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Santa Cruz da Graciosa

terça-feira, fevereiro 15, 2011

O PS vale pouco... o Governo tenta ajudar!

A cada dia que passa nota-se um maior frenesim no PS Açores e no Governo Regional.
É já notório que o grande objectivo é começar, desde já, uma campanha para as eleições de 2012.
Por todas as ilhas os membros do Governo desdobram-se em visitas a obras em curso, justificando tudo o que corre mal como uma aparente normalidade e lançando primeiras pedras a cada ocasião.
Até um incêndio em Ponta Delgada é logo motivo para aparecer no local, em entrevistas e declarações.
Este Governo maximiza o seu tempo de antena com a desgraça alheia e auto-promove-se com o dinheiro dos açorianos.
Como se isso não lhe bastasse, chegamos ao cúmulo de assistir a um insistente colocar do Governo, dos seus membros e dos meios do estado ao serviço do Partido Socialista. Vale tudo desde que seja para promover os dirigentes do partido, nomeadamente os deputados das diferentes ilhas onde se deslocam nessas visitas de propaganda, que nada trazem de novo e apenas servem interesses menos democráticos.
Exemplo disso foi a propaganda a que recentemente assisti, feita pelos deputados do PS eleitos por Santa Maria, promovendo assim actividade partidária, acompanhados pelo Director Regional da Cultura que se deslocou àquela ilha em serviço oficial, devidamente noticiada pelo gabinete de propaganda do Governo, e portanto, recebendo ajudas de custo pagas por todos nós.
Quem acha isto normal não tem nada a aprender com algumas práticas pouco democráticas próprias de regimes de partido único.
Nas restantes ilhas não é diferente. Os secretários regionais andam em roda viva, passeando-se na companhia dos dirigentes do Partido Socialista como se tudo fosse perfeitamente natural.
E por sinal, até é normal nesta região em que o Presidente do Governo, em processo de despedida do poder, usa e abusa de todas as ocasiões para atacar a líder do PSD.
2012 assusta cada vez mais os socialistas dos Açores que se acotovelam uns aos outros a ver se aparecem ao lado de quem possa estar na frente, sem contudo saber quem seja essa personalidade.
A 20 meses de eleições para o Governo Regional, o PS não tem candidato e tudo o que move o actual Presidente é fazer a campanha do seu partido, tentando que existam condições para afirmar o seu partido como alternativa de si mesmo.
Ironicamente, essa circunstância apenas revela que sem o actual Presidente do Governo o PS Açores vale pouco mais do que 20%.
Há claramente um desígnio eleitoralista de promoção do Partido Socialista por conta do Governo Regional. Pena é que quem tem competência para moralizar a vida pública e para sancionar este tipo de atitudes se entretenha com outros fados!

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

Causa Pública - Hoje - Graciosa


O programa Causa Pública de hoje é sobre a Graciosa - Na RTP Açores cerca das 20H45

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Deolinda - Parva que Sou



Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

João Costa questiona governo sobre instalação de pórtico de varagem no porto de pescas da Graciosa. ~ Rádio Graciosa

João Costa questiona governo sobre instalação de pórtico de varagem no porto de pescas da Graciosa. ~ Rádio Graciosa

O deputado do PSD/Açores, João Costa, pediu explicações ao governo regional sobre a instalação de um pórtico de varagem no porto de pescas da Graciosa, alegando que o executivo já prometeu a aquisição do equipamento “por diversas vezes”.Em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores, o deputado graciosense referiu que, nos últimos anos, “dadas as condições de pouca segurança no interior do porto de pescas, ainda mais urgente se tornou a existência desse pórtico de varagem” e vai mais longe afirmando que “por certo que o Governo Regional não ignora que no último ano diversas têm sido as situações de aflição dentro do Porto de Pescas devido à falta deste equipamento.”“Este tem sido um inverno bastante rigoroso que, não só tem levado os pescadores da Graciosa a temer pela segurança das embarcações, assim como tem impossibilitado mais saídas para o mar”, e citamos.O parlamentar do PSD/Açores pretende também que o governo regional explique o motivo pelo qual “ainda não foi accionado o mecanismo do FUNDOPESCA” para os pescadores graciosenses, salientando que o reduzido volume de capturas e o baixo número de saídas para o mar registados entre Outubro e Dezembro “já justificavam uma atenção especial por parte do governo”.Para João Costa tratam-se de “situações que importa dar a atenção devida e que o Governo Regional tem obrigação, através do FUNDOPESCA de salvaguardar, não só no interesse dos pescadores Graciosenses e das suas famílias, mas também com reflexo na economia, já de si frágil, da ilha Graciosa”, e citamos.
No requerimento o deputado diz ainda ter conhecimento de existirem situações em que se constata o direito a beneficiar deste apoio, mas tal ainda não se verificou na presente safra.
Perante estas situações, o deputado laranja quer saber para quando a aquisição de um Pórtico de Varagem (travelift), se está o Governo Regional ciente da quebra acentuada de rendimentos dos profissionais da Pesca da Graciosa e porque razão ainda não foi accionado o mecanismo do FUNDOPESCA para os pescadores Graciosenses que dele devam beneficiar?

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Uma Coelho está garantida, falta um Coelho

Na semana em que a indigestão dos resultados da eleição presidencial atormentava o PS Açores e o Governo, a solução para descentralizar o debate político foi a de uma recauchutagem governamental levando ao sacrifício da titular com menos peso político e na hora em que esta se encontrava mais fragilizada.
A saída de Lina Mendes da pasta da educação serviu para cumprir os objectivos imediatos de um Governo nitidamente cabisbaixo e sem saída para a tremenda derrota que sofrera Domingo.
Essa substituição, há muito reclamada pelos parceiros sociais, foi pensada ao nível do momento político de rescaldo de uma derrota do PS Açores, que se envolveu ao mais alto grau na alegre campanha do seu candidato, o candidato "amigo" como os próprios dirigentes socialistas o definiram, e também ao nível do momento conturbado que se vive no plano das políticas educativas e da esperada convulsão com a classe docente por causa dos concursos de professores.
Por outro lado, foi com extrema deselegância que o Presidente do Governo comentou a substituição de Lina Mendes, afirmando que era um processo esgotado (a passagem da governante pela pasta) e que esperava muito melhor desempenho por parte da nova Secretária, Cláudia Coelho Cardoso.
Deselegante na abordagem e contraditório nos propósitos da saída da anterior titular.
É que, se a anterior Secretária Regional saiu dizendo que o fazia por vontade própria, já o Presidente do Governo, ao ver fugir-lhe por entre os dedos a ideia de que quem manda é ele, logo tornou o caso como uma opção do próprio, ao qual só faltou dizer que tinha despedido a Secretária Regional.
A última semana trouxe também o fim de jogo no PS Açores sobre a eventualidade de ter na Presidência da República um amigo que ignorasse a regra estatutária que impede o actual Presidente do Governo de se candidatar a novo mandato.
O PS Açores necessitava desta solução como de pão para a boca, e o Presidente do PS, mesmo contrariado, aceitava que o tabu se pudesse prolongar por mais um ano, podendo assim evitar a implosão interna em que agora se encontra o Partido Socialista Regional.
Na verdade, Cavaco Silva cumprirá o que diz o Estatuto dos Açores e respeitará a vontade dos que fizeram constar da lei a impossibilidade de Carlos César se candidatar a Presidente do Governo, na senda, diga-se, do que pensa o próprio Presidente do Governo.
Neste desencanto eleitoral que arruinou as esperanças dos Socialistas regionais, o PS vê-se perante a cruel realidade de procurar outro líder. O PS Madeira parece que aposta em José Manuel Coelho. Os Socialistas dos Açores talvez o queiram disputar.

Publicado no Diário Insular e Rádio Gaciosa

Aos bocados

Sobre o voto de congratulação pelos 525 anos da Vila de Sta. Cruz

Corta-mato escolar

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Tiago Borges contratado

O avançado açoriano Tiago Borges, que passou pelos escalões de base do FC Porto, vai trocar o Anadia, clube inscrito na zona Centro da 2.ª Divisão, pelo Leixões. O novo reforço, de 25 anos, ganhou notoriedade no Anadia, onde marcou 16 golos.

A contratação de um avançado nesta janela de Inverno era prioritária para a equipa de Matosinhos, como assumiu recentemente o seu treinador.

Augusto Inácio ganha, assim, um reforço com boas credenciais, dois dias depois de os leixonenses terem assegurado o concurso do médio Livramento.

Leia mais na edição impressa de A BOLA

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Entardecer

Cláudia Cardoso é a nova Secretária Regional de Educação e Formação

O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, indigitou hoje Cláudia Cardoso para o cargo de Secretária Regional de Educação e Formação, substituindo Maria Lina Mendes, que abandona as funções “a seu pedido”.

A mudança no executivo regional foi anunciada esta noite numa nota do gabinete de comunicação, já depois de terem terminado os trabalhos do plenário da Assembleia Legislativa Regional.

Cláudia Alexandra Coelho Cardoso Meneses da Costa, 37 anos de idade, licenciada em Português/Inglês pela Universidade dos Açores, é natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição, em Angra do Heroísmo, na Terceira.

Esta é a segunda vez que Cláudia Cardoso assume funções no governo açoriano, depois de ter sido Secretária Regional da Presidência entre 2002 e 2004.

Segundo a nota oficial, o Representante da República para os Açores já assinou o decreto de nomeação de Cláudia Cardoso, que deverá tomar posse ainda esta semana.

Lusa/AO Online

Amanhecer

quarta-feira, janeiro 26, 2011

ALRAA aprova voto de saudação pela reeleição de Cavaco Silva

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores aprovou esta quarta-feira, por maioria, uma voto de saudação pela reeleição de Cavaco Silva para a Presidência da República, numa votação em que apenas PSD e CDS/PP votaram a favor.
O voto de saudação, apresentado em conjunto pelo PSD e pelo CDS/PP, não recolheu o voto favorável das forças políticas que apoiaram outros candidatos nas eleições presidenciais de domingo o que fez com que a votação ficasse muito longe da unanimidade registada num voto semelhante aprovado há cinco anos.

Na votação de hoje no parlamento açoriano, PSD e CDS/PP votaram a favor, BE votou contra e PS, PCP e PPM abstiveram-se.

O documento aprovado destaca o “civismo e a normalidade democrática” com que decorreram as eleições de domingo, acrescentando que o Presidente da República eleito recebeu o “apoio significativo e amplo dos portugueses”.

“Os açorianos manifestaram-se expressivamente a favor do candidato vencedor, que recebeu na região um apoio relativo superior à média nacional”, acrescenta o documento, numa referência à votação obtida por Cavaco no arquipélago dos Açores.

Há cinco anos, também na sequência das eleições presidenciais, o parlamento açoriano aprovou dois votos de saudação pela eleição de Cavaco Silva para a Presidência da República.

Um dos votos, da autoria do PSD, com muitos elogios à figura do novo Chefe de Estado, foi aprovado apenas por maioria, com a abstenção do PS, enquanto o outro, da autoria da bancada socialista, redigido de forma quase telegráfica, foi aprovado por unanimidade.

Lusa/AO online

Eleitores-fantasma são 1,25 milhões - Política - Correio da Manhã

Eleitores-fantasma são 1,25 milhões - Política - Correio da Manhã

Se aos 10,6 milhões de cidadãos residentes, dos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), retirarmos os menores de 18 anos, que não podem votar, e dois terços dos estrangeiros em Portugal, que não têm direito de voto (290 mil), chegamos a um total de 8,37 milhões de eleitores no nosso país. A listagem total das freguesias aponta para 9,62 milhões. A diferença revela que há 1,25 milhões de eleitores-fantasma no País. Se tivermos em atenção apenas o universo real de eleitores, a taxa de abstenção das últimas presidenciais desce para 46,4%.

eleitores

Em relação à reeleição de Jorge Sampaio em 2001 votaram na Graciosa na reeleição de Cavaco Silva menos 163 eleitores!

terça-feira, janeiro 25, 2011

A lição do Professor

Nas eleições do passado domingo a esquerda socialista, - a democrática e a outra -, foram claramente postas no lugar pelo povo Português, farto das utópicas ideias de um passado que não se repete.
Essa dita esquerda apresentou todo o tipo de candidatos. Desde o ex-autarca desiludido com a política da máquina do Largo do Rato, ramificada no Terreiro-do-Passo e que tem levado ao actual estado do país, passando pelo poeta de ideais revolucionários do terceiro quartel do século passado, indo até ao habitual comunista da ortodoxia soviética, passando pelo comunista desiludido - nas suas palavras “evoluído”- que depois de lhe cair um bocado do muro de Berlim em cima achou que devia profetizar uma paródia política usando um partido que havia ali à mão! Havia também um Sr. Dr. que prometia nobreza mas revelou-se não como um político da social-democracia, como aparentava querer, mas como desprovido de visão de estadista, que convém ter quando se quer ser presidente desta república.
O Povo disse que nada disto servia, nada disto serve o país e a democracia.
Cavaco Silva encarnou o presidente que Portugal precisa para levar pela frente a difícil tarefa de nos tirar deste pântano que nos meteram.
Nos Açores nem vale a pena apontar derrotados, foram os que usaram de tudo para contrariar o sentimento democrático do povo açoriano, fizeram valer-se dos seus cargos para promover um candidato, usaram de uma campanha de insinuações sobre tudo. E sobretudo meteram a autonomia no meio da campanha, amedrontando e insultando o Presidente de Portugal. Quiseram afrontar mais uma vez as regras do jogo democrático, usando de meios proibidos pela lei eleitoral.
Agora escudam-se com as boas relações institucionais mas a verdade é que usaram mais uma vez os Açores para fazerem jogos políticos de favorecimento partidário. Depois escudam-se no povo dos Açores.
Até podia dar o nome a isto, mas isso já todos sabem!
Cavaco no discurso de vitória manifestou a verdade e o sentimento maioritário do povo português que não se comove com política de vão de escada, de canto de balcão, de demagogia e de insulto permanente, que está farta do caminho seguido e que, também nos Açores, está a por em risco a soberania e o futuro dos mais jovens.
Esta é uma vitória da verdade e um cartão vermelho à política tal como a usam as esquerdas, com campanhas e aliados de ocasião, e para a ocasião.
O país e os Açores merecem também outras políticas, ao serviço dos seus cidadãos, sem que estes sejam usados como escudo de interesses do partido ou de transição pessoal.
A votação de domingo foi um sinal, um bom sinal!

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

domingo, janeiro 23, 2011