Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
domingo, junho 19, 2011
sábado, junho 18, 2011
quinta-feira, junho 16, 2011
terça-feira, junho 14, 2011
Açores agrícolas
O Presidente da República dedicou parte do seu discurso do dia de Portugal, e um artigo no "Expresso", à agricultura, em especial aos jovens agricultores.É um desígnio e uma obrigação nacional!
É, também, uma incontornável necessidade se nos concentrarmos nos Açores e nas suas especificidades, tradição, e vocação.
Os Açores agrícolas são a melhor aposta para um futuro sustentável, onde a terra não é só alimento e paisagem, mas constitui um embrião de desenvolvimento, de economia e de criação de riqueza.
Os jovens agricultores, nas palavras de Cavaco Silva, "ocuparão a linha da frente de um vasto e patriótico movimento nacional que coloque a agricultura como um sector fundamental para a sustentabilidade futura do nosso país",
Existem já bons exemplos de uma interessada inclusão dos jovens no mundo rural, incrementando o sector e constituindo factor de esperança para o futuro.
É o caso da ilha Graciosa, em que existe uma importante adesão de jovens ao empreendedorismo agrícola, em especial na lavoura.
É essencial que se percorra o restante do caminho para que possamos voltar à terra e tirar dela o que ela tem para nos dar, numa perspectiva de sustentabilidade económica, ambiental e até social.
A inovação, a deversificação, o apoio técnico no terreno, a correcta política de apoios e a desburocratizaçao são vertentes que devem deixar de ser conceitos para passar a ser práticas sem mais perda de tempo e indefinições.
Para isso não se pode dificultar o acesso à profissão, como acontece com o recentemente aplicado regime do código contributivo que, também aqui, merece uma revisão e um aperfeiçoamento.
Aliada esta a outras medidas que possibilitem um encontro entre a técnica, o conhecimento e a inovação, contribuindo para uma relação de custos na produção compatível com as especificidades de vivermos em ilhas, podemos ambicionar um regresso à terra pautado pelo progresso, pelo desenvolvimento económico e pela coesão social.
Sábias palavras de um Presidente com os olhos postos no futuro e apostado em ser motor de vontades políticas que assumam esta nossa vocação natural pela imprescindibilidade que representa, tal como o mar que os rodeia!
Os açores agrícolas são o passo que pode ser dado, que já devia ter sido dado, e que não se pode deixar de dar, sob pena de não termos outras oportunidades para assegurar um melhor futuro!
É necessário ainda percorrer um longo caminho, só possível com um correcto olhar para esta realidade, um olhar semelhante ao que nos dá o Presidente dos portugueses, sem receios, sem entraves, sem ideologias e sem interesses sobrepostos.
segunda-feira, junho 13, 2011
quarta-feira, junho 08, 2011
Rescaldo eleitoral
Sopraram ventos de mudança no país e nos Açores.
Finalmente podemos ter esperança de que se siga um rumo de reforma do Estado para tornar Portugal num país capaz de sair da crise em que nos meteram.
Nos Açores, a derrota do PS local é por demais evidente e digna de registo se quisermos ver as coisas como elas são.
Para o PS Açores, o dia a seguir a uma grande derrota parece ficar esquecido com o reconhecimento da derrota. E, como é já costume, essa derrota tem sempre factores externos e imponderáveis.
Mas a verdade é bem diferente, excepto sefizermos de conta que não fizeram a campanha que fizeram e não disseram o que disseram.
Podemos nós ignorar que foi César que pediu para se votar em Sócrates como se se estivesse a votar no próprio César?
Podemos nós fazer de conta que o corrupio de membros do Governo em iniciativas várias os puseram em roda viva pelas ilhas, às vezes, coincidindo com a passagem do seu cabeça de lista por essas paragens?
Podemos nós fazer de conta que não andaram a dizer que o PSD ia acabar com a escola pública, retirar reformas e liquidar o RSI?
Será possível que queiram que já ninguém se lembre do que disseram da RTP Açores e de que o PSD ia acabar com este canal?
E quererão que ninguém mais fale na campanha sobre os aeroportos dos Açores em que, sempre com meias verdades, lá vinham insinuar o mal que era eleger os candidatos do PSD?
Claro que é escusado responder a tudo isto, porque será essa a dialéctica de sempre após mais um acto eleitoral.
O PS quer que se faça, agora, de conta que nada disto foi dito e feito. Quer que se pense apenas que o responsável foram as políticas impopulares de Sócrates e os grandes sacrifícios que fez pelo país.
Mas não é assim!
Esta derrota do PS só não foi maior porque o CDS/PP não conseguiu, por uma unha negra, retirar o segundo deputado eleito pelos socialistas. Mas fica a certeza de que os Açorianos estão fartos de mentiras e de comportamentos paternalistas de quem pensa que os outros não sabem o que se passa.
Com os resultados de Domingo os Açorianos mostraram que sabem o que fazem, que estão informados e não se deixam enganar. Mas mostraram, também, que estão fartos do Socialismo de gastar o que não se tem, à custa dos impostos e engordando um Estado que se vai governando mas que não ajuda ao desenvolvimento da sociedade!
terça-feira, junho 07, 2011
quinta-feira, junho 02, 2011
Prioridades
hoje, 2 de Junho, ainda estão fechadas (!!!) o aspecto do Paúl é este:
Versao da troika ‘entala’ Socrates
No dia em que a troika (BCE/ CE/FMI) revelou o acordo com Governo e confirmou uma "redução substancial" da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, que terá de ser definida até ao final de Julho, e que seria compensada com aumento do IVA,
Legislativas 2011 - Graciosa Online
PSD Graciosa apela ao voto em Passos Coelho

Para o PSD/Graciosa as eleições de domingo "são das mais importantes da democracia e é importante que todos façam livremente a sua escolha".
A Comissão Política de Ilha divulgou hoje um comunicado para esclarecer os graciosenses do que está em jogo. Segundo os social-democratas, "nestas eleições só há verdadeiramente duas escolhas: entre continuar com Sócrates e com o seu governo, ou mudar escolhendo Passos Coelho e dar uma nova esperança a Portugal".
A CPI do PSD / Graciosa entende que "o País tem sido Governado por um primeiro-ministro que nos obrigou a estender a mão para pedir dinheiro emprestado ao estrangeiro pois gastámos mais do que podíamos".
O comunicado laranja conclui que "é pois muito importante que se faça a escolha certa e que não se desperdicem votos que só podem ajudar Sócrates".
por: Luís Costa
terça-feira, maio 31, 2011
O meu voto vai valer!
Depois de vários anos de recorrentes descontentamentos com as políticas seguidas pelo governo de Só
crates, é pois hora de assumir essa responsabilidade e contribuir para uma mudança de rumo que Portugal exige, e os portugueses merecem.Na verdade, estas eleições colocam-nos perante a necessidade de escolher entre continuar a ter como primeiro-ministro quem nos trouxe à humilhação internacional, e quem se propõe executar um programa que leve Portugal a sair do marasmo em que foi colocado.
Essa escolha é entre Sócrates e Passos Coelho.
O primeiro continua a querer fazer crer que foi vitima das circunstâncias. Que era inevitável chegarmos a esta situação e que aquilo que era evitável, apenas aconteceu por culpa de terceiros. É o velho e trágico destino nacional, fruto da imposta fraqueza de um pais que mais não sabe fazer do que queixar-se da sua pequenez e incapacidade.
Já Passos Coelho procura dar a Portugal um rumo diferente, preparando o país para enfrentar os desafios que lhe são impostos pela trágica, essa sim, governação socialista.
E se duvidas houvesse acerca da verdade sobre os resultados dos governos de Sócrates, veja-se que Portugal será o único país do mundo a enfrentar uma recessão em 2012 (dados da OCDE).
Ora se a culpa disso fosse da conjuntura internacional e da crise financeira que afectou a economia mundial por que será que apenas restamos nós neste marasmo?
Parece-me desnecessário procurar outras respostas que apenas servirão para o dourar da pílula que é a responsabilidade daquele que nos conduziu até aqui.
E é aqui, e agora, que residem a nossa responsabilidade e a nossa capacidade de enfrentar os problemas. Uma responsabilidade em que Portugal apenas pede que sejamos capazes de dar um contributo individual, pessoal, e de cidadania, votando e ajudando o país a ser dono do seu destino.
E como é importante o nosso voto, que pela simplicidade do seu exercício vale exactamente o mesmo que qualquer outro, seja de quem for, até mesmo o de Sócrates.
Isso em si é já uma motivação, votar cumprindo dois objectivos num só momento.
Com o meu voto procurarei que Portugal mude de rumo e se encontre com um destino de uma vida melhor. Mas também com o meu voto consigo anular o voto de Sócrates, dele mesmo, de quem quase arruinou Portugal!
E qualquer voto semelhante ao meu cumpre igualmente dois objectivos: o de mudar Portugal, e vencer quem nos tem destruído!
sexta-feira, maio 27, 2011
DESMITOS: O VERDADEIRO LEGADO DESTE GOVERNO
quarta-feira, maio 18, 2011
segunda-feira, maio 09, 2011
sábado, maio 07, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
quarta-feira, maio 04, 2011
Açores: promoção turística na Internet já custou mais de 300 mil euros - Notícias - RTP Açores
"Este novo ajuste direto foi adjudicado a uma empresa gerida por um ex-deputado do PS e antigo lider da Juventude Socialista na Região, Nuno Tomé, e por André Rodrigues, antigo dirigente do PDA e ex-diretor do "Expresso da Nove".
Embora recente, a empresa Pangemedia Global já ganhou uma dezena de ajustes diretos na Região, no valor de quase meio milhão de euros."
terça-feira, maio 03, 2011
Receita Socialista: gastar, gastar, gastar!!!
Gastou de tal forma que, tendo um orçamento maior do que o de 2009, e tendo recebido como herança um município cheio de saúde financeira, não conseguiu aproveitar esses factos para concretizar as promessas feitas aos Graciosenses.
A actual Câmara recebeu do anterior executivo uma verba e dois projectos que estavam lançados e bastava executar. Foram estradas e um campo sintético que tinham financiamento definido. Mesmo assim parece que não querem terminar uma das estradas, na Terra do Conde!
Foram apenas estes os projectos concluídos pela actual Câmara.
Quanto às promessas feitas, e apesar de muita propaganda, não há um único projecto em execução.
Ainda assim, as verbas que havia disponíveis para mostrar serviço foram desaparecendo em gastos sumptuosos e inúteis, como se não existisse uma crise.
Esta Câmara herdou um saldo de gerência de mais de 400 mil euros: gastaram 3/4 desse dinheiro!
A actual Câmara herdou dívidas a fornecedores de 53 mil euros, terminam o ano com uma dívida declarada de 203 mil euros e com facturas não declaradas de mais de 500 mil euros.
O relatório de gestão do ano de 2010 retrata bem o descaminho que está a ser imprimido pelo actual Presidente de Câmara nas suas despesas e esbanjamentos.

Exemplos disso são as verbas gastas em viagens e estadias, que aumentaram mais de 75% tendo-se gasto perto de 50 mil euros, assim como o estoirar de dinheiro nas esplanadas e quiosques da Praça de Santa Cruz onde já arderam 205 mil euros.
Passear e gastar sem critério e sem pensar no futuro é já uma imagem de marca do Presidente da Câmara que parece ignorar as dificuldades por que passam muitos dos seus concidadãos e não parece querer dar um contributo para a melhoria da economia da Graciosa.
A actual Câmara leva mais tempo a pagar a fornecedores, deve mais dinheiro, e tem menos poupanças para enfrentar o futuro. É o típico gerir sem pensar nas consequências, vendo o dinheiro de todos como verbas para estoirar.
É a receita socialista de Sócrates que tantos anos levaremos a pagar!
O PS Graciosa diz que o PSD tem culpa em haver menos dinheiro na Câmara. É também típico dos socialistas atirarem as culpas para os outros, mas a verba que acusam o PSD de não existir nos cofres do município é a das transferências do IRS que o PSD aprovou e que devia ser deduzida na colecta de IRS dos Graciosenses. Esqueceram-se é que esse dinheiro foi recusado pelo governo de Sócrates e o IRS que o PSD aprovou para reverter para os Graciosenses só se reflecte no orçamento de 2011!!
Assim não!
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa










