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quarta-feira, julho 13, 2011

o Vice-Presidente do Governo a chamar "deficientes" à bancada do PSD!

diário sessões sérgio ávila - não falo com deficientes -

O fim está próximo!

Passos Coelho iniciou o seu mandato dizendo que não iria perder tempo a culpar o passado pelas dificuldades que irá enfrentar no futuro. E assim tem acontecido, nem com a queda no rating da dívida se ouviu o Primeiro Ministro dizer que a responsabilidade era da fraca execução orçamental da responsabilidade de Sócrates, e nem ao anunciar o impopular imposto extraordinário sobre o subsídio de natal o ouvimos pronunciar o nome do anterior primeiro ministro.

Este exemplo serve para reflectir sobre a política e a forma de estar no exercício de cargos executivos. Na verdade, passar o tempo a lembrar o passado não nos motiva para o futuro. O passado serve, certamente, para não repetir erros. Mas passar a vida a falar do tempo em que outros governaram só se justifica quando há medidas que obrigam a uma melhor explicação ou a uma mais aturada compreensão. De resto, quando um governo tem de recorrer sistematicamente ao discurso da desculpabilização com os que o antecederam apenas demonstra que não encontra soluções para o futuro.

E quando essa desculpabilização se reporta a períodos de governação ocorridos há mais de 15 anos, então temos um caso grave de falta de seriedade democrática e autêntica desfaçatez.

É assim nos Açores, onde o Governo Regional, que está no poder há já 15 anos, passa a vida a desculpar a sua falta de resultados com os governos que o antecederam há já 4 legislaturas.

Para que conste, quando falo na falta de resultados não estou a falar das obras feitas com os 20 mil milhões de euros gastos nos últimos 15 anos pelo actual Governo Regional. Falo sim, do facto de continuarmos tragicamente a constar no fim da tabela do desenvolvimento económico e social, falo do facto de termos 25% da população a viver abaixo do limiar da pobreza, falo da desertificação das ilhas mais pequenas, falo do baixo nível de rendimentos de uma larga maioria da população e dos maiores níveis de desemprego da autonomia, falo do fracasso do desenvolvimento harmónico e da contínua ausência de um modelo de desenvolvimento que aproxime as ilhas umas das outras, ao invés das afastar e isolar entre si.

Mais revelador de que os Açores exigem uma mudança é também a confissão de incapacidade para dar a volta a estes indicadores.

Quando o partido do governo sistematicamente recorre à pergunta de como deve ser feito, como aconteceu na passada semana no parlamento regional, quando perante os insucessos de 15 anos no poder nos perguntam como devem fazer para inverter os maus resultados e se desculpam com um governo que cessou funções em 1996, só podemos concluir uma coisa: o fim está próximo!

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

terça-feira, julho 05, 2011

Açores em mudança

Dobram os sinos cor-de-rosa em eventos de "novo ciclo" que, de novo nada têm, e como ciclo são viciosos!

Arregimentam-se "boys and girls" na recta de lançamento de um ano que, para a sua sobrevivência política é de, imagine-se, trabalho!

Os Açores já se habituaram a esta rotina politiqueira em que os seus problemas repentinamente encaminham-se para uma resolução. Uma ilusão criada sempre depois de mais um "toca a reunir", assegurado por quem faz da politica a sua salvação profissional.

Mas os problemas não desaparecem! Pelo contrário, avolumam-se.

Foram já necessários muitos milhões para afastar as ilhas umas das outras, para dar cabo do devir comum e de unidade que se revela no sentir autonómico, e para desvendar o tal ciclo vicioso que se vai anunciando como novo!

A caminho, na segunda década do século XXI, vemos um PS Açores que se mantém igual em tudo, seja nos métodos de confundir o que é publico com o que é do partido, seja nos caciquismos de caça ao voto, seja nos seus protagonistas.

Andamos a convergir com a Europa na pobreza, e as ilhas são cada vez mais periféricas umas das outras. A coesão, que já de si foi uma aldrabice, acabou com a vontade de crescimento harmónico. Passámos a ter ilhas de mão estendida e continuou-se sem se perceber que o verdadeiro desenvolvimento dos Açores passa de Santa Maria ao Corvo, sem duplas periferias e sem triplas insularidades.

Mas lá se vão arregimentando, toldados pela sua profissão de políticos, sem outro objectivo que não o de manter o seu posto de vigia!

Irónicamente, não reparam na mudança que os Açores precisam para que as 9 ilhas tenham o seu destino comum, que se quer de desenvolvimento e fixação de gentes! Estão muito ocupados vigiando o parceiro e prontos para rasteirar quem se atrever a atravessar o seu caminho, ou a esticar demasiadamente o pescoço.

E apesar de esconderem o que diziam quando exaltavam a alternância no poder e o rejuvenescimento das políticas e do políticos, não conseguem deixar de saber que só assim os Açores podem dar o salto qualitativo que, mais do que uma necessidade, é já uma obcessão popular.

E é com um reconhecimento colectivo de que se fechou o ciclo deste modelo de governação socialista, que alguns, mais apegados a que nada mude, se apressam a desviar as atenções para uma semi-assumida confrontação com o novo governo de Portugal.

É importante que ninguém esqueça quem nos trouxe até aqui e o que nos comprometemos cumprir. Não para exaltar a responsabilidade, mas sobretudo para olharmos para o futuro, melhor informados e melhor preparados.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

quinta-feira, junho 30, 2011

Carlos César contesta programa de Passos Coelho (som) - Notícias - RTP Açores

Carlos César contesta programa de Passos Coelho (som) - Notícias - RTP Açores


Destaco esta pérola de respeito democrático:

"É um programa sobre o qual existe uma divergência de fundo, de modelo e de programa, que já foi espelhado ao longo da campanha eleitoral", recordou Carlos César, acrescentando que é, só por si, uma "boa razão" para justificar a discordância.


Está já em curso uma guerra sem quartel destinada a esconder as suas próprias responsabilidades!

terça-feira, junho 28, 2011

Da viagem em económica aos que se acham executivos!

O início de funções do novo governo de Passos Coelho trouxe-nos algumas medidas que marcam uma viragem e uma diferente forma de assumir a função de servir os seus concidadãos.

A começar temos a decisão em não viajar em classe executiva nos voos para a Europa.

Para os habituais críticos esta medida foi vista como populista, pois o Governo não paga as suas viagens na TAP.

Curioso! Então se o Governo não paga as suas viagens na TAP, quem paga? Ninguém? A ser assim, viajar na TAP é de graça e o combustível, tripulações, aeronave, placas de aeroporto e despesas afins são tudo questões menores que, pelos vistos, nada custam ao Governo!

Ver as coisas desta forma diz bem como temos sido governados por quem pensa que não pagando o uso de empresas do Estado não faz despesa. Esquecem-se que alguém paga essas empresas e o seu funcionamento e esse alguém é o povo português, enterrado em dívidas por esta forma de estar.

Com a sua atitude, Passos Coelho enviou uma séria mensagem a toda a administração e para os que não olham para a despesa que fazem, apenas e só, porque não são os próprios a pagar! Para além disso, enviou uma séria mensagem a todos os portugueses, para que olhem à forma como fazem as suas despesas e ponderem antes de gastar aquilo que não se tem!

Outra medida que marcou o início da governação foi a decisão de acabar com os Governos Civis. E, também aqui, houve uns quantos que encontraram grandes defeitos e problemas.

A começar pelos próprios Governadores Civis, curiosamente, em larga maioria pertencentes aos quadros do PS e alguns nomeados depois de perderem eleições autárquicas (coincidência por certo), logo vieram dar nota da sua importância para a democracia e o regular funcionamento das instituições.

Curiosamente, só os próprios repararam nessa importância e alguns até já dizem que só saem do cargo depois de ser publicada no Diário da República a sua exoneração.

Santa paciência para lidar com estes resquícios de falta de humildade democrática e de falta de noção do ridículo.

Ao invés das atitudes positivas de uma nova forma de estar no exercício do poder foi a revelação de que a anterior ministra da cultura, por sinal iniciada em lides governativas como directora regional da cultura (não secretária regional mas directora regional) se recusou a entregar a pasta ao sucessor no cargo, alegando que "Ministra não entrega pasta a Secretário de Estado". Passa fora!

Percebe-se o pânico que sentem alguns instalados que temem pelo seu futuro político, são os mesmos que destilam fel em ditos e escritos e que, sem o lugarzinho na política, sabe-se lá o que farão na vida.

Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa

O exemplo vem sempre de cima!

Há uma semana que estão "perdidos" ali na Praça da "modernidade"!

quarta-feira, junho 22, 2011

E a programação?

Começam amanhã as férias escolares....




Núcleo Empresarial teme que não sigamos o ritmo de desenvolvimento das restantes ilhas. ~ Rádio Graciosa

O Secretário Regional da Economia, reuniu durante a visita do Governo Regional, com alguns organismos do sector empresarial da ilha.

Um dos encontros foi com o Núcleo Empresarial da Ilha Graciosa e com empresários da ilha.

Um encontro que decorreu bem, conforme nos disse Carlos Brum, presidente do Núcleo Empresarial, mas do qual os empresários saíram com a ideia de que os investimentos na ilha Graciosa serão feitos lentamente.

Três investimentos importantes para o desenvolvimento da Graciosa são a Marina, o matadouro industrial e a modernização da Adega e Cooperativa, investimentos que já existem nas outras ilhas. Segundo Carlos Brum é por isso que os empresários graciosenses temem que com a demora que haverá para a sua execução, a Graciosa vá ficando mais para trás em comparação com as outras ilhas.

Sobre os apoios aos empresários, na ilha Graciosa continua-se a sentir dificuldades na elaboração das candidaturas, pois nesta ilha não existem gabinetes de projectistas, nem de outras áreas necessárias para a elaboração das candidaturas. No entanto tem havido melhorias, conforme nos disse Carlos Brum.

terça-feira, junho 21, 2011

Guerrilha

Carlos César lamentou hoje que nos discursos de posse do Governo “ não tenha havido uma consideração especial pelas regiões autónomas”

Tem piada, em 2005 na tomada de posse de Sócrates não houve qualquer referência às Regiões e em 2009 também não.....

César estava lá?

Claro que estava, César já assistiu como Presidente do Governo Regional a 5 tomadas de posse de Primeiros-Ministros!!!

Um governo cansado - Graciosa Online

PSD Graciosa faz análise à visita do governo



A visita da semana passada à Graciosa revelou "um governo cansado" e sem ideias, na opinião do PSD Graciosa expressa em comunicado.

A comissão política social-democrata congratula-se com os aspectos positivos anunciados, designadamente, a contratação de um médico e de um piloto de barra ou da inauguração do Centro de Saúde em 2012, mas lamenta que não sejam passos suficientes para garantir o progresso da Graciosa.

O PSD acusa mesmo o governo de trazer à ilha "uma mão cheia de nada", quando adia para as próximas eleições obras essenciais como a marina e o matadouro. Por outro lado, a CPI do PSD Graciosa entende que a economia da ilha não se desenvolve sem uma aposta clara no sistema de transportes e nas acessibilidades.

Neste sentido, o maior partido da oposição sustenta que esta vista demostrou a necessidade que a Graciosa tem de mudar para o seu desenvolvimento não estar sujeito ao calendário eleitoral do PS.
por: Luís Costa

segunda-feira, junho 20, 2011

IRS - dedução autárquica


Apenas para o próximo ano os Graciosenses beneficiarão da dedução à colecta de 4,5% aprovado pelo PSD na autarquia da Graciosa e sem o apoio do PS

terça-feira, junho 14, 2011

Açores agrícolas

O Presidente da República dedicou parte do seu discurso do dia de Portugal, e um artigo no "Expresso", à agricultura, em especial aos jovens agricultores.

É um desígnio e uma obrigação nacional!

É, também, uma incontornável necessidade se nos concentrarmos nos Açores e nas suas especificidades, tradição, e vocação.

Os Açores agrícolas são a melhor aposta para um futuro sustentável, onde a terra não é só alimento e paisagem, mas constitui um embrião de desenvolvimento, de economia e de criação de riqueza.

Os jovens agricultores, nas palavras de Cavaco Silva, "ocuparão a linha da frente de um vasto e patriótico movimento nacional que coloque a agricultura como um sector fundamental para a sustentabilidade futura do nosso país",

Existem já bons exemplos de uma interessada inclusão dos jovens no mundo rural, incrementando o sector e constituindo factor de esperança para o futuro.

É o caso da ilha Graciosa, em que existe uma importante adesão de jovens ao empreendedorismo agrícola, em especial na lavoura.

É essencial que se percorra o restante do caminho para que possamos voltar à terra e tirar dela o que ela tem para nos dar, numa perspectiva de sustentabilidade económica, ambiental e até social.

A inovação, a deversificação, o apoio técnico no terreno, a correcta política de apoios e a desburocratizaçao são vertentes que devem deixar de ser conceitos para passar a ser práticas sem mais perda de tempo e indefinições.

Para isso não se pode dificultar o acesso à profissão, como acontece com o recentemente aplicado regime do código contributivo que, também aqui, merece uma revisão e um aperfeiçoamento.

Aliada esta a outras medidas que possibilitem um encontro entre a técnica, o conhecimento e a inovação, contribuindo para uma relação de custos na produção compatível com as especificidades de vivermos em ilhas, podemos ambicionar um regresso à terra pautado pelo progresso, pelo desenvolvimento económico e pela coesão social.

Sábias palavras de um Presidente com os olhos postos no futuro e apostado em ser motor de vontades políticas que assumam esta nossa vocação natural pela imprescindibilidade que representa, tal como o mar que os rodeia!

Os açores agrícolas são o passo que pode ser dado, que já devia ter sido dado, e que não se pode deixar de dar, sob pena de não termos outras oportunidades para assegurar um melhor futuro!

É necessário ainda percorrer um longo caminho, só possível com um correcto olhar para esta realidade, um olhar semelhante ao que nos dá o Presidente dos portugueses, sem receios, sem entraves, sem ideologias e sem interesses sobrepostos.