PSD/Graciosa apoia a candidatura de Aníbal Cavaco Silva às eleições para a Presidência da Republica que decorrem este domingo, dia 23 de Janeiro.

Em comunicado, a estrutura social-democrata defende que Cavaco Silva é o candidato melhor preparado para exercer a mais alta magistratura do Estado e chama a atenção dos graciosenses para "as calunias e insinuações" lançadas pelos restantes candidatos.

O PSD/Graciosa lembra ainda ao eleitorado graciosense que foi com Cavaco Silva, então primeiro-ministro, que os Açores viram consagrado o estatuto de região ultraperiférica da Europa, ao abrigo do qual tem vindo a beneficiar de muitos milhões de euros.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Orgulho de Portugal

Cavaco ganha à primeira volta e Alegre empata com Nobre | Económico

Cavaco ganha à primeira volta e Alegre empata com Nobre | Económico

Cavaco consegue 62% das intenções de voto. Alegre com 15% e Nobre com 13% disputam segundo lugar.

Cavaco Silva vence as eleições presidenciais à primeira volta, deixando Manuel Alegre com apenas 15% dos votos e tecnicamente empatado com Fernando Nobre.

É esta a antevisão da sondagem da Marktest para o Económico e TSF que dá ao candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS uma vantagem confortável de 62% das intenções de voto e aponta o presidente da AMI como a grande novidade das presidenciais do próximo domingo, alcançando os 13%. Praticamente o mesmo valor que o candidato apoiado pelo PS e pelo Bloco de Esquerda, Manuel Alegre, que tem contado com a presença de destacadas figuras dos dois partidos nas suas acções de campanha.

Com o trabalho de campo a ser realizado ainda antes da última semana de campanha (entre os dias 14 e 16 de Janeiro) mas já incorporando algumas das críticas severas de Cavaco ao Governo e os casos BPN e BPP, os dados da Marktest espelham uma abstenção de 35% (25% de indecisos, 5% não respondem e 4% não votam). A confirmar-se seria o segundo valor mais baixo de sempre em eleições presidenciais que contam com um presidente recandidato. Apenas 4% garantem que votarão em branco.

terça-feira, janeiro 18, 2011

Por que voto Cavaco Silva

Se alguma coisa boa tem resultado desta campanha eleitoral é a circunstância de confirmarmos que, de entre os candidatos, apenas Cavaco Silva tem demonstrado ter as condições, já para não dizer as qualidades, necessárias para desempenhar a função presidencial.
A Campanha tem primado por apenas Cavaco Silva se afirmar com uma ideia de Portugal e uma noção exacta do sentido de Estado necessário para o desempenho das funções presidenciais.
Os restantes candidatos revelam tão só as repetitivas frases de críticas desgarradas e de ataques descabidos a Cavaco Silva.
Por mim, não embarco nesses argumentos de baixa política e de insinuações sobre quem tem demonstrado ser o único com conhecimentos e condições para influenciar positivamente os destinos de Portugal.
É por isso que irei votar Cavaco Silva no próximo Domingo.
Por isso e por muitas outras razões que, de facto, interessam nestas eleições.
Porque é o candidato que, na sua vida, mais provas deu de competência.
Porque é o candidato que se revela como o mais conhecedor da situação do País e dos passos que devemos dar para ultrapassar a grave situação em que Sócrates nos colocou.
Porque Cavaco nunca deixou de marcar presença quando confrontado com condições difíceis, nunca cedendo a facilitismos nem a pressões de outros para que servisse qualquer outro interesse que não o interesse do País.
Porque sempre falou verdade, ainda que esse não fosse o caminho mais fácil, demonstrando que não embarca em discursos de ilusões e de demagogia.
Porque, ao contrário de outros, não chegou agora ao clube dos que promovem as autonomias regionais, aliás, sempre deu provas de respeito, promovendo a dinâmica das autonomias como conceito para o seu desenvolvimento.
Porque é o candidato que mais se faz respeitar nos grandes fóruns internacionais, junto dos decisores políticos europeus e influenciando decisivamente a tomada de posições com influência directa no País e nas regiões autónomas.
Nunca é demais lembrar que a sua influência e determinação levou a que exista o conceito de regiões ultraperiféricas da Europa, levando a que regiões como os Açores tivessem uma atenção especial da Europa e um reforço exponencial das transferências de verbas da União Europeia.
Por estas e outras razões o meu voto será para o candidato Cavaco Silva.
Não porque ele irá servir os interesses dos partidos, porque isso ele já provou que não fará.
Mas porque Portugal e os Açores precisam de um Presidente com os pés bem assentes na terra, um Presidente que seja referencial de estabilidade, de verdade e de seriedade no exercício da função.
Com Cavaco temos essas garantias.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

sexta-feira, janeiro 14, 2011

PSD lamenta “conformismo” do presidente do governo sobre economia regional

PSD lamenta “conformismo” do presidente do governo sobre economia regional

Data: 2011-01-13

O PSD/Açores lamentou hoje o “conformismo” manifestado pelo presidente do governo acerca dos dados sobre a evolução da economia regional, alegando que Carlos César mostrou “inusitada satisfação” por a Região ter um desempenho “menos mau” que outras regiões portuguesas.

“Neste país de Sócrates e César, este último responsável político revela uma inusitada satisfação por os Açores terem um desempenho menos mau do que algumas outras regiões portuguesas”, afirmou, em comunicado, a comissão política regional dos social-democratas.

O PSD/Açores salientou que, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística sobre as contas regionais, a Região “tinha, em 2008, um PIB per capita de 15200 euros e, em 2009, descemos para 15100”.

“O problema de crescimento é evidente, face aos recursos disponíveis e à execução antecipada por via de desorçamentações e de endividamentos vários. Por tudo isto é estranho que o Presidente do Governo venha falar de 'desempenho notável'”, referiram os social-democratas.

A comissão política regional do partido sublinhou que, entre 1995 e 2006, os Açores “receberam de 7616 euros per capita da União Europeia, mais 2300 do que a Madeira e mais do dobro de todas as outras regiões ultraperiféricas”, considerando que “com tanto dinheiro teríamos necessariamente de crescer”.

“Em 1995 distávamos sete pontos da Madeira em relação à aproximação do PIB médio da União Europeia. Em 2009 distamos 27 por cento”, afirmaram.

O PSD/Açores lembrou que a Região “tem quase 20 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção, mais de 20 por cento de desemprego jovem, dez por cento das famílias açorianas atingidas pelo desemprego e empresas a fechar”.

“Não podemos deixar de valorizar o que atingimos, não podemos perder a esperança de dias melhores, mas temos de exigir mais de quem nos governa. Com tantos meios e com tantas necessidades não podemos capitular na vontade de fazer mais”, disseram os social-democratas.


quarta-feira, janeiro 12, 2011

Venham a mim que são autonomistas!

Em plena campanha eleitoral somos brindados com um sem número de aleivosias sobre os candidatos. Não se discutem ideias, não se debate o país, não se fala para o eleitor.
Mais do que servir o verdadeiro interesse da democracia, os caciques do costume andam numa roda viva à procura de mais um mexerico, de mais uma polémica e de mais uma distracção para denegrir a imagem e o bom nome de quem se dispõe a servir o Estado.
Nos Açores somos brindados com uma espécie de termómetro autonomista dos candidatos, onde a temperatura é medida pela vassalagem prestada a esse ícone autonomista com pés de barro que é o Presidente do Governo.
A campanha Socialista para as presidenciais mede-se, nos Açores, por saber se os candidatos pedem ou não audiências à majestosa personalidade de Sant'Ana, como se para aferir se alguém é mais ou menos defensor do modelo autonómico bastasse um pedido para aparecer ao lado de César.
Não deixa de ser caricato verificar que para os socialistas regionais, tanto faz o que o candidato comunista ou o candidato socialista pensam sobre o Estado Autonómico, desde que peçam a César um foto de ocasião e uma audiência de oportunidade.
E a oportunidade é sempre a mesma: atacar o candidato Cavaco Silva e o facto de este ter provocado a frustração Cesarista por não ter proporcionado uma presença ao seu lado.
Para o PS regional quem não vai à presença do Presidente do Governo não revela espírito autonómico. Contudo, esquecem que, por exemplo, Jorge Sampaio também não o fez e isso não impediu César de apelar ao voto no Presidente que ficará na história como o responsável pela ascensão de Sócrates.
Parecendo que é pecado não visitar um Presidente de Governo Regional quando em campanha nas regiões autónomas, os Socialistas facilmente esquecem que Alegre não pediu audiências ao Presidente do Governo Regional da Madeira quando ali se deslocou em campanha, e esquecem o que este recandidato disse em 2006, quando confrontado com essa circunstância. Na altura, Alegre dizia que pedira a César para o receber porque são amigos e que não fez o mesmo na Madeira porque não tem qualquer relação de proximidade com Alberto João.
Ver nestas situações medidores do carácter autonomista dos candidatos deixa os Socialistas em terríveis contradições sobre o verdadeiro sentido autonomista que deveriam colocar quando falam de defesa e luta autonómica. Mas nós já estamos habituados a isto, aliás, outra coisa não seria de esperar da parte de quem nunca percebeu, e parece que nunca perceberá, o que é a verdadeira luta pelas autonomias regionais e pelas suas progressivas conquistas.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

sexta-feira, dezembro 17, 2010

máquina de lavar: €88,50 e o resto é conversa...fiada entre a SATA e o Governo

máquina de lavar: €88,50 e o resto é conversa...fiada entre a SATA e o Governo

Açores: alerta de erupção vulcânica no mar

Açores: alerta de erupção vulcânica no mar

O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil dos Açores (SRPCBA) afastou qualquer risco para as populações associado à possibilidade de estar a ocorrer uma erupção vulcânica submarina entre as ilhas dos grupos Central e Ocidental do arquipélago.

Apesar disso, e face ao alerta recebido do Centro de Informação e Vigilância Sismológica dos Açores (CIVISA) de que uma erupção poderia estar a ocorrer nessa área desde o início de Dezembro, a Protecção Civil acompanha o «fenómeno com atenção», garantiu Pedro Carvalho à agência Lusa.

O presidente do SRPCBA adiantou que a situação foi também comunicada às autoridades marítimas para diligenciarem a possibilidade de recolha de informações por embarcações que naveguem na zona em que eventualmente se estará a registar a erupção.

Teresa Ferreira, do CIVISA, justificou a suspeita de uma erupção entre as ilhas dos grupos Central e Ocidental, numa zona da Crista Média Atlântica, com o registou de mais de uma centena de sismos nos últimos 10 dias.

A investigadora adiantou à Lusa que a zona em causa se localiza a mais de 100 quilómetros ilhas mais próximas ¿ Flores, Corvo, Faial e Graciosa ¿ e a profundidades que vão dos 800 aos 2 000 metros.

A última erupção marítima documentada ocorrida nos mares dos Açores ocorreu em 1998 ao largo da Serreta, ilha Terceira.

Pescadores em sobressalto!

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Voto de congratulação - Graciosa Online

Voto de congratulação - Graciosa Online

A Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa aprovou esta quinta-feira, por unanimidade, um voto de congratulação pela vitória do Team Graciosa na Taça de Ralis Além Mar do Grupo Central.

Este voto proposto pelos vereadores do PSD dá os parabéns aos pilotos Cláudio Bettencourt e Luís Silva.

Relatório da ERC mostra falta de pluralismo partidário na RTP - Media - PUBLICO.PT

Relatório da ERC mostra falta de pluralismo partidário na RTP - Media - PUBLICO.PT


Já no caso da RTP Açores, cujo Governo Regional é socialista, o PSD, neste caso através do seu “braço” açoriano, volta a estar sub-representado: em vez dos quase 32 por cento que deveria ocupar, fica-se pelos 12. A oposição no seu todo, em vez dos 48 por cento só tem 35. E o Governo em conjunto com o PS chega aos 65 por cento, quando idealmente deveria ter 50 por cento.

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Veto do Rep. da República

1. Dirijo-me à Assembleia Legislativa a que Vossa Excelência superiormente preside para, no exercício da competência atribuída ao Representante da República pelo nº. 2 do artigo 233º. da Constituição, solicitar uma nova apreciação do Decreto Legislativo Regional nº. 33/2010, recebido no meu Gabinete para assinatura no dia 7 do corrente mês de Dezembro, que contém o Orçamento da Região Autónoma dos Açores para o Ano 2011, dando conta aos digníssimos Deputados da Região das razões que motivam esta minha decisão.

2. Antes de mais, quero fazer a precisão de que a minha discordância, expressa neste veto, não se dirige ao Orçamento, qua tale, que esse não discuto, mas apenas à norma do artigo 7º. do diploma que o aprovou e que cria uma … “remuneração compensatória igual ao montante da redução remuneratória total ilíquida efectuada, por via do diploma do Orçamento do Estado, em relação aos trabalhadores da Administração Regional e dos Hospitais EPE, cujas
remunerações totais ilíquidas mensais, nos termos previstos naquele diploma orçamental, se situem entre €1.500 e €2.000.” E tanto se circunscreve rigorosamente a essa norma que o sentido deste veto ficará inteiramente cumprido com a sua eliminação pura e simples.

3. Na verdade, esta norma é criticável a vários títulos. Desde logo, na sua conformidade constitucional, ou seja, da violação dos princípios constitucionais da igualdade, da solidariedade e da coesão nacionais.
Mas, independentemente deste juízo de desconformidade com a Constituição, que não foi por mim exercitado pelo meio disponível da fiscalização preventiva (mas poderá a todo o tempo ser desencadeado pela via da fiscalização abstracta sucessiva) sobram sempre razões de carácter ético, ou ético-político, que desabonam e condenam uma tal medida.

4. Será bom começar por dizer, o que às vezes tem sido esquecido, que foram considerações de carácter social, humanitário, de solidariedade e de compreensão das debilidades salariais de uma certa faixa de funcionários públicos regionais que estiveram na base e serviram de fundamento a esta medida de excepção. Os órgãos de Governo Regional agiram aqui no desenvolvimento e na efectivação de um compreensível impulso de protecção dos seus funcionários mais carenciados e afectados pelo corte salarial decretado no Orçamento Nacional.
Só que isso é uma parte da realidade, que sendo relevante, silencia ou despreza a outra parte da realidade nacional envolvente.
Na verdade, afronta injustificadamente as situações paralelas e similares dos funcionários atingidos pelo rigor do orçamento nacional, alguns dos quais a prestar serviço na Região, e bem assim, muitos dos funcionários da Administração Local.
Enquanto a medida discriminatória e profundamente injusta, se não mesmo de incompreensível egoísmo.

5. E não vale argumentar com a penosidade do trabalho nos Açores, pelo isolamento, pela onerosidade que a distância agrava, enfim por aquilo a que vulgar e repetidamente se chamam os preços, os custos e os sacrifícios da insularidade.
Tudo isso é exacto, mas aceitável e atendível noutros planos, onde, aliás há muito se vêm praticando efectivamente medidas de compensação, protecção, apoio e incentivo de efeitos mais generalizados e abrangentes.

6. Nem se diga que a remuneração compensatória não custa um cêntimo ao Orçamento Nacional ou ao contribuinte continental.
É uma afirmação superficial e de validade apenas formal.
Na verdade, é evidente que só pode sair do Orçamento da Região Autónoma dos Açores.
Mas será razoável lembrar que desde sempre uma parte significativa das receitas (correntes e de capital) desse Orçamento é constituída por transferências do Orçamento Nacional.
E bem. E muito justamente, como sempre entendemos, porque não pactuamos com aqueles que, em tom levianamente brejeiro, vão já gracejando que a discriminação positiva começa a ser demasiado positiva.
Mas também não pactuamos com a queixa e o lamento de séculos, que, por isso mesmo já entrou no imaginário político açoriano, de que tudo o que de nefasto acontece nos Açores é fruto de um centralismo cego e anacrónico.
Não se nega a existência esporádica de motivações centralistas e preconceituosas.
O centralismo existe, efectivamente.
E curiosamente, e por ironia, alimenta-se de situações como esta.
Mas não é regra. Nem sequer a excepção frequente.
Há muito que as Autonomias Regionais entraram no património adquirido de Portugal e, particularmente os Açores e os Açorianos, no património afectivo-cultural, quase afectivo-romântico, dos continentais.
Sei do que falo, porque sou metade de cada lado.
Mas, até por isso, me sinto à vontade para expressar a minha discordância profunda das razões, do sentido e dos objectivos desta medida que considero injusta e discriminatória.

7. Por outro lado, colocando-se fora do alcance dos sacrifícios nacionais pode assacar-se-lhe um desprezo e uma dessolidarização da gravíssima situação que o País atravessa.
É preciso recuar quase um século para encontrar cortes salariais desta natureza e dimensão.
Não é uma mera situação de dificuldade conjuntural e transitória que podia consentir ou justificar tratamentos e soluções diferenciados que a própria dimensão da Autonomia legitimaria.
Não é disso que se trata.
Trata-se antes de uma situação de catástrofe nacional, da responsabilidade de muitos – ou de todos – ao longo dos tempos que pode arrastar Portugal para o descrédito, a miséria, a bancarrota.
Ninguém pode eximir-se aos sacrifícios decididos, com generalizada aceitação, como necessários e adequados.

8. E não está na tradição do Povo Açoriano esconder-se atrás da bruma para não sentir as dores dos vizinhos.
O sentimento de fraternidade, de entre-ajuda e de solidariedade está no ADN dos Açorianos.
E, por isso, tenho a intuição de que o desejo de bem fazer e proteger, ditado pelo instinto e tacto político não interpretou o profundo sentir deste povo sereno, sensível, fraterno e solidário.
E, assim, a eliminação da norma em causa pela reconsideração da sua justeza por parte de Vossas Excelências, Senhores Deputados, representará um acto de reencontro com o mandante – o Povo Açoriano – e uma louvável atitude de humildade e de correcto exercício democrático do mandato parlamentar que do Povo receberam.
Demais que, e não será despiciendo, será sempre e ainda um acto de vontade do Parlamento Açoriano, sem interferências externas, no desenvolvimento total e profundo dos valores da Autonomia.
Com os mais cordiais cumprimentos do maior apreço e da mais elevada consideração, saúdo, na pessoa de Vossa Excelência, todos os Senhores Deputados.

Angra do Heroísmo, 15 de Dezembro de 2010

terça-feira, dezembro 14, 2010

Chicos-espertos

Continua a dar que falar a remuneração compensatória.
Já aqui disse que a questão é de se ter feito uma discriminação negativa de alguns açorianos, apoiando 3700 funcionários públicos com ordenados entre os 1500 e os 2 mil e qualquer coisa de euros, deixando outros de fora bem como a verdadeira classe média baixa que vai sofrer as agruras da austeridade socialista.
Entretanto a questão evoluiu, a contento dos socialistas regionais, para uma pseudo-afirmação autonómica contra centralistas e os que não entendem as dificuldades insulares. Mas essa é uma falsa questão que possibilita o asnear de quem se entretém com o acessório, esquecendo a questão central.
Na verdade, esta medida criou a noção de que existem Açorianos que devem ser compensados havendo outros, também cidadãos destas ilhas, que irão ver os seus salários reduzidos por força dos cortes aos que ganham mais de 1500 euros.
César e os socialistas regionais bem que tentam justificar esta medida como um apoio social, como se apenas uma parte dos que ganham mais de 1500 euros justificassem esse conceito aplicado à sua condição económica.
Depois dizem que abdicaram de um estádio de futebol para investir este dinheiro nas famílias, como se tais investimentos dispensáveis tivessem visto o seu adiamento por preocupações sociais com os que mais necessitam.
Chegam mesmo a querer fazer passar por ignorantes todos quantos ouvem as suas estafadas justificações como o fez o líder da bancada do PS na ALRA ao dizer que este apoio remuneratório era investimento reprodutivo, porque os que dele beneficiavam iriam gastar essa verba em comes e bebes no mercado local!
Mas quem assim fala e actua esquece que o seu chico-espertismo apenas confere às suas palavras a idiotice de quem não vê como justificar a avalanche de críticas a que a medida tem sido sujeita.
Se este socialismo insular quisesse actuar na sociedade não podia ignorar os que mais necessitam e os que mais sofrerão com esta crise. E essa actuação passaria, sem dúvida, por abdicar de certos investimentos para apoiar as classes de Açorianos que sentem como nunca as dificuldades da sua baixa condição económica. Mas este socialismo esquece os mais fracos, e se abdica de um estádio de futebol, não se coíbe de gastar, por exemplo, 6,6 milhões de euros num novo Centro de Arte Contemporânea.
Convenhamos que o raciocínio do dispensável em favor do necessário fica ferido de morte neste exemplo que significa o dobro da verba que agora se gasta com esta remuneração compensatória.
Para uma região em que 1/4 da população vive abaixo do limiar da pobreza, ficamos esclarecidos.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Graciosenses na Primeira Página do DI

PS tenta “instrumentalizar” Assembleia Legislativa dos Açores

PSD Açores - Partido Social Democrata dos Açores

O líder parlamentar do PSD/Açores considerou hoje que o PS fez uma “tentativa de instrumentalização” da Assembleia Legislativa, alegando que a convocação da conferência de líderes sobre a remuneração compensatória apenas visava “servir os interesses” dos socialistas e do presidente do governo.

“O grupo parlamentar do PSD entende que o pedido de reunião da conferência de líderes feito pelo PS é apenas uma tentativa de instrumentalização da Assembleia Regional, que visa servir os interesses do PS e os do presidente do governo regional”, afirmou António Marinho, em conferência de imprensa.

O líder da bancada social-democrata salientou que a conferência de líderes parlamentares “não tem qualquer competência” para se pronunciar sobre a remuneração compensatória, referindo que lhe compete apenas “apreciar os assuntos previstos no Regimento”.

“Em termos gerais, a conferência de líderes tem por atribuições pronunciar-se sobre o funcionamento das reuniões e da organização dos processos legislativos, nomeadamente a convocação das reuniões plenárias, a respetiva agenda, a organização e tempo de debate, bem como outros de natureza idêntica”, disse.

António Marinho acrescentou que “não existe qualquer fundamento legal, estatutário ou regimental que habilite a conferência de líderes a pronunciar-se sobre o objeto da convocatória”.

O presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores reafirmou também a posição do partido sobre a remuneração compensatória, sublinhando que é uma medida “discriminatória” e “injusta”, dado que só abrange 3700 trabalhadores, além de ser “um fator de criação de desigualdades”.

O líder da bancada social-democrata recordou que o PSD/Açores votou contra a medida, tendo proposto, em alternativa, a redução do IRS em 30 por cento até ao quarto escalão.

“Com a proposta do PSD, seriam beneficiadas, por igual, as famílias açorianas. Ao mesmo tempo, num momento de crise da economia açoriana, seria dado um contributo para aumentar o rendimento disponível das famílias, estimulando o consumo e a dinamizando a economia regional. Essa proposta foi rejeitada pela maioria absoluta do PS”, afirmou.


Som – António Marinho afirma que PS tentou instrumentalizar Assembleia Legislativa
Som – António Marinho reafirma que redução do IRS beneficiaria, por igual, as famílias açorianas

Os campeões somos nós - Graciosa Online

Os campeões somos nós - Graciosa Online

Taça de ralis do grupo central fica na Graciosa



O Team Graciosa segurou o primeiro lugar da Taça de Ralis Além-mar do Grupo Central, no rali do natal disputado na ilha Terceira.

Cláudio Bettencourt e Luís Silva, ao volante de um Mitsubishi Lancer EVO9, ficaram em 2º lugar nesta ultima prova do troféu, a apenas duas décimas de segundo do vencedor Fernando Meneses.