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Santa Cruz da Graciosa

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terça-feira, junho 21, 2011

Guerrilha

Carlos César lamentou hoje que nos discursos de posse do Governo “ não tenha havido uma consideração especial pelas regiões autónomas”

Tem piada, em 2005 na tomada de posse de Sócrates não houve qualquer referência às Regiões e em 2009 também não.....

César estava lá?

Claro que estava, César já assistiu como Presidente do Governo Regional a 5 tomadas de posse de Primeiros-Ministros!!!

Um governo cansado - Graciosa Online

PSD Graciosa faz análise à visita do governo



A visita da semana passada à Graciosa revelou "um governo cansado" e sem ideias, na opinião do PSD Graciosa expressa em comunicado.

A comissão política social-democrata congratula-se com os aspectos positivos anunciados, designadamente, a contratação de um médico e de um piloto de barra ou da inauguração do Centro de Saúde em 2012, mas lamenta que não sejam passos suficientes para garantir o progresso da Graciosa.

O PSD acusa mesmo o governo de trazer à ilha "uma mão cheia de nada", quando adia para as próximas eleições obras essenciais como a marina e o matadouro. Por outro lado, a CPI do PSD Graciosa entende que a economia da ilha não se desenvolve sem uma aposta clara no sistema de transportes e nas acessibilidades.

Neste sentido, o maior partido da oposição sustenta que esta vista demostrou a necessidade que a Graciosa tem de mudar para o seu desenvolvimento não estar sujeito ao calendário eleitoral do PS.
por: Luís Costa

segunda-feira, junho 20, 2011

IRS - dedução autárquica


Apenas para o próximo ano os Graciosenses beneficiarão da dedução à colecta de 4,5% aprovado pelo PSD na autarquia da Graciosa e sem o apoio do PS

terça-feira, junho 14, 2011

Açores agrícolas

O Presidente da República dedicou parte do seu discurso do dia de Portugal, e um artigo no "Expresso", à agricultura, em especial aos jovens agricultores.

É um desígnio e uma obrigação nacional!

É, também, uma incontornável necessidade se nos concentrarmos nos Açores e nas suas especificidades, tradição, e vocação.

Os Açores agrícolas são a melhor aposta para um futuro sustentável, onde a terra não é só alimento e paisagem, mas constitui um embrião de desenvolvimento, de economia e de criação de riqueza.

Os jovens agricultores, nas palavras de Cavaco Silva, "ocuparão a linha da frente de um vasto e patriótico movimento nacional que coloque a agricultura como um sector fundamental para a sustentabilidade futura do nosso país",

Existem já bons exemplos de uma interessada inclusão dos jovens no mundo rural, incrementando o sector e constituindo factor de esperança para o futuro.

É o caso da ilha Graciosa, em que existe uma importante adesão de jovens ao empreendedorismo agrícola, em especial na lavoura.

É essencial que se percorra o restante do caminho para que possamos voltar à terra e tirar dela o que ela tem para nos dar, numa perspectiva de sustentabilidade económica, ambiental e até social.

A inovação, a deversificação, o apoio técnico no terreno, a correcta política de apoios e a desburocratizaçao são vertentes que devem deixar de ser conceitos para passar a ser práticas sem mais perda de tempo e indefinições.

Para isso não se pode dificultar o acesso à profissão, como acontece com o recentemente aplicado regime do código contributivo que, também aqui, merece uma revisão e um aperfeiçoamento.

Aliada esta a outras medidas que possibilitem um encontro entre a técnica, o conhecimento e a inovação, contribuindo para uma relação de custos na produção compatível com as especificidades de vivermos em ilhas, podemos ambicionar um regresso à terra pautado pelo progresso, pelo desenvolvimento económico e pela coesão social.

Sábias palavras de um Presidente com os olhos postos no futuro e apostado em ser motor de vontades políticas que assumam esta nossa vocação natural pela imprescindibilidade que representa, tal como o mar que os rodeia!

Os açores agrícolas são o passo que pode ser dado, que já devia ter sido dado, e que não se pode deixar de dar, sob pena de não termos outras oportunidades para assegurar um melhor futuro!

É necessário ainda percorrer um longo caminho, só possível com um correcto olhar para esta realidade, um olhar semelhante ao que nos dá o Presidente dos portugueses, sem receios, sem entraves, sem ideologias e sem interesses sobrepostos.

quarta-feira, junho 08, 2011

Rescaldo eleitoral

Imbuídos nas premissas demagogas, nas mentiras repetidas, e empenhados nas campanhas do medo, o PS Açores e o seu líder sofreram mais uma pesada derrota eleitoral. E diga-se "mais uma", porque há bem pouco tempo tinham apostado num candidato que "alegremente" desapareceu politicamente!
Sopraram ventos de mudança no país e nos Açores.

Finalmente podemos ter esperança de que se siga um rumo de reforma do Estado para tornar Portugal num país capaz de sair da crise em que nos meteram.

Nos Açores, a derrota do PS local é por demais evidente e digna de registo se quisermos ver as coisas como elas são.

Para o PS Açores, o dia a seguir a uma grande derrota parece ficar esquecido com o reconhecimento da derrota. E, como é já costume, essa derrota tem sempre factores externos e imponderáveis.

Mas a verdade é bem diferente, excepto sefizermos de conta que não fizeram a campanha que fizeram e não disseram o que disseram.

Podemos nós ignorar que foi César que pediu para se votar em Sócrates como se se estivesse a votar no próprio César?

Podemos nós fazer de conta que o corrupio de membros do Governo em iniciativas várias os puseram em roda viva pelas ilhas, às vezes, coincidindo com a passagem do seu cabeça de lista por essas paragens?

Podemos nós fazer de conta que não andaram a dizer que o PSD ia acabar com a escola pública, retirar reformas e liquidar o RSI?

Será possível que queiram que já ninguém se lembre do que disseram da RTP Açores e de que o PSD ia acabar com este canal?

E quererão que ninguém mais fale na campanha sobre os aeroportos dos Açores em que, sempre com meias verdades, lá vinham insinuar o mal que era eleger os candidatos do PSD?

Claro que é escusado responder a tudo isto, porque será essa a dialéctica de sempre após mais um acto eleitoral.

O PS quer que se faça, agora, de conta que nada disto foi dito e feito. Quer que se pense apenas que o responsável foram as políticas impopulares de Sócrates e os grandes sacrifícios que fez pelo país.

Mas não é assim!

Esta derrota do PS só não foi maior porque o CDS/PP não conseguiu, por uma unha negra, retirar o segundo deputado eleito pelos socialistas. Mas fica a certeza de que os Açorianos estão fartos de mentiras e de comportamentos paternalistas de quem pensa que os outros não sabem o que se passa.

Com os resultados de Domingo os Açorianos mostraram que sabem o que fazem, que estão informados e não se deixam enganar. Mas mostraram, também, que estão fartos do Socialismo de gastar o que não se tem, à custa dos impostos e engordando um Estado que se vai governando mas que não ajuda ao desenvolvimento da sociedade!

quinta-feira, junho 02, 2011

Prioridades

Depois de já se terem gasto mais de 200 mil euros numas esplanadas que
hoje, 2 de Junho, ainda estão fechadas (!!!) o aspecto do Paúl é este:

Versao da troika ‘entala’ Socrates

Versao da troika ‘entala’ Socrates

No dia em que a troika (BCE/ CE/FMI) revelou o acordo com Governo e confirmou uma "redução substancial" da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, que terá de ser definida até ao final de Julho, e que seria compensada com aumento do IVA,

Legislativas 2011 - Graciosa Online

PSD Graciosa apela ao voto em Passos Coelho




Para o PSD/Graciosa as eleições de domingo "são das mais importantes da democracia e é importante que todos façam livremente a sua escolha".

A Comissão Política de Ilha divulgou hoje um comunicado para esclarecer os graciosenses do que está em jogo. Segundo os social-democratas, "nestas eleições só há verdadeiramente duas escolhas: entre continuar com Sócrates e com o seu governo, ou mudar escolhendo Passos Coelho e dar uma nova esperança a Portugal".

A CPI do PSD / Graciosa entende que "o País tem sido Governado por um primeiro-ministro que nos obrigou a estender a mão para pedir dinheiro emprestado ao estrangeiro pois gastámos mais do que podíamos".

O comunicado laranja conclui que "é pois muito importante que se faça a escolha certa e que não se desperdicem votos que só podem ajudar Sócrates".
por: Luís Costa

terça-feira, maio 31, 2011

O meu voto vai valer!

Na semana de todas as decisões cresce a certeza de que estamos perante um dos momentos de maior responsabilidade como cidadãos deste pais à beira mar plantado.

Depois de vários anos de recorrentes descontentamentos com as políticas seguidas pelo governo de Sócrates, é pois hora de assumir essa responsabilidade e contribuir para uma mudança de rumo que Portugal exige, e os portugueses merecem.

Na verdade, estas eleições colocam-nos perante a necessidade de escolher entre continuar a ter como primeiro-ministro quem nos trouxe à humilhação internacional, e quem se propõe executar um programa que leve Portugal a sair do marasmo em que foi colocado.

Essa escolha é entre Sócrates e Passos Coelho.

O primeiro continua a querer fazer crer que foi vitima das circunstâncias. Que era inevitável chegarmos a esta situação e que aquilo que era evitável, apenas aconteceu por culpa de terceiros. É o velho e trágico destino nacional, fruto da imposta fraqueza de um pais que mais não sabe fazer do que queixar-se da sua pequenez e incapacidade.

Já Passos Coelho procura dar a Portugal um rumo diferente, preparando o país para enfrentar os desafios que lhe são impostos pela trágica, essa sim, governação socialista.

E se duvidas houvesse acerca da verdade sobre os resultados dos governos de Sócrates, veja-se que Portugal será o único país do mundo a enfrentar uma recessão em 2012 (dados da OCDE).

Ora se a culpa disso fosse da conjuntura internacional e da crise financeira que afectou a economia mundial por que será que apenas restamos nós neste marasmo?

Parece-me desnecessário procurar outras respostas que apenas servirão para o dourar da pílula que é a responsabilidade daquele que nos conduziu até aqui.

E é aqui, e agora, que residem a nossa responsabilidade e a nossa capacidade de enfrentar os problemas. Uma responsabilidade em que Portugal apenas pede que sejamos capazes de dar um contributo individual, pessoal, e de cidadania, votando e ajudando o país a ser dono do seu destino.

E como é importante o nosso voto, que pela simplicidade do seu exercício vale exactamente o mesmo que qualquer outro, seja de quem for, até mesmo o de Sócrates.

Isso em si é já uma motivação, votar cumprindo dois objectivos num só momento.

Com o meu voto procurarei que Portugal mude de rumo e se encontre com um destino de uma vida melhor. Mas também com o meu voto consigo anular o voto de Sócrates, dele mesmo, de quem quase arruinou Portugal!

E qualquer voto semelhante ao meu cumpre igualmente dois objectivos: o de mudar Portugal, e vencer quem nos tem destruído!

Best of Sócrates, o último episódio - 31 da Armada

sexta-feira, maio 27, 2011

DESMITOS: O VERDADEIRO LEGADO DESTE GOVERNO

DESMITOS: O VERDADEIRO LEGADO DESTE GOVERNO

Quando for votar no dia 5 de Junho, por favor não se esqueça do verdadeiro legado deste governo. Já aqui mencionei e interpretei estes dados. No entanto, e como a força de um gráfico vale mais do que mil palavras, vale a pena relembrar o que herdamos após 6 anos desta governação. As linhas a vermelho são os anos que correspondem aos anos em que este(s) governo(s) esteve em exercício:

1) PIB potencial da economia nacional a crescer 0% ao ano
Fonte: AMECO

2) Dívida pública recorde: no final de 2004, a dívida pública portuguesa rondava os 56% do PIB. No final de 2011, a nossa dívida pública vai ser cerca de 100% do PIB nacional.
Esta é a maior dívida pública desde os meados do século XIX e não inclui sequer 40 mil milhões de euros de dívidas das empresas pública e mais de 50 mil milhões de euros em parcerias público-privadas:
Fonte: Mata e Valério (1994), AMECO

4) A taxa de desemprego era 6,6% no final de 2004. Hoje a taxa de desemprego já ultrapassou os 12,4%. Esta é a maior taxa de desemprego desde, pelo menos, os anos 30 do século passado
Fonte:Mateus (1998), INE

6) A dívida externa total (bruta) da economia nacional era 167,9% do PIB no início de 2005. Hoje a nossa dívida externa bruta é cerca de 230% do PIB. Esta é a maior dívida externa desde 1892, quando entrámos em bancarrota.

Fonte: Banco de Portugal

7) A dívida externa líquida nacional era 64% do PIB no final de 2004. Hoje, a nossa dívida externa líquida é de 110% do PIB
Fonte: Banco de Portugal

7) O défice externo, medido pela balança corrente, tem ficado sistematicamente acima dos 8% do PIB. Todos os anos o país endivida-se ainda mais para financiar este défice externo.
Fonte: Banco de Portugal
8) Em 2007 e em 2008, mais de 100 mil portugueses emigraram do país à procura de oportunidades de emprego:
Fonte: Países de destino da emigração, Santos Pereira (2011)
9) O PIB português está na mesma posição relativa em relação à Europa Avançada que estava em 1990. Ou seja, perdemos 20 anos de esforço de convergência real com a Europa. A divergência da economia com a Europa é uma das marcas deste governo.
Fonte: The Conference Board

Como já aqui mencionei, estes são os factos do triste legado deste governo. Estes são, de longe, os piores indicadores económicos desde 1892, quando tivemos de declarar bancarrota. Os piores.
É importante ainda referir que a grande maioria destes indicadores já tinham atingido valores recordes antes da crise internacional que eclodiu em 2008. Por isso, o triste legado deste governo não se deve ao azar de termos apanhado uma crise internacional. Foi mesmo incompetência. Foi mesmo incúria. Foi mesmo irresponsabilidade. Foi mesmo irrealismo. Este é um legado de tal modo terrível que vai marcar inexoravelmente as nossas vidas e as vidas dos nossos filhos. É caso para dizer: ainda está para nascer um primeiro-ministro que tanto mal tenha feito a Portugal.
Por isso, não se esqueça destes factos no dia 5 de Junho.