O PSD/Açores questionou hoje o governo regional sobre a construção, no local das Pedras Brancas, na Graciosa, de duas rotundas separadas por cem metros e a colocação de 16 sinais de trânsito numa delas, alegando que se trata de um "esbanjamento" de dinheiros públicos.
"A criação de duas rotundas, em pouco mais de 100 metros, é já motivo de indignação e mesmo espanto perante o que se está a executar. Aquilo que era um caminho com largura considerável, passará a ser um caminho atamancado, que oferece maiores riscos de acidentes. Sucede ainda que a referida obra das duas rotundas entrará diretamente para o anedotário nacional, tal a proliferação de sinais de trânsito que ali se encontram", afirmou o deputado social-democrata João Costa, em requerimento enviado à Assembleia Legislativa dos Açores.
O parlamentar do PSD/Açores salientou que foram colocados "sinais de aproximação de rotunda acompanhados por cedência de prioridade e até sinais de indicação de localidade colocados a tapar a entrada de uma residência em clara violação da lei e contra quaisquer regras de bom senso".
João Costa acrescentou que foram também colocados "triângulos de entrada na rotunda, sem qualquer utilidade e que só servem para plantar sinais de trânsito que se amontoam uns em cima dos outros, e ainda um sinal de rotunda sem que a respetiva rotunda esteja executada".
"Já a rotunda entretanto a funcionar com o pavimento por concluir conta já com 16 sinais de trânsito", disse.
Para o deputado social-democrata, esta obra "demonstra o desperdício de dinheiros públicos, é mal concebida e de duvidosa utilidade".
Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
domingo, setembro 25, 2011
PSD quer explicações sobre rotunda com 16 sinais de trânsito na Graciosa
sábado, setembro 24, 2011
sexta-feira, setembro 23, 2011
Açorianidade e Autonomia - Para onde caminhamos? (Expresso das Nove)
terça-feira, setembro 20, 2011
Coesão só no papel
No último ano, a Graciosa expressou o seu descontentamento acerca da frequência e horários dos aviões da SATA durante o inverno IATA.E não passou disso mesmo, de uma desculpa que revela um total alheamento sobre os entraves que a falta de acessibilidades e de mobilidade colocam ao desenvolvimento da ilha Graciosa.
Ao lermos as ufanas declarações de membros do governo e deputados do PS sobre o seu plano eleitoral para a coesão dos Açores, que para o governo é apenas um plano de estratégia eleitoral, não podemos deixar de ficar preocupados com o confronto entre as intenções declaradas e a realidade praticada.
Há fatos que são indesmentíveis: A Graciosa foi a ilha que mais população perdeu de acordo com os dados do censos de 2011. A ilha tinha em 1991, 5152 residentes, passando em vinte anos para 4384.
Esta verdade condiciona as perspetivas de futuro da ilha, o que tem sido ignorado pelo atual governo que, em 15 anos de poder já devia ter agido para inverter esta situação.
E não se diga que 4 mil habitantes é um número que fica bem à Graciosa ou que a ilha não tem condições para suportar mais. Basta ver que em 1940 a ilha tinha 9 mil residentes e em 1950 contava com mais 500, ou seja, um aumento de cerca de 6%. A explicação para estes números estará intrinsecamente ligada com as potencialidades produtivas da ilha que, em tempos, foi o celeiro e a adega dos Açores.
Mas se hoje as realidades são distintas, a graciosa não deixou de ter grandes potencialidades produtivas que, aliadas a um bom sistema de transportes e a um virar de página no isolamento, certamente significariam um caminho seguro para atrair gentes e juventude à ilha.
Mas assim não o entendem a SATA e o governo regional, porque, caso contrário não massacrariam a ilha com invernos de dificuldade em acessibilidades e mobilidade.
No fundo, como em muitas outras coisas, quando se fala na ilha Graciosa a propaganda esconde o insucesso das políticas seguidas. Fala-se de coesão, escreve-se a favor da coesão, até se apresentam estratégias de coesão. Mas o resultado fica longe do que seria exigível, e então lá vem mais do mesmo.
Os velhos e recauchutados horários da SATA não são um pormenor para a verdadeira coesão e para a aposta que se exige no combate à desertificação.
Algo terá de mudar para que a coesão saia do papel.
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
segunda-feira, setembro 19, 2011
quarta-feira, setembro 14, 2011
Entregues à sorte?
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
domingo, setembro 11, 2011
terça-feira, setembro 06, 2011
PECAdos e penitência
terça-feira, julho 26, 2011
domingo, julho 24, 2011
sábado, julho 23, 2011
quarta-feira, julho 20, 2011
Tirem as vossas conclusões!
Este Fundo, até à data, foi alvo de uma resolução aprovada por unanimidade no Parlamento para acudir às famílias desempregadas no pagamento do crédito à habitação.
De resto, não são ainda conhecidas intervenções deste Fundo no apoio às tais situações de pobreza ou desprotecção súbita de que falava o líder parlamentar socialista.
Por ocasião do debate, aquando da votação do referido orçamento regional, apelidei o referido Fundo de "saco azul" a fazer lembrar um certo "Fundo de Socorro Social" que deu brado pela sua aplicação caciqueira.
Talvez não me tenha enganado muito nos objectivos por detrás da aprovação daqueles 7 milhões, até porque não parece que se vá esgotar a verba no tal apoio a famílias em que o desemprego bateu à porta e que têm crédito à habitação por liquidar.
Nesta questão de utilização de verbas do orçamento o Governo Regional tem sido useiro e vezeiro em surpreender pela negativa. Ninguém esquece as festas de cocktail ou as viagens sumptuosas que se vão realizando à custa do dinheiro dos Açorianos. Nessa medida também não surpreendeu que o Governo se tenha conformado cedo de mais com o brutal aumento de impostos de que os Açorianos serão alvo por força do acordo com a Troika que impõe a revisão da Lei de Finanças Regionais para cortar na discriminação positiva do IVA, do IRS e do IRC. É que, com este aumento de impostos, aumenta também a receita governamental que passa a contar com mais verba ao dispor para os gastos a que já nos habituou, ainda para mais em ano eleitoral como é 2012.
Acresce que, veio, agora também, o Presidente do Governo dizer que quer que reverta para a região o imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal para, segundo César, reforçar uma tal de "agenda compensatória". Ou seja, Carlos César concorda com os aumentos de impostos que iremos ser obrigados a suportar pela incompetência Socialista desde que isso lhe dê receita para, ao belo prazer da maioria, distribuir numa agenda compensatória de duvidosa aplicação e insondáveis resultados no combate à pobreza.
Pelo meio, já nada surpreende nesta política de "big brother" sobre a vida dos Açorianos quando, nem de propósito, este governo coloca nas mãos do seu Vice-Presidente a responsabilidade de gerir 1300 milhões de euros. A ver pelos comportamentos recentes estamos bem entregues.
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
Berta Cabral propõe incentivos diferenciados para combater desertificação das ilhas pequenas.
Ponta Delgada, 17 jul (Lusa) - A presidente do PSD/Açores defendeu hoje a criação de incentivos financeiros e fiscais diferenciados para as empresas e...

A presidente do PSD/Açores sublinhou que as especiais dificuldades das ilhas de menor dimensão ficaram comprovadas pela redução do seu número de habitantes, confirmada pelos Censos 2011, e destacou, no caso das Flores, a necessidade de reformulação do transporte aéreo.
"Há um problema grave nos transportes, sobretudo ao nível do escoamento de alguns locais, em particular do peixe", alegou Berta Cabral, realçando ser preciso garantir "mais capacidade de carga" para colocação de peixe fresco no exterior.
Para ser colocado nos mercados externos, o peixe descarregado na ilha terá de ser primeiro transportado para S. Miguel, acrescentou Berta Cabral, realçando tratar-se de um produto que perde qualidade se não for escoado rapidamente.
API.
Lusa/fim
quarta-feira, julho 13, 2011
O fim está próximo!
Este exemplo serve para reflectir sobre a política e a forma de estar no exercício de cargos executivos. Na verdade, passar o tempo a lembrar o passado não nos motiva para o futuro. O passado serve, certamente, para não repetir erros. Mas passar a vida a falar do tempo em que outros governaram só se justifica quando há medidas que obrigam a uma melhor explicação ou a uma mais aturada compreensão. De resto, quando um governo tem de recorrer sistematicamente ao discurso da desculpabilização com os que o antecederam apenas demonstra que não encontra soluções para o futuro.
E quando essa desculpabilização se reporta a períodos de governação ocorridos há mais de 15 anos, então temos um caso grave de falta de seriedade democrática e autêntica desfaçatez.

É assim nos Açores, onde o Governo Regional, que está no poder há já 15 anos, passa a vida a desculpar a sua falta de resultados com os governos que o antecederam há já 4 legislaturas.
Para que conste, quando falo na falta de resultados não estou a falar das obras feitas com os 20 mil milhões de euros gastos nos últimos 15 anos pelo actual Governo Regional. Falo sim, do facto de continuarmos tragicamente a constar no fim da tabela do desenvolvimento económico e social, falo do facto de termos 25% da população a viver abaixo do limiar da pobreza, falo da desertificação das ilhas mais pequenas, falo do baixo nível de rendimentos de uma larga maioria da população e dos maiores níveis de desemprego da autonomia, falo do fracasso do desenvolvimento harmónico e da contínua ausência de um modelo de desenvolvimento que aproxime as ilhas umas das outras, ao invés das afastar e isolar entre si.
Mais revelador de que os Açores exigem uma mudança é também a confissão de incapacidade para dar a volta a estes indicadores.
Quando o partido do governo sistematicamente recorre à pergunta de como deve ser feito, como aconteceu na passada semana no parlamento regional, quando perante os insucessos de 15 anos no poder nos perguntam como devem fazer para inverter os maus resultados e se desculpam com um governo que cessou funções em 1996, só podemos concluir uma coisa: o fim está próximo!
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
segunda-feira, julho 11, 2011
quinta-feira, julho 07, 2011
terça-feira, julho 05, 2011
Açores em mudança
Arregimentam-se "boys and girls" na recta de lançamento de um ano que, para a sua sobrevivência política é de, imagine-se, trabalho!
Os Açores já se habituaram a esta rotina politiqueira em que os seus problemas repentinamente encaminham-se para uma resolução. Uma ilusão criada sempre depois de mais um "toca a reunir", assegurado por quem faz da politica a sua salvação profissional.
Mas os problemas não desaparecem! Pelo contrário, avolumam-se.
Foram já necessários muitos milhões para afastar as ilhas umas das outras, para dar cabo do devir comum e de unidade que se revela no sentir autonómico, e para desvendar o tal ciclo vicioso que se vai anunciando como novo!
A caminho, na segunda década do século XXI, vemos um PS Açores que se mantém igual em tudo, seja nos métodos de confundir o que é publico com o que é do partido, seja nos caciquismos de caça ao voto, seja nos seus protagonistas.
Andamos a convergir com a Europa na pobreza, e as ilhas são cada vez mais periféricas umas das outras. A coesão, que já de si foi uma aldrabice, acabou com a vontade de crescimento harmónico. Passámos a ter ilhas de mão estendida e continuou-se sem se perceber que o verdadeiro desenvolvimento dos Açores passa de Santa Maria ao Corvo, sem duplas periferias e sem triplas insularidades.
Mas lá se vão arregimentando, toldados pela sua profissão de políticos, sem outro objectivo que não o de manter o seu posto de vigia!
Irónicamente, não reparam na mudança que os Açores precisam para que as 9 ilhas tenham o seu destino comum, que se quer de desenvolvimento e fixação de gentes! Estão muito ocupados vigiando o parceiro e prontos para rasteirar quem se atrever a atravessar o seu caminho, ou a esticar demasiadamente o pescoço.
E apesar de esconderem o que diziam quando exaltavam a alternância no poder e o rejuvenescimento das políticas e do políticos, não conseguem deixar de saber que só assim os Açores podem dar o salto qualitativo que, mais do que uma necessidade, é já uma obcessão popular.
E é com um reconhecimento colectivo de que se fechou o ciclo deste modelo de governação socialista, que alguns, mais apegados a que nada mude, se apressam a desviar as atenções para uma semi-assumida confrontação com o novo governo de Portugal.
É importante que ninguém esqueça quem nos trouxe até aqui e o que nos comprometemos cumprir. Não para exaltar a responsabilidade, mas sobretudo para olharmos para o futuro, melhor informados e melhor preparados.
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
quinta-feira, junho 30, 2011
Carlos César contesta programa de Passos Coelho (som) - Notícias - RTP Açores
Destaco esta pérola de respeito democrático:
"É um programa sobre o qual existe uma divergência de fundo, de modelo e de programa, que já foi espelhado ao longo da campanha eleitoral", recordou Carlos César, acrescentando que é, só por si, uma "boa razão" para justificar a discordância.
Está já em curso uma guerra sem quartel destinada a esconder as suas próprias responsabilidades!
terça-feira, junho 28, 2011
Da viagem em económica aos que se acham executivos!
A começar temos a decisão em não viajar em classe executiva nos voos para a Europa.
Para os habituais críticos esta medida foi vista como populista, pois o Governo não paga as suas viagens na TAP.
Curioso! Então se o Governo não paga as suas viagens na TAP, quem paga? Ninguém? A ser assim, viajar na TAP é de graça e o combustível, tripulações, aeronave, placas de aeroporto e despesas afins são tudo questões menores que, pelos vistos, nada custam ao Governo!
Ver as coisas desta forma diz bem como temos sido governados por quem pensa que não pagando o uso de empresas do Estado não faz despesa. Esquecem-se que alguém paga essas empresas e o seu funcionamento e esse alguém é o povo português, enterrado em dívidas por esta forma de estar.
Com a sua atitude, Passos Coelho enviou uma séria mensagem a toda a administração e para os que não olham para a despesa que fazem, apenas e só, porque não são os próprios a pagar! Para além disso, enviou uma séria mensagem a todos os portugueses, para que olhem à forma como fazem as suas despesas e ponderem antes de gastar aquilo que não se tem!
Outra medida que marcou o início da governação foi a decisão de acabar com os Governos Civis. E, também aqui, houve uns quantos que encontraram grandes defeitos e problemas.
A começar pelos próprios Governadores Civis, curiosamente, em larga maioria pertencentes aos quadros do PS e alguns nomeados depois de perderem eleições autárquicas (coincidência por certo), logo vieram dar nota da sua importância para a democracia e o regular funcionamento das instituições.
Curiosamente, só os próprios repararam nessa importância e alguns até já dizem que só saem do cargo depois de ser publicada no Diário da República a sua exoneração.
Santa paciência para lidar com estes resquícios de falta de humildade democrática e de falta de noção do ridículo.
Ao invés das atitudes positivas de uma nova forma de estar no exercício do poder foi a revelação de que a anterior ministra da cultura, por sinal iniciada em lides governativas como directora regional da cultura (não secretária regional mas directora regional) se recusou a entregar a pasta ao sucessor no cargo, alegando que "Ministra não entrega pasta a Secretário de Estado". Passa fora!
Percebe-se o pânico que sentem alguns instalados que temem pelo seu futuro político, são os mesmos que destilam fel em ditos e escritos e que, sem o lugarzinho na política, sabe-se lá o que farão na vida.
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
quinta-feira, junho 23, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
Núcleo Empresarial teme que não sigamos o ritmo de desenvolvimento das restantes ilhas. ~ Rádio Graciosa
Sobre os apoios aos empresários, na ilha Graciosa continua-se a sentir dificuldades na elaboração das candidaturas, pois nesta ilha não existem gabinetes de projectistas, nem de outras áreas necessárias para a elaboração das candidaturas. No entanto tem havido melhorias, conforme nos disse Carlos Brum.
terça-feira, junho 21, 2011
Guerrilha
Tem piada, em 2005 na tomada de posse de Sócrates não houve qualquer referência às Regiões e em 2009 também não.....
César estava lá?
Claro que estava, César já assistiu como Presidente do Governo Regional a 5 tomadas de posse de Primeiros-Ministros!!!
Um governo cansado - Graciosa Online
PSD Graciosa faz análise à visita do governo

A visita da semana passada à Graciosa revelou "um governo cansado" e sem ideias, na opinião do PSD Graciosa expressa em comunicado.
A comissão política social-democrata congratula-se com os aspectos positivos anunciados, designadamente, a contratação de um médico e de um piloto de barra ou da inauguração do Centro de Saúde em 2012, mas lamenta que não sejam passos suficientes para garantir o progresso da Graciosa.
O PSD acusa mesmo o governo de trazer à ilha "uma mão cheia de nada", quando adia para as próximas eleições obras essenciais como a marina e o matadouro. Por outro lado, a CPI do PSD Graciosa entende que a economia da ilha não se desenvolve sem uma aposta clara no sistema de transportes e nas acessibilidades.
Neste sentido, o maior partido da oposição sustenta que esta vista demostrou a necessidade que a Graciosa tem de mudar para o seu desenvolvimento não estar sujeito ao calendário eleitoral do PS.
por: Luís Costa
segunda-feira, junho 20, 2011
IRS - dedução autárquica
domingo, junho 19, 2011
sábado, junho 18, 2011
quinta-feira, junho 16, 2011
terça-feira, junho 14, 2011
Açores agrícolas
O Presidente da República dedicou parte do seu discurso do dia de Portugal, e um artigo no "Expresso", à agricultura, em especial aos jovens agricultores.É um desígnio e uma obrigação nacional!
É, também, uma incontornável necessidade se nos concentrarmos nos Açores e nas suas especificidades, tradição, e vocação.
Os Açores agrícolas são a melhor aposta para um futuro sustentável, onde a terra não é só alimento e paisagem, mas constitui um embrião de desenvolvimento, de economia e de criação de riqueza.
Os jovens agricultores, nas palavras de Cavaco Silva, "ocuparão a linha da frente de um vasto e patriótico movimento nacional que coloque a agricultura como um sector fundamental para a sustentabilidade futura do nosso país",
Existem já bons exemplos de uma interessada inclusão dos jovens no mundo rural, incrementando o sector e constituindo factor de esperança para o futuro.
É o caso da ilha Graciosa, em que existe uma importante adesão de jovens ao empreendedorismo agrícola, em especial na lavoura.
É essencial que se percorra o restante do caminho para que possamos voltar à terra e tirar dela o que ela tem para nos dar, numa perspectiva de sustentabilidade económica, ambiental e até social.
A inovação, a deversificação, o apoio técnico no terreno, a correcta política de apoios e a desburocratizaçao são vertentes que devem deixar de ser conceitos para passar a ser práticas sem mais perda de tempo e indefinições.
Para isso não se pode dificultar o acesso à profissão, como acontece com o recentemente aplicado regime do código contributivo que, também aqui, merece uma revisão e um aperfeiçoamento.
Aliada esta a outras medidas que possibilitem um encontro entre a técnica, o conhecimento e a inovação, contribuindo para uma relação de custos na produção compatível com as especificidades de vivermos em ilhas, podemos ambicionar um regresso à terra pautado pelo progresso, pelo desenvolvimento económico e pela coesão social.
Sábias palavras de um Presidente com os olhos postos no futuro e apostado em ser motor de vontades políticas que assumam esta nossa vocação natural pela imprescindibilidade que representa, tal como o mar que os rodeia!
Os açores agrícolas são o passo que pode ser dado, que já devia ter sido dado, e que não se pode deixar de dar, sob pena de não termos outras oportunidades para assegurar um melhor futuro!
É necessário ainda percorrer um longo caminho, só possível com um correcto olhar para esta realidade, um olhar semelhante ao que nos dá o Presidente dos portugueses, sem receios, sem entraves, sem ideologias e sem interesses sobrepostos.
segunda-feira, junho 13, 2011
quarta-feira, junho 08, 2011
Rescaldo eleitoral
Sopraram ventos de mudança no país e nos Açores.
Finalmente podemos ter esperança de que se siga um rumo de reforma do Estado para tornar Portugal num país capaz de sair da crise em que nos meteram.
Nos Açores, a derrota do PS local é por demais evidente e digna de registo se quisermos ver as coisas como elas são.
Para o PS Açores, o dia a seguir a uma grande derrota parece ficar esquecido com o reconhecimento da derrota. E, como é já costume, essa derrota tem sempre factores externos e imponderáveis.
Mas a verdade é bem diferente, excepto sefizermos de conta que não fizeram a campanha que fizeram e não disseram o que disseram.
Podemos nós ignorar que foi César que pediu para se votar em Sócrates como se se estivesse a votar no próprio César?
Podemos nós fazer de conta que o corrupio de membros do Governo em iniciativas várias os puseram em roda viva pelas ilhas, às vezes, coincidindo com a passagem do seu cabeça de lista por essas paragens?
Podemos nós fazer de conta que não andaram a dizer que o PSD ia acabar com a escola pública, retirar reformas e liquidar o RSI?
Será possível que queiram que já ninguém se lembre do que disseram da RTP Açores e de que o PSD ia acabar com este canal?
E quererão que ninguém mais fale na campanha sobre os aeroportos dos Açores em que, sempre com meias verdades, lá vinham insinuar o mal que era eleger os candidatos do PSD?
Claro que é escusado responder a tudo isto, porque será essa a dialéctica de sempre após mais um acto eleitoral.
O PS quer que se faça, agora, de conta que nada disto foi dito e feito. Quer que se pense apenas que o responsável foram as políticas impopulares de Sócrates e os grandes sacrifícios que fez pelo país.
Mas não é assim!
Esta derrota do PS só não foi maior porque o CDS/PP não conseguiu, por uma unha negra, retirar o segundo deputado eleito pelos socialistas. Mas fica a certeza de que os Açorianos estão fartos de mentiras e de comportamentos paternalistas de quem pensa que os outros não sabem o que se passa.
Com os resultados de Domingo os Açorianos mostraram que sabem o que fazem, que estão informados e não se deixam enganar. Mas mostraram, também, que estão fartos do Socialismo de gastar o que não se tem, à custa dos impostos e engordando um Estado que se vai governando mas que não ajuda ao desenvolvimento da sociedade!
terça-feira, junho 07, 2011
quinta-feira, junho 02, 2011
Prioridades
hoje, 2 de Junho, ainda estão fechadas (!!!) o aspecto do Paúl é este:
Versao da troika ‘entala’ Socrates
No dia em que a troika (BCE/ CE/FMI) revelou o acordo com Governo e confirmou uma "redução substancial" da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, que terá de ser definida até ao final de Julho, e que seria compensada com aumento do IVA,
Legislativas 2011 - Graciosa Online
PSD Graciosa apela ao voto em Passos Coelho

Para o PSD/Graciosa as eleições de domingo "são das mais importantes da democracia e é importante que todos façam livremente a sua escolha".
A Comissão Política de Ilha divulgou hoje um comunicado para esclarecer os graciosenses do que está em jogo. Segundo os social-democratas, "nestas eleições só há verdadeiramente duas escolhas: entre continuar com Sócrates e com o seu governo, ou mudar escolhendo Passos Coelho e dar uma nova esperança a Portugal".
A CPI do PSD / Graciosa entende que "o País tem sido Governado por um primeiro-ministro que nos obrigou a estender a mão para pedir dinheiro emprestado ao estrangeiro pois gastámos mais do que podíamos".
O comunicado laranja conclui que "é pois muito importante que se faça a escolha certa e que não se desperdicem votos que só podem ajudar Sócrates".
por: Luís Costa
terça-feira, maio 31, 2011
O meu voto vai valer!
Depois de vários anos de recorrentes descontentamentos com as políticas seguidas pelo governo de Só
crates, é pois hora de assumir essa responsabilidade e contribuir para uma mudança de rumo que Portugal exige, e os portugueses merecem.Na verdade, estas eleições colocam-nos perante a necessidade de escolher entre continuar a ter como primeiro-ministro quem nos trouxe à humilhação internacional, e quem se propõe executar um programa que leve Portugal a sair do marasmo em que foi colocado.
Essa escolha é entre Sócrates e Passos Coelho.
O primeiro continua a querer fazer crer que foi vitima das circunstâncias. Que era inevitável chegarmos a esta situação e que aquilo que era evitável, apenas aconteceu por culpa de terceiros. É o velho e trágico destino nacional, fruto da imposta fraqueza de um pais que mais não sabe fazer do que queixar-se da sua pequenez e incapacidade.
Já Passos Coelho procura dar a Portugal um rumo diferente, preparando o país para enfrentar os desafios que lhe são impostos pela trágica, essa sim, governação socialista.
E se duvidas houvesse acerca da verdade sobre os resultados dos governos de Sócrates, veja-se que Portugal será o único país do mundo a enfrentar uma recessão em 2012 (dados da OCDE).
Ora se a culpa disso fosse da conjuntura internacional e da crise financeira que afectou a economia mundial por que será que apenas restamos nós neste marasmo?
Parece-me desnecessário procurar outras respostas que apenas servirão para o dourar da pílula que é a responsabilidade daquele que nos conduziu até aqui.
E é aqui, e agora, que residem a nossa responsabilidade e a nossa capacidade de enfrentar os problemas. Uma responsabilidade em que Portugal apenas pede que sejamos capazes de dar um contributo individual, pessoal, e de cidadania, votando e ajudando o país a ser dono do seu destino.
E como é importante o nosso voto, que pela simplicidade do seu exercício vale exactamente o mesmo que qualquer outro, seja de quem for, até mesmo o de Sócrates.
Isso em si é já uma motivação, votar cumprindo dois objectivos num só momento.
Com o meu voto procurarei que Portugal mude de rumo e se encontre com um destino de uma vida melhor. Mas também com o meu voto consigo anular o voto de Sócrates, dele mesmo, de quem quase arruinou Portugal!
E qualquer voto semelhante ao meu cumpre igualmente dois objectivos: o de mudar Portugal, e vencer quem nos tem destruído!
sexta-feira, maio 27, 2011
DESMITOS: O VERDADEIRO LEGADO DESTE GOVERNO
quarta-feira, maio 18, 2011
segunda-feira, maio 09, 2011
sábado, maio 07, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
quarta-feira, maio 04, 2011
Açores: promoção turística na Internet já custou mais de 300 mil euros - Notícias - RTP Açores
"Este novo ajuste direto foi adjudicado a uma empresa gerida por um ex-deputado do PS e antigo lider da Juventude Socialista na Região, Nuno Tomé, e por André Rodrigues, antigo dirigente do PDA e ex-diretor do "Expresso da Nove".
Embora recente, a empresa Pangemedia Global já ganhou uma dezena de ajustes diretos na Região, no valor de quase meio milhão de euros."
terça-feira, maio 03, 2011
Receita Socialista: gastar, gastar, gastar!!!
Gastou de tal forma que, tendo um orçamento maior do que o de 2009, e tendo recebido como herança um município cheio de saúde financeira, não conseguiu aproveitar esses factos para concretizar as promessas feitas aos Graciosenses.
A actual Câmara recebeu do anterior executivo uma verba e dois projectos que estavam lançados e bastava executar. Foram estradas e um campo sintético que tinham financiamento definido. Mesmo assim parece que não querem terminar uma das estradas, na Terra do Conde!
Foram apenas estes os projectos concluídos pela actual Câmara.
Quanto às promessas feitas, e apesar de muita propaganda, não há um único projecto em execução.
Ainda assim, as verbas que havia disponíveis para mostrar serviço foram desaparecendo em gastos sumptuosos e inúteis, como se não existisse uma crise.
Esta Câmara herdou um saldo de gerência de mais de 400 mil euros: gastaram 3/4 desse dinheiro!
A actual Câmara herdou dívidas a fornecedores de 53 mil euros, terminam o ano com uma dívida declarada de 203 mil euros e com facturas não declaradas de mais de 500 mil euros.
O relatório de gestão do ano de 2010 retrata bem o descaminho que está a ser imprimido pelo actual Presidente de Câmara nas suas despesas e esbanjamentos.

Exemplos disso são as verbas gastas em viagens e estadias, que aumentaram mais de 75% tendo-se gasto perto de 50 mil euros, assim como o estoirar de dinheiro nas esplanadas e quiosques da Praça de Santa Cruz onde já arderam 205 mil euros.
Passear e gastar sem critério e sem pensar no futuro é já uma imagem de marca do Presidente da Câmara que parece ignorar as dificuldades por que passam muitos dos seus concidadãos e não parece querer dar um contributo para a melhoria da economia da Graciosa.
A actual Câmara leva mais tempo a pagar a fornecedores, deve mais dinheiro, e tem menos poupanças para enfrentar o futuro. É o típico gerir sem pensar nas consequências, vendo o dinheiro de todos como verbas para estoirar.
É a receita socialista de Sócrates que tantos anos levaremos a pagar!
O PS Graciosa diz que o PSD tem culpa em haver menos dinheiro na Câmara. É também típico dos socialistas atirarem as culpas para os outros, mas a verba que acusam o PSD de não existir nos cofres do município é a das transferências do IRS que o PSD aprovou e que devia ser deduzida na colecta de IRS dos Graciosenses. Esqueceram-se é que esse dinheiro foi recusado pelo governo de Sócrates e o IRS que o PSD aprovou para reverter para os Graciosenses só se reflecte no orçamento de 2011!!
Assim não!
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
sexta-feira, abril 29, 2011
3 Ajustes
Aqui estão os Ajustes:
quiosques - 58 130€
toldos - 72 758€
projecto - 75 000€
Para além da parte feita em administração directa e que são conhecidas dos Graciosenses... (buracos, calcetamentos, canalizações...eteceteras)
quinta-feira, abril 28, 2011
Município de Santa Cruz da Graciosa - Ajustes Directos
Totais por ano
| | | |||
|---|---|---|---|---|
| 2009 | 199 230,73 € | |||
| 2010 | 695 784,25 € |
quarta-feira, abril 27, 2011
Voto de Pesar
Texto do Voto de Pesar conjunto:
Faleceu no passado dia 13 de Março de 2011 na freguesia de Guadalupe, Tomás da Cunha Picanço.
Com uma vida dedicada à causa pública, aos Guadalupenses e aos Graciosenses em geral o Sr. Tomás foi um exemplo de serviço à sua comunidade.
Eleito pela primeira vez para Presidente da Junta de Freguesia de Guadalupe em 1982 nas listas do Partido Social Democrata, Tomás Picanço obteve sucessivas vitórias nas suas candidaturas àquele cargo, prova do reconhecimento pelo excelente trabalho que realizou no cumprimento dos compromissos que assumiu.
Foi Presidente da Junta de Freguesia até ao dia do seu falecimento, completando quase 30 anos de mandato em nome do seu povo e ao serviço da sua terra.
Na política, Tomás Picanço foi um activo da maior importância para o Partido Social Democrata, cujos destinos dirigiu como Presidente da Comissão Política de Ilha.
Na cultura, Tomás Picanço destacou-se pelo seu entusiasmo na concretização de projectos que abraçou e dinamizou como sejam o Rancho Folclórico de Guadalupe ou como exímio tocador da viola da terra.
Foi presidente do Clube Central e Recreativo de Guadalupe nos anos de 1970/71 e serviu a Casa do Povo daquela Freguesia durante mais de 25 anos.
Assim, ao abrigo das disposições regimentais aplicáveis, os Grupos Municipais representados nesta Assembleia propõem à Assembleia Municipal de Santa Cruz da Graciosa o seguinte voto:
1 - A Assembleia Municipal de Santa Cruz da Graciosa manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Tomás da Cunha Picanço.
2 - Deste voto deve ser dado conhecimento à família enlutada e à Assembleia de Freguesia de Guadalupe.
Santa Cruz da Graciosa, 26 de Abril de 2011
O Grupo Municipal do PSD - O Grupo Municipal do PS
_______________________________________________
Recordando o amigo Tomás:
A Realidade dos Factos!
O artigo, intitulado "Os verdadeiros factos da Campanha" alerta para a realidade do nosso País.
Não o posso deixar de citar:
"1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais).
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalentes a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo o endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil.
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB.
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares.
23) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista."
Estes factos só serão ignorados pelo povo Português enquanto tivermos uma imprensa e comentadores cuja maior preocupação é um telefonema ou se o Nobre devia ter dito o que disse!
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
quarta-feira, abril 20, 2011
Passos Coelho:a ideia de que o PSD defendia a extinção do Ministério da Agricultura é uma "ficção"
terça-feira, abril 19, 2011
Os excessos da SATA
Na última semana, a companhia aérea dos Açores, propriedade da Região e paga pelos impostos dos contribuintes Açorianos, decidiu aumentar o preço a pagar pelo excesso de bagagem nos voos entre as ilhas e com o continente.Alguns dias antes deste aumento, outro houve que veio inflacionar o preço das viagens aéreas entre os Açores e o continente. Tratou-se de um aumento da taxa de combustível, na ordem dos 50% e que levou a um aumento de 18 euros numa passagem de ida e volta, passando a taxa de combustível de 38 para 56 euros!
Este aumento foi justificado com a variação dos preços do petróleo nos mercados e com a variação do câmbio entre o dólar e o euro.
Já o aumento do preço a pagar por cada quilo de excesso de bagagem entre as ilhas dos Açores passou de 1,60 euros para 7 euros!!! E nas viagens entre os Açores e o continente aumentou de 5 para 7 euros!
No primeiro caso trata-se de um aumento de 437,5%, que o porta-voz da SATA justificou com o malfadado aumento dos combustíveis, a que acresceram "orientações IATA" e "práticas de mercado"!
É uma situação que não se compreende!
Desde logo, não se pode perceber que o aumento dos combustíveis sirva para justificar tudo e que essa justificação funcione como um multiplicar de aumentos sobre o mesmo bem!
Se já existe uma taxa de combustível que compõe o preço da passagem aérea e essa taxa sofre variações resultantes das alterações do preço do mercado do petróleo, já o aumento do preço a pagar por excesso de bagagem, se numa primeira análise se pode perceber que possa variar com os preços do petróleo, já num olhar mais atento percebe-se que não foi essa a prática seguida para a formação deste valor. Ou seja, se no passado o preço do petróleo não serviu para influenciar oscilações do preço a pagar pela bagagem em excesso, por que carga de água se vem agora justificar um aumento de mais de 400% com esse factor?
Para além disso, e mesmo que essa justificação pudesse ter algum pingo de lógica, que não tem pelas práticas anteriores, como é que se compreende um aumento tão exagerado?
Certamente que as tutelas que supervisionam a SATA terão alguma palavra a dizer sobre esta contradição e sobre mais esta machadada na mobilidade dos Açorianos que, cada dia que passa, se vêem com maiores dificuldades para pagar os brutais preços das passagens aéreas nos Açores.
Há ainda quem continue por aí a fazer de conta que baixou o preço das passagens mas a maioria dos Açorianos que se deslocam entre as ilhas e entre estas e o continente sabe bem que as viagens baratas são num número reduzidíssimo e, difíceis, mesmo muito difíceis de encontrar!
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
segunda-feira, abril 18, 2011
Rendimento Social de Inserção em debate no Parlamento, a 18 de abril - Programas - RTP Açores
São convidados os deputados Piedade Lalanda do PS, João Costa do PSD e Pedro Medina do CDS.
"Parlamento" esta 2º feira depois do Telejornal.
sábado, abril 16, 2011
sexta-feira, abril 15, 2011
quarta-feira, abril 13, 2011
terça-feira, abril 12, 2011
A Boyada
É a teoria da avestruz levada ao extremo: enfiando a cabeça na areia à espera que ninguém repare que deixaram Portugal de quatro.
O desfile de responsáveis por mais uma submissão de Portugal fez-se com uma esperada unanimidade, reveladora da falta de alternativa que o PS encerra em si mesmo.
Depois, nestas coisas de esperadas derrotas eleitorais a regra é não deixar de marcar presença com uma palmadinha nas costas, para que, no futuro próximo, ninguém possa acusar uns e outros de terem contribuído para o resultado que já todos esperam.
É o cúmulo da hipocrisia política, retratado em nome de um "não se esqueçam de mim"!
O PS atravessa o momento "orquestra do Titanic" da vida nacional, enquanto o navio afunda e mete água por todos os lados, lá vão dando música ignorando as aflições dos passageiros e fazendo de conta que aquilo não é nada com eles!
O que ressalta do discurso socialista é a necessidade de responder à dúvida sobre se estão convencidos de que os Portugueses se demitiram de possuir consciência crítica ou se dizem o que dizem por absoluto desespero em segurar os lugares que ocupam e os tachos de que se andam a servir há longos anos.
Num país onde existe mais de uma dezena de milhar de institutos públicos e fundações, certamente bem ocupados por alguns boys que assistem ao definhar da situação de Portugal, com um governo e um primeiro ministro que durante a sua governação duplicaram a dívida pública e passando o país, em 15 anos, de uma dívida de 10% do PIB para 116%, não se pode esperar que os seus cidadãos possam transformar num voto uma lágrima de Sócrates ou uma qualquer outra encenação.
Em Portugal existem 88 parcerias público-privadas: - 8 foram feitas por governos do PSD (6 com o CDS) e 80 são exclusiva responsabilidade do PS (50 com Sócrates a Primeiro Ministro). Em termos de investimento do Estado nessas PPPs, 8,54% foi feito em Governos PSD/CDS e 91,46% por Governos do PS, devendo salientar-se que 41,18% do investimento (cerca de 13 mil milhões de euros) foi feito já em anos de crise, ou seja, entre 2008 e 2010.
E querem estes responsáveis políticos mais a sua boyada toda que acreditemos na sua inocência?
Nos últimos seis anos cada português passou a dever ao estrangeiro mais 7 mil euros do que em 2005, passando de 67% do PIB para 104%.
Estas verdades inconvenientes não foram abordadas no desfile de boys que apenas estão preocupados em rapar de vez o tacho adiando, mais uma vez, o futuro de Portugal.
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
Passos Coelho defende "plano de emergência" para ajudar os mais desprotegidos - AO online
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu, em Paredes, a necessidade de um plano de emergência social para ajudar as pessoas que mais vão sofrer com as dificuldades do país nos próximos três anos.“Se nada for feito”, sustentou o presidente do PSD, “rapidamente” se pode “ter uma situação de ruptura social em Portugal”.
“Se não for dada uma atenção especial aos grupos de maior risco não conseguimos a paz e a justiça social para podermos fazer a recuperação da nossa economia e de criação de emprego”, acrescentou.
Pedro Passos Coelho visitou hoje a Associação para o Desenvolvimento de Rebordosa, uma instituição que presta apoio a dezenas de crianças e idosos do concelho de Paredes.
No final, o dirigente avançou com a possibilidade de o futuro Governo celebrar parcerias tripartidas com as instituições de solidariedade social e as autarquias para melhorar a assistência às populações “mais desprotegidas”.
Aos jornalistas, o líder do PSD sustentou que as parcerias a estabelecer com as instituições de solidariedade permitirão “acolher com mais qualidade e humanidade um cada vez maior número de jovens e idosos que têm sido varridos para debaixo do tapete em Portugal”.

Além desta instituição de solidariedade, Pedro Passos Coelho visitou hoje uma empresa de Paredes, a Viriato Concept Hotel, que se dedica à produção de mobiliário para a hotelaria, a maior parte do qual para exportação.
Também hoje, o presidente do PSD participa numa reunião de trabalho com a presença dos presidentes da Microsoft Europa e da Cisco Europa a propósito do projecto PlanIT Valley que está a ser implementado no município de Paredes.
Lusa/AO online
segunda-feira, abril 11, 2011
sexta-feira, abril 08, 2011
Sócrates já tinha preparado pedido de ajuda quando negociou PEC - Sol
por Luís Gonçalves

Quando José Sócrates assinou em Bruxelas, no passado dia 11 de Março, o acordo com as medidas do PEC 4 ficou também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros, apurou o SOL junto de elementos da Comissão Europeia (CE) envolvidos nas negociações.
O compromisso assumido pelo primeiro-ministro português com o Banco Central Europeu (BCE), a CE e o grupo Euro começou a ser negociado no final de Fevereiro e passou pelo encontro, a 2 de Março, em Berlim, de Sócrates e Teixeira dos Santos com a chanceler alemã Angela Merkel.
As crescentes dificuldades de financiamento do Estado português e, em particular, da banca colocaram como inevitável a antecipação das medidas do PEC 4 e a definição de um pacote de ajuda externa a curto prazo.
O próprio presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, viria a confirmar publicamente, dias depois, que considerava «apropriado um resgate a Portugal» num valor próximo dos «75 mil milhões de euros».
O bluff...
O anúncio das medidas do PEC 4, no mesmo dia 11 de Março em que foi oficializado em Bruxelas, apanhou o país de surpresa. E deixou antever - pela forma como o primeiro-ministro marginalizou ostensivamente o PR e a Oposição do processo - que dificilmente o PEC 4 recolheria o imprescindível apoio maioritário na AR. E que estava próxima a abertura da crise política.
Ciente de que a negociação do PEC 4 tinha implícito, num segundo momento, o pedido a Bruxelas da ajuda de 80 mil milhões de euros, Sócrates apostou tudo no bluff político e na estratégia de ruptura que permitisse culpabilizar a Oposição, e em especial o PSD, pela queda do Governo e pelo recurso à ajuda financeira da Europa.
Luís Gonçalves
Câmara dispara dívidas - Graciosa Online
Fornecedores à espera de 203 mil euros em 2010

O aumento da divida da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, aos fornecedores, na ordem dos 380%, é objeto de preocupação dos vereadores do PSD. Manuel Guilhermino e Davide Melo denunciam que a divida a fornecedores disparou de 53 mil euros em 2009, para 203 mil euros em 2010.
Acresce também, segundo o PSD, que a Câmara da Graciosa vinha do ano anterior com um saldo de gerência superior a 400 mil euros e transita para 2011 com um saldo de apenas 90 mil euros.
Por estas razões os vereadores da oposição abstiveram-se na votação da 1ª revisão orçamental da autarquia em 2011 e da conta de gerência do município de 2010. Os documentos foram entretanto aprovados, por maioria, com os votos favoráveis do partido socialista.
Na próxima semana faremos uma análise mais cuidada deste assunto, uma vez que o presidente e a vice-presidente da edilidade encontram-se ausentes da ilha.
quinta-feira, abril 07, 2011
Minudências
Há queixas que eu não entendo!
quarta-feira, abril 06, 2011
domingo, abril 03, 2011
Artistico JDE 2011 - 03042011
Matiné de causas - Graciosa Online
Espectáculo da Escola ajuda crianças com cancro

No próximo Domingo dia 3 de Abril, pelas 16horas, no Centro Cultural da Graciosa poderá assistir à Matiné que tem como tema principal a fábula sinfónica "Pedro e o Lobo", de Prokofiev, adaptado aos instrumentos das filarmónicas promovido pela Docente de Educação Musical e Maestrina Vânia Bettencourt no âmbito do Projecto de Investigação da Tese de Mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico.
Este é um projecto de articulação Escola/ Meio em que o mesmo já foi apresentado na Escola e agora faz a sua apresentação no meio Extra-escolar.
Esta articulação é feita através dos alunos da turma A do 5º ano da Escola Básica e Secundária da Graciosa e os músicos da Filarmónica Recreio dos Artistas em que a parte dramática e vocal estará a cargo dos alunos da referida turma e a parte musical da Filarmónica num só conto. Um espectáculo que também contará com a apresentação da actividade artística da Escola Básica e Secundária da Graciosa ensaiada para participar nos Jogos Desportivos Escolares na passada semana na ilha das Flores que obteve pontuação máxima.
Os alunos do 4º ano da Escola de Santa Cruz apresentarão também uma pequena peça sobre a Primavera como forma de participar na ajuda para a angariação de fundos para a ACREDITAR (Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro), associação essa que acolhe as crianças, e a família acompanhante, com cancro que não residem em Lisboa, mas que necessitam de fazer tratamentos no IPO ajudando desta forma não só o nosso Gonçalo Araujo como todos os meninos e meninas que precisam de ajuda para tornar estes contratempos menos sofredores.
Este é um espectaculo para miúdos e graúdos com entrada livre e com algumas surpresas. Na entrada do Centro Cultural estarão à venda doçarias entre outros objectos para angariação de fundos para o intercâmbio a realizar entre a Turma A do 5ºano da Escola Básica e Secundária da Graciosa e a turma C do 5º ano da Escola Cardeal Costa Nunes da Madalena do Pico, bem como para a Fundação ACREDITAR, sendo 50% das receitas para cada uma das duas causas.
por: Luís Costa














