Angra do Heroísmo, 6 de julho de 2012
Campanha da SATA "esquece as Festas da Graciosa"
O PSD/Açores denunciou um comportamento "inaceitável e discriminatório da SATA", que divulgou hoje "uma campanha de promoção de viagens com 50% de desconto, a que chamou Açores em Festa, e que esquece as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres da Graciosa, referindo-se apenas a algumas festividades relevantes nas ilhas Terceira, Faial, Santa Maria e Pico", disse o deputado João Bruto da Costa.
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social-democrata critica "a falta da SATA, uma empresa que é tutelada pelo governo regional e que deve tratar por igual todas as ilhas", defende, sublinhando que "não podem existir Açores de primeira e Açores de segunda. E nesta campanha é exatamente isso que se verifica".
João Bruto da Costa quer saber se a tutela "vai corrigir a situação, ordenando a promoção das restantes festas relevantes no verão, por toda a região", e lamenta que as maiores festas do único concelho da ilha Graciosa, que são as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres de Santa Cruz da Graciosa, "não tenham, para a SATA, relevância para serem promovidas nos mesmos moldes que outras igualmente importantes para as respetivas ilhas", afirma.
O deputado frisa que, "se para a SATA e para o governo regional as maiores festas da Graciosa são festas de segunda, podemos garantir que para os graciosenses, e para quem nos visita, elas são festas de primeira", refere, acrescentando que "a tão anunciada promoção da Graciosa, prometida por Vasco Cordeiro, podia ter saído da propaganda para as ações de campanha de uma empresa regional, ou seja de todos os açorianos, como é a SATA", conclui.
Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
sábado, julho 07, 2012
Campanha da SATA "esquece as Festas da Graciosa"
sexta-feira, julho 06, 2012
Visita de Promoção
Passados seis meses e já com o Secretário da Economia demitido das funções que ocupava no Governo Regional, esta anunciada promoção da ilha continua a aguardar por uma expressão prática na sua concretização.
Este foi apenas mais um dos muitos anúncios surgidos desde que o candidato do PS nas eleições de Outubro herdou essa condição.
Depois disso, o candidato do PS voltou à ilha Graciosa à sombra da visita estatutária do Governo, para se limitar a falar do passado, a olhar para o passado, sem dar mostras de ter soluções para os velhos problemas que a Graciosa enfrenta!
A desertificação da ilha, que não é demais lembrar, foi a que mais população perdeu na última década; a fixação dos seus jovens, como pretendia o Conselho de Ilha através, também, da abertura de cursos profissionais; o início da obra fundamental que é o novo matadouro, para dar adequada resposta ás suas capacidades produtivas e às suas necessidades de desenvolvimento; e ainda, a já mais do que falada, prometida e apresentada Marina da Barra, que de estudo em estudo, teima em nem sequer chegar ao papel; foram assuntos que nem o Governo, nem o candidato do PS souberam dar resposta, mostrando assim que o que mais interessa é fazer o habitual folclore e repetir mais uns anúncios, para que alguns se contentem, mas que a muitos já não enganam!
Para tentar esconder o sol com a peneira, e para manter a ilusão de que agora se irão resolver problemas que foram incapazes de resolver nos últimos 16 anos, o Governo do PS inscreve no seu comunicado de visita estatutária mais um conjunto de intenções, em alguns casos repetidas, mas que são apenas isso mesmo, intenções repetidas que criam a ilusão de soluções que não fizeram parte da actual governação, e que só terão respostas com uma necessária mudança a partir de Outubro!
Afinal, a única promoção em que a Graciosa foi alvo, foi a do candidato do PS ás eleições de Outubro, escondendo os problemas e incapaz de apresentar soluções!
(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)
segunda-feira, julho 02, 2012
domingo, julho 01, 2012
Nos açores há 9 novos pobres todos os dias
20.351 - É o número de beneficiários do RSI nos Açores no final de Maio de 2012, mais 3151 do que no mesmo mês do ano passado!
A pobreza aumenta extraordinariamente nos AçoresMais 9 pobres nos Açores por cada dia de há um ano para cá!!!
sexta-feira, junho 29, 2012
"Isso é um papel"
Ora este papel é parte integrante dos documentos enviados pela Câmara à Assembleia Municipal como sendo o projecto da Praça de Santa Cruz.
Às questões que coloquei (praça de taxis, circulação de veículos na Rua D. Afonso Henriques, bar no multiusos) disse que não sabia e que se veria.
Este é, portanto, um projecto em permanente alteração! Ao sabor das opiniões sabe-se lá de quem, e com os custos sempre a aumentar!
Uma curiosidade: O mobiliário urbano foi "baptizado" com nomes de localidades da Ilha. Assim, os bancos são "Folga", "Carapacho" e "Guadalupe", a Iluminação é "Vitória" e as papeleiras para lixo são "Praia"!!!
quinta-feira, junho 28, 2012
Luxos Governamentais
E o que dizer do facto do Secretário Regional da Agricultura que reside
em S. Miguel, ter recebido ajudas de custo pelos 136 dias de serviço que
prestou naquela ilha? Estranho não é? Para o Governo Regional não é
estranho, é normal! Receber ajudas de custo para estar a trabalhar onde
reside era coisa que eu ainda não tinha visto, mas há sempre uma
primeira vez.
Enfim, suites de 250 euros por noite, limusinas, hotéis de 5 estrelas,
viagens em executiva para acompanhantes e ajudas de custo na ilha de
residência numa altura em que muitos Açorianos viviam já com grandes
dificuldades ultrapassa tudo o que é aceitável.quarta-feira, junho 27, 2012
sábado, junho 23, 2012
Em negação 2
Em negação
Qualquer Graciosense pode confirmar o contrário, mas adiante, a Sra. Secretária para ilustrar a sua afirmação fez referência à funcionalidade de acesso à busca de tarifas promocionais que existe no site da Sata.
Pois é, mas para um Graciosense conseguir aceder a essa funcionalidade tem de ir a nado para uma das Gateways (St. Maria, S. Miguel, Terceira, Faial e Pico.
Era para ser só no primeiro mês que as restantes ilhas ficavam de fora, mas o mês já se foi e a "coisa" está na mesma!!!
terça-feira, junho 19, 2012
Rematologia nas Termas do Carapacho
Auditoria do Tribunal de Contas a deslocações e ajudas de custo no Governo Regional
releva coisas como:
Limusina no Canadá - 5 dias = 3900 euros
Suite para o Vice-Presidente a 250 euros por noite em Lisboa
Viagem a Istambul (Turquia) para uma reunião, com estadia em Hotel de 5 estrelas
- Total da deslocação = 9 830,42 euros
Tv paga em uma noite de Hotel em Lisboa - 29,28 euros
Viagem ao Canadá para 3 pessoas - SÓ as passagens = 18 811,63 euros
Ajudas de custo de um membro do Governo pagas a 100% na ilha de residência - 136 dias no ano de 2010
Total de despesa com deslocações de 5 departamentos do Governo Regional no ano de 2010 - 600 659,41 euros
Reportagem Canal 1 - Tribunal de Contas aponta irregularidades nas despesas de deslocação do governo regional dos Açores - Política - Notícias - RTP
segunda-feira, junho 18, 2012
Rica Viagem!
domingo, junho 17, 2012
quarta-feira, junho 13, 2012
Sentimento de mudança!
Contudo há quem não se iniba de estar sempre à procura de motivos para menosprezar o interesse que a Graciosa desperta. E isso acontece quando o PS Graciosa segue as ordens da campanha contra a Presidente Berta Cabral, e se entretém a inventar factos, mesmo quando esses factos não correspondem à realidade.
Na sequência de mais uma visita de Berta Cabral à ilha Graciosa, o PS emitiu um comunicado que atribui à presidente do PSD afirmações que esta não proferiu, Esquecendo-se que, com estas coisas da internet e do mundo global, é fácil encontrar o que foi dito e, naturalmente, o que não foi dito.
Depois de uma visita à fábrica da PRONICOL na ilha Graciosa, a Presidente Berta Cabral, fez uma declaração aos órgãos de comunicação social em que enalteceu o produto Graciosense e o esforço dos produtores, em especial dos jovens, para melhorar o seu rendimento e o produto das suas explorações!
Mas o PS Graciosa ouviu outra coisa, ouviu o que não foi dito e lançou-se, mais uma vez, a atacar quem procurou prestigiar um valor que não é dos Partidos, mas sim dos Graciosenses.
No seu comunicado, mais um de pura maledicência, o PS Graciosa diz que não sabe onde Berta Cabral foi buscar os números que citam, mas há um pequeno grande problema: é que a Presidente do PSD não fez menção aos valores citados pelo PS Graciosa. Basta um click, e percebemos que para o PS Graciosa vale tudo para criticar a Presidente do PSD, dizem até que Berta disse uma coisa quando, na verdade, não disse. Não ficava mal ao PS Graciosa retratar-se por passar um comunicado quase todo a criticar uma pessoa com base numa informação que não é correcta.
Mas, como se não bastasse inundarem os ouvidos e os olhos dos Graciosenses a propósito de uma coisa que simplesmente não aconteceu, ainda se deram ao trabalho de acusar a Presidente do PSD de não estar preparada para ser Governo. Ou seja, o PS propagandeia coisas que nao existiram e acusa os outros de nao saberem do que falam!
A Presidente do PSD foi à ilha Graciosa, uma vez mais, para conhecer melhor a nossa realidade, fê-lo com a certeza de que um governo liderado pelo PSD dará oportunidades a todas as ilhas.
Como sempre, os graciosenses receberam Berta Cabral de braços abertos. Outros, os tais que se esquecem de governar para falar mal da líder da oposição, despediram-se mostrando o quanto lhes custa a alternância democrática. É sempre assim quando se sentem as mudanças!
sábado, junho 09, 2012
quinta-feira, junho 07, 2012
A oportunidade do mercado interno
Fazer dos Açores uma região económica é a proposta de Berta Cabral para um novo ciclo de governação.Para a sua concretização, implementar um mercado interno torna-se imperativo, pois dele resulta a vulgarização de relações comerciais regulares, previsíveis, constantes e naturais entre as diferentes ilhas dos Açores.
É aqui que surge a grande diferença entre quem se propõe concretizar um modelo pensado para criar emprego e riqueza em cada uma das ilhas, e quem se arrasta no tempo que leva à frente dos Açores sem ter resultados para apresentar neste domínio.
Poderão agora também falar em mercado interno, mas tiveram a possibilidade de concretizar o modelo que Berta Cabral propõe por em prática, mas em boa verdade, perderam a oportunidade que os Açorianos lhes deram ao longo de 16 anos de exercício de poder.
Há pois que fazer escolhas e que decidir sobre aquilo que queremos para o futuro das nossas ilhas. Além de que, há que dar verdadeira expressão às especificidades de cada uma das ilhas, criando as condições para que nelas sejam desenvolvidas as suas potencialidades e assim se poder assumir a criação de uma região económica, em que a complementaridade seja fruto da aproximação entre todas as parcelas dos Açores.
Na passada segunda-feira, à volta de uma mesa recheada de produtos locais, discutiu-se na ilha Graciosa um dos vectores fundamentais para a sustentabilidade económica e social dos Açores. Empresários, produtores e pescadores falaram abertamente sobre o seu desejo de contribuírem activamente para que este modelo proposto por Berta Cabral se concretize e se consolide através do aproximar das relações comerciais e da mobilidade entre as ilhas, no fundo, concretizando um verdadeiro mercado interno, em que uma ilha como a Graciosa possa pensar em produzir não apenas para o abastecimento dos seus pouco mais de 4 mil residentes, mas alargando a sua escala de acção para outras ilhas, até porque é óbvia a sua capacidade para o fazer.
Tal propósito terá necessariamente por passar por um modelo de transportes marítimos de mercadorias, passageiros e viaturas que permita transformar a vizinhança entre cada uma das ilhas numa relação de proximidade, tão natural quanto a essência de sermos uma região. Para que isso seja possível, Berta Cabral já demonstrou que tem um modelo pensado para tornar real o aproximar entre as economias de cada uma das ilhas. Através da implementação de um circuito de ferries que ligue diariamente o Faial a S. Miguel, passando pelo Pico, S. Jorge, Graciosa e Terceira.
A oportunidade está aí, resta saberem os Açorianos aproveitá-la!
(publicado na Rádio Graciosa e Diário Insular)
quinta-feira, maio 31, 2012
Espelho meu, espelho meu!
Lembrei-me logo da cena denunciada pelo Conselho de Redacção da RTP Açores sobre o "arrancar" de microfone a uma jornalista em pleno directo por parte do Secretário Regional Contente (atropelar todas as regras de ética para terem mais uns minutinhos de antena) e da quebra mais elementar do protocolo em cerimónias oficiais para colocar o candidato do PS mais a sua esposa na fila da frente na celebração oficial do dia dos Açores (habituados que estão a empurrar para ficarem mais à frente).
Há coisas que ditas por certas pessoas têm logo outro significado!!!
Dá-me o microfone - Já!
Vem isto a propósito de uma situação ocorrida há não muito tempo e que nos faz pensar sobre a genuína colocação de um cravo vermelho na lapela por parte de alguns governantes destes Açores autonómicos.
Através de um comunicado, o Conselho de Redacção da RTP Açores denunciou uma atitude de um Secretário Regional, Contente de seu nome, que em pleno directo televisivo retira o microfone à jornalista e começa a falar! De acordo com o comunicado, esta situação surge num assomo de ciúmes por a líder do PSD, Berta Cabral, ter aparecido no noticiário nacional a propósito das enxurradas que se abateram sobre S. Miguel. Diz ainda o tal comunicado que o governante socialista não queria que as imagens de Berta Cabral fossem enviadas para Lisboa e que, ele próprio, queria entrar em directo nos noticiários. Vai daí, cola-se à jornalista e, estando esta a realizar o seu trabalho, agarra-se ao microfone e começa a falar. O camera mantém o plano sobre a enxurrada e percebe-se pelo som a descrição denunciada no comunicado.
Bem sei que o senhor não se chama Relvas nem é ministro da república. Tão pouco tem a importância que ele próprio gostaria e sonha vir a ter após Outubro de 2012, mas é alguém que está numa cadeira do Governo vai para 16 anos e reflecte bem o estado de soberba no exercício de funções a que se chegou nos Açores.
Imagine-se o que seria se esta cena se passasse em qualquer democracia ocidental! O escândalo e os horrores que seriam ditos por aqueles que a cada 25 de Abril distribuem cravos vermelhos e recordam o Grândola Vila Morena importados para a alma açórica!
Viriam declarações de repúdio dos quatro cantos do mundo, dir-se-ia que estávamos perante um atentado à liberdade de imprensa, e arregimentavam-se cronistas em defesa da democracia pedindo a cabeça do governante. Mas por cá já pouco espantam estas atitudes de quem se acha dono de tudo, de quem pensa que os lugares são para serviço do partido, de quem cuida que as vagas nos serviços da região são para ocupar pelos amigos, de quem arrebata o orçamento regional e os impostos dos açorianos para buscar reconhecimento eleitoral.
Foi pena não ter aparecido um qualquer telemóvel a filmar as cenas descritas. Certamente que seriam corridas pelas televisões e redes sociais denunciado o regime socialista dos Açores.
(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)
quarta-feira, maio 30, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
Coisas do PS Graciosa
Deixo também o link do meu artigo de opinião para que digam onde é que eu disse que essa proposta era do PSD!!!
http://burgalhau.blogspot.pt/2012/05/ps-contra-reducao-do-preco-das.html
E, já agora, se votei favoravelmente é porque concordo com a proposta que iria baixar de imediato o preço das passagens.
Desculpem que eu repita: VOTEI A FAVOR!!!
Arranjem melhor forma de desviar as atenções que eu, apesar de estar habituado aos vossos insultos, sou muito menos importante do que a questão do preço das passagens!
quarta-feira, maio 23, 2012
"Sacudir a água do capote"
Um ano depois de Portugal ter abdicado de boa parte da sua soberania, passando de país que beneficiava de avultados fundos comunitários a país que ficou de mão estendida pagando um preço elevadíssimo em custos sociais, assistimos nos Açores a uma espécie de amnésia socialista sobre as causas e as consequências de um acordo de resgate que obrigou a medidas de austeridade de grande impacto na vida das famílias e das empresas.
De repente, isto é, em menos de um ano de mandato do Governo da República, tudo serve para culpar quem assumiu a governação de um país falido e acorrentado às medidas impostas pelo acordo celebrado com a troika. Medidas essas que, por exemplo, obrigam Portugal a poupar 500 milhões de euros em apoios sociais.
Para os socialistas dos Açores, o Governo da República passou a ter umas costas de tal forma largas que não se cansam de falar nele em cada momento de propaganda que assinalam em todos os actos públicos que realizam. Falam do desemprego culpando o corte de subsídios, mas esquecem que o desemprego foi gerado antes desse corte; falam da emigração dos jovens, mas esquecem que nos Açores o fenómeno de saída de jovens das ilhas se vem arrastando há largos anos; falam de coesão social, mas omitem que os Açores têm uma pobreza persistente, os mais baixos salários do país, a maior percentagem de beneficiários do RSI, ou as pensões mais baixas de Portugal! Em suma, escondem-se por detrás das medidas impostas pela bancarrota a que nos conduziram, tentando com isso que os açorianos esqueçam que estavam ao lado daqueles que, durante 13 dos últimos 16 anos, governaram Portugal.
Ironicamente, assumem-se defensores da autonomia, mas confessam-se, em cada momento, impotentes para demonstrar as virtudes do governo autonómico. Passam a vida a queixar-se e a lembrar que deve ser a república a assumir obrigações e despesas, por exemplo, nas obrigações de serviço público de transportes aéreos, mas nunca, mesmo nunca, se lembram que as indemnizações de serviço público nas viagens inter-ilhas são pagas integralmente pelo orçamento regional, e que custam menos por ano do que a renda a pagar pela SCUT de S. Miguel.
A esta insistente vontade de passar o tempo a falar dos outros, a culpar os outros, ou a pedir responsabilidades a outros chama o povo "sacudir a água do capote"!
A pouco mais de cinco meses dos Açorianos escolherem o seu governo e quem o deve liderar neste tempo de dificuldades, é importante escolher quem possa assumir a responsabilidade de combater o flagelo do desemprego, das falências e da crise social. Não é tempo de fugir às responsabilidades ou de abandonar funções.
sábado, maio 19, 2012
Já vale tudo?
quinta-feira, maio 17, 2012
PS contra redução do preço das passagens!
A questão do preço elevado das deslocações aéreas é essencial para os açorianos dada a sua importância para a vida das famílias e das empresas dos Açores.
É escusado perder tempo a discutir se as passagens eram mais caras há 15 ou 20 anos ou se desceram de preço na última década. Importante mesmo é aquilo que todos já sabem e que não pode deixar de ser reconhecido: O preço das viagens aéreas é muito elevado e isso dificulta a vida dos açorianos!
Tudo o que se possa argumentar para tentar que assim não seja é uma discussão fútil ou simplesmente motivada pelo interesse em encontrar desculpas para justificar um preço que é uma afronta.
O avião é a nossa "urbana", e dele dependemos para situações que, para outros, se resolvem com uma ida de comboio, de autocarro, ou metendo alguns euros de gasolina!
O preço das viagens de avião será sempre um assunto que, para os açorianos, tem um mote de discussão como o preço dos transportes públicos tem para os que vivem nas grandes cidades do continente.
É, pois, uma questão que não pode deixar de ser vista como uma função básica para a dinâmica social e económica das nossas ilhas, pelo que será sempre um assunto sensível na opinião pública e, invariavelmente, na política.
E se isto é assim, mais importância o assunto tem quando aparecem propostas que se destinam a reduzir o preço das viagens de avião. Foi o que aconteceu no último plenário da Assembleia Regional, em que uma proposta de abolição da taxa de combustível que inflaciona e de que maneira o preço das passagens, foi discutida e votada pelos partidos.
Estranhamente, ou talvez não, mais uma vez o PS dos Açores, sem justificação possível ou aceitável, voltou a usar da sua maioria absoluta para reprovar essa proposta, votando sozinho contra a redução do preço das passagens aéreas.
Ficou o povo dos Açores a saber que o partido que governa os Açores há década e meia impediu a redução imediata do preço das passagens aéreas, sem conseguir justificar essa sua opção.
Curiosamente, nem a Secretária da Economia, nem o candidato do PS se dignaram marcar presença neste importante debate. Ou por vergonha, ou por falta dela, o PS Açores cunhou a sua posição pela teimosia e pela ciumeira política. Teimosia por não aceitarem uma medida que permitia a redução do preço das passagens, ciúme porque a proposta veio de um partido da oposição.
A mudança é, como se vê, mais do que necessária!
quarta-feira, maio 16, 2012
Site da SATA discrimina Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo
A nova funcionalidade do site da SATA possibilita a pesquisa de tarifas promocionais, mas esquece os residentes da Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo. Afinal, há açorianos de primeira e ... os outros?
terça-feira, maio 15, 2012
Todos com Berta Cabral IV
quinta-feira, maio 03, 2012
A informação que faltava sobre o atraso da fibra óptica no Grupo Ocidental
"Segundo informação da FibroGlobal, o Tribunal de Contas já emitiu o visto relativamente ao contrato assinado entre o Estado e aquela empresa, tendo também o respectivo financiamento sido objecto de aprovação pelas instâncias competentes da Comissão Europeia, as quais teriam manifestado a sua opinião favorável ao financiamento do projecto em apreço.
A eficácia deste contrato está dependente cumulativamente do visto do Tribunal de Contas (já emitido) e da assinatura do contrato de financiamento com o Fundo PROCONVERGENCIA — Programa Operacional dos Açores para a Convergência, sendo que somente após disponibilização do financiamento público será possível dar início à instalação do cabo submarino."
Os messias da Ética
sexta-feira, abril 27, 2012
Pergunta sobre o futuro dos transportes marítimos de mercadorias.
Aqui fica o vídeo, da pergunta, da resposta à pergunta e da confirmação da pergunta!!!
(Não entendo certos políticos que insistem em dizer coisas que facilmente se comprovam não serem aquilo que afirmam)
Prioridades eleitoralistas
Foi, recentemente, apresentado o relatório de gestão da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, referente ao ano de 2011.
A actividade da autarquia graciosense pautou-se pela insuficiência na execução de projectos que havia inscrito no seu orçamento e plano anual, o que merece censura dado que, nos tempos que correm, tendo a Câmara disponibilidades financeiras, podia e devia fazer mais e melhor pela ilha Graciosa.
Neste aspecto destaca-se a recorrente ausência de iniciativa para levar por diante o ambicionado projecto da zona industrial. A autarquia está há dois anos a adquirir terrenos, mas o projecto em si nem sequer se vê intenção de o concretizar. A prova disso é reflectida numa taxa de execução de zero por cento.
E se este projecto era prioritário para o actual executivo camarário e essencial para alavancar novas iniciativas na ilha, outro ficou igualmente por cumprir e vem sendo adiado num calendário que tresanda a eleitoralismo. Trata-se do projecto da marina da Barra e zona envolvente, que vai andando ao sabor da inércia do executivo e contou com uma taxa de execução do previsto para 2011 de apenas 30%.
Bem sabemos que estamos em ano eleitoral, mas a Graciosa está cansada do folclore das aparições em vésperas de eleições e das primeiras pedras em final de legislatura.
O mais caricato da gestão socialista da Câmara Graciosense no ultimo ano acaba por ser também a fraca execução do contrato de recuperação de habitação degradada das famílias carenciadas. O Governo colocou nas mãos da Câmara de Santa Cruz a quantia de 600 mil euros vai para mais de um ano, mas no ano passado apenas foram executados 25% dessa verba. Ora estando identificados os casos a necessitar de obras, sendo situações de carência e falta de condições habitacionais, de que está a autarquia à espera? Será que também nesta situação a aproximação de eleições está a condicionar a actuação do executivo socialista, para depois, mais próximo do acto eleitoral aparecerem as obras de que os mais necessitados carecem? Enfim, nada a que os Graciosenses não estejam já habituados.
Também na área social não se executou um único euro no apoio à natalidade, promessa que constava do manifesto socialista mas que teima em ficar esquecida. Para um partido que se diz preocupado com as questões sociais ficamos esclarecidos perante estes dois exemplos!
Já na outra face da moeda aparece a grande obra de requalificação do centro de Santa Cruz, num projecto que irá custar perto de 2 milhões de euros e que, por não ser urgente nem prioritário, podia ter dado lugar às verdadeiras necessidades desta ilha.sábado, abril 21, 2012
quinta-feira, abril 19, 2012
Todos com Berta Cabral III
quarta-feira, abril 18, 2012
Transporte marítimo “motiva confusões do governo e esquece mercado interno”
Horta, 18 de abril de 2012
Transporte marítimo "motiva confusões do governo e esquece mercado interno"
O PSD/Açores criticou hoje "a confusão feita pelo governo regional, nomeadamente pelo seu secretário da economia, sobre os transportes marítimos nos Açores", especialmente quando "se trata de alguém ligado ao executivo há muito tempo, mas que revela um descrédito face ao transporte marítimo, uma funcionalidade viveu envolta em lamentáveis trapalhadas ao longo dos últimos 16 anos", disse o deputado João Bruto da Costa.
Falando durante uma sessão de perguntas dirigidas ao secretário regional de economia, o parlamentar referiu que "muito se tem falado, recentemente com maior intensidade, na necessidade da criação de um mercado interno que potencie uma região económica, daí que não se percebam as incoerências que [o secretário regional da economia] deixa transparecer, falando de problemas do setor e confundindo as valias entre os barcos de mercadorias e de passageiros", referiu.
"É preciso que os responsáveis digam claramente se o atual modelo do transporte marítimo de mercadorias, promovido por um governo que está em fim de legislatura, é um modelo que satisfaz, ou se efetivamente necessita de ser alterado", questionou João Bruto da Costa, que lamentou o facto do demissionário secretário da economia dizer que "dentro de um ano teríamos um mercado interno, pois é pena que tenha tido 16 anos só de conversa", concluiu.
quinta-feira, abril 12, 2012
quinta-feira, abril 05, 2012
Todos Com Berta Cabral II
Também na ilha Graciosa isso aconteceu, com a colaboração do Gabinete de Estudos do PSD fez-se um trabalho para melhor conhecer a realidade da ilha, os seus problemas, as suas especificidades, as suas ambições e anseios.
O primeiro corolário desse trabalho terá lugar no próximo Congresso Regional do PSD que ocorrerá nos próximos dias 13 a 15 de Abril.
Depois da eleição da sua Presidente em eleições directas e democráticas, o PSD reúne em Congresso para definir a sua orientação estratégica, propondo aos Açores uma alternativa de Governo, com ideias consolidadas e estruturadas sobre o rumo das políticas que trarão novas oportunidades para os Açorianos.
Esse caminho começa a ganhar forma de programa, através da apresentação pela Presidente Berta Cabral da sua moção global de estratégia. Sob o título "CRIAR OPORTUNIDADES PARA TODAS AS ILHAS", a Presidente do PSD apresenta aos Açorianos a base do futuro programa de Governo, que dará aos Açores um novo fôlego, num novo ciclo de desenvolvimento, de criação de emprego e de riqueza, materializado numa Autonomia Regional que não seja apenas político-administrativa, mas também económica.
O estabelecimento dos Açores enquanto Região Económica é um desígnio de todos os Açorianos, e assume-se como bandeira da Presidente do PSD, que com a determinação e competência que lhe é reconhecida, propõe que todos a acompanhem neste projecto, com a convicção própria de quem sabe ouvir, e sabe decidir.
É a pensar no desenvolvimento sustentado de todas as ilhas dos Açores que a Presidente do PSD tem vindo a recolher as mais diversas opiniões, a ouvir a sociedade Açoriana: da agricultura aos serviços, das pescas à juventude, das empresas às instituições, com todos Berta Cabral tem falado sobre o futuro de cada uma das ilhas na consolidação de um projecto que é de todos.
Ainda recentemente foi isso que aconteceu na Graciosa, mantendo encontros e reuniões, ouvindo e apresentando o seu projecto para o futuro dos Açores. Neste trabalho tem sempre tido a receptividade e o apoio da população, em contraste com a crítica quase doentia do PS e do Governo. Se Berta Cabral fala, logo aparece alguém do Governo a mostrar o seu incómodo. São escritos e opiniões repetidos, sempre a falar mal, sempre a criticar! Isso só prova o que já muitos sentem: a chegada de um novo ciclo, com Berta Cabral como Presidente dos Açores.
sábado, março 31, 2012
PSD isenta 56 municípios da reforma das freguesias
PSD isenta 56 municípios da reforma das freguesias
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=548435
Os social-democratas vão alterar o número mínimo de freguesias em que não é obrigatória a agregação. A mudança vai ser introduzida no diploma do Governo que prevê a redução de freguesias. Reduções aplicam-se, assim, a 252 municípios.
Até agora, a proposta inicial do Governo previa isentar da reforma das freguesias todos os municípios que tivessem menos de quatro freguesias. De acordo com o Governo, em causa estavam 29 municípios. Agora, o PSD quer que a referência sejam cinco freguesias: abaixo disso, o município fica isento da reforma. No total, são 56 municípios, quase 20% das 308 autarquias.
Nas 14 alterações que o PSD vai introduzir na proposta de Lei do Governo vai haver maior flexibilidade para as Assembleias Municipais. Caso estes órgãos municipais enviem a sua proposta de reforma, poderão reduzir 20% a menos do que as percentagens obrigatórias definidas pelo Governo.
Nos Açores ficam isentos da reforma os concelhos de Santa Cruz da Graciosa e Santa Cruz das Flores.
quinta-feira, março 29, 2012
Todos com Berta Cabral
No passado fim-de-semana decorreu o XXXIV Congresso Nacional do PSD.
No actual contexto de grave crise, com Portugal forçado a viver sob grande austeridade, o Congresso do Partido que lidera o Governo assume uma importância redobrada, não só pelo contexto, mas, também, pela forma como o Partido se apresenta ao País.
O PSD, enquanto partido que assume essa liderança necessitava de se adaptar às exigências e à responsabilidade que lhe recai nos ombros, mas também de se preparar para os tempos que aí vêm, de novos embates eleitorais, em que o Partido se empenha para corresponder a uma génese de vitória.
Neste âmbito, o PSD está determinado em ajudar o PSD dos Açores a ganhar as eleições de Outubro.
Foi o próprio Passos Coelho a, logo no discurso de abertura, assumir esse desígnio e a convicção de que o PSD Açores tem a pessoa certa para apresentar aos Açorianos.
Nas palavras do Primeiro-ministro, Berta Cabral tem "qualidades muito conhecidas: é uma boa gestora, é uma pessoa com uma grande experiência política, que conhece bem a sua terra que é também os Açores, não é apenas São Miguel, e que tem feito um caminho de união do partido e das principais forças sociais dos Açores, (...) Os Açorianos irão escolher, mas eu sei que eles terão uma escolha facilitada, porque terão, seguramente, uma grande Presidente do Governo Regional, num novo ciclo que, nós esperamos, se vai abrir na Região Autónoma dos Açores."
Foram palavras carregadas de simbolismo, que materializam uma narrativa de mudança segura, tendo ao leme uma mulher preparada para assumir os destinos da região, colocando em primeiro lugar os interesses dos Açores e dos Açorianos. Aliás, Berta Cabral, não deixou de vincar bem essa sua forma de estar na política: Primeiro os Açores e os Açorianos.
Na reunião magna do PSD, vincaram-se bem os propósitos e as convicções. E é assim que deve ser: promovendo a discussão pelos militantes, ouvindo todas as opiniões e exercendo legitimamente os mandatos para que se é eleito.
Citando uma declaração política feita em 2003 por Vasco Cordeiro, podia dizer-se que "num sistema político como o nosso, em que a participação política se processa de forma organizada através dos partidos, a realização de um Congresso assume-se como um facto de grande importância no posicionamento e na definição da forma e das propostas como essas organizações se apresentam perante um conjunto de matérias.
Ora, se assim é em relação a qualquer partido, em relação ao PS/Açores, como partido com maior implantação regional e com responsabilidades governativas, essa circunstância, mais do que uma possibilidade, assume o carácter de um verdadeiro dever."
segunda-feira, março 26, 2012
domingo, março 25, 2012
quinta-feira, março 22, 2012
Graciosa - Virar ao futuro IV
Esta possibilidade leva a que a oportunidade não possa ser desperdiçada, ou tão pouco adiada, pelas inúmeras vantagens que essa independência nos pode propiciar.
Há já alguns anos que os graciosenses convivem com a energia eólica e com as possibilidades de produção de uma energia limpa que, por um lado, possa alavancar outras formas de empreendorismo, e, por outro lado, seja sinónimo de excelência ambiental. No entanto, quanto à energia eólica e a outras formas de produção de energias chamadas de "limpas" e/ou renováveis, ainda temos de dar importantes passos para que isso se projecte para além de alguns anúncios e eventualidades.
Todos os lares graciosenses podem verificar que ainda estamos a níveis insipientes em termos de consumo de energias alternativas, basta reparar na factura de electricidade e lá podemos encontrar os valores da percentagem dos variados tipos de energia que consumimos, sendo que ainda dependemos de forma muito significativa das energias fosseis e poluentes.
É necessário que ocorram importantes decisões para que, por um lado, se possam aproveitar as potencialidades que a Graciosa oferece em termos de produção de novas energias, mais limpas e amigas do ambiente, e, por outro lado, se adicione a oferta de conhecimento que existe e vai estando ao dispor de todos os graciosenses, que pode trazer vantagens económicas ás famílias e empresas da Graciosa.
É também necessário que se acentue o elemento de produção de energia pelos próprios Graciosenses. Todos os dias vamos sendo inundados por anúncios de possibilidades de, em cada lar e em cada empresa, poder haver unidades de produção de energia, quer solar quer eólica, que permitem, por um lado, tornar essa família ou essa empresa auto-suficiente em termos de consumo de energia mas, indo mais longe, tornando-as produtoras e, consequentemente, vendedoras de energia obtendo, ao fim de alguns anos, uma nova fonte de rendimento.
Para que tal aconteça o próximo Governo Regional deve olhar para esta realidade Graciosense, e para esta possibilidade da ilha alcançar a sua independência energética, de uma forma séria e com vontade política em possibilitar esta concretização.
É tempo de agir e de dar as mãos ao futuro.
Termino mais esta breve reflexão renovando uma certeza: Outros virão dizer que tudo já foi pensado e logo o irão fazer! Mas a quem governa há já 16 anos continuamos a perguntar: Por que é que ainda não o fizeram?
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa
quarta-feira, março 21, 2012
Desconhecimento!
quinta-feira, março 08, 2012
GRACIOSA - VIRAR AO FUTURO II
Também é facilmente aceite que a consolidação dos Açores como região económica, assente na concretização de um verdadeiro mercado interno, depende das políticas de transportes e na percepção de que este é um desafio no qual não podemos ceder para tornar ilhas como a Graciosa, não só um atractivo para investimentos, mas sobretudo potenciar a produção de bens que criem emprego e riqueza.
Nos transportes marítimos a relação comercial da ilha Graciosa com as ilhas do grupo central é essencial para alargar os seus horizontes de mercado. O modelo de transportes marítimos terá de se modernizar em termos do modelo de cargas, e sou tentado a concordar que a aposta em porta contentores/ferrys, a navegar o ano inteiro, e fazendo a ligação de oriente a ocidente dos Açores é aquela que melhor responde às exigências de mobilidade no transporte marítimo nos Açores, como é referido no blogue "O Porto da Graciosa" do Graciosense Manuel Bettencourt.
Mas se nos transportes marítimos as mudanças exigem o empenho do futuro Governo dos Açores, nos transportes aéreos essa questão também exige um trabalho sério na sua resolução.
O preço das passagens aéreas é uma questão que não deixa ninguém indiferente. Pagar € 199,50 por uma viagem entre a Graciosa e o Pico, como recentemente referiu um Graciosense, é algo que não pode continuar. De igual modo, os preços entre os Açores e o exterior são um verdadeiro escândalo. Ainda recentemente, um Graciosense imigrado nos Estados Unidos pagou, em época baixa, mais de 800 dólares para chegar à Graciosa, e nem vou mencionar a questão do peso da bagagem porque esta terá, certamente, o tratamento que se exige no respeito pelos nossos imigrantes.
Nesta questão do preço das passagens aéreas, o PSD pela iniciativa e empenho da Dr.ª Berta Cabral já propôs ao Presidente da Comissão Europeia a criação de um programa POSEI para os transportes, tendo em perspectiva baixar o preço das passagens aéreas. A proposta foi bem acolhida por Durão Barroso e, mais recentemente, a líder do PSD anunciou a apresentação de alterações ao relatório sobre a política de coesão das Regiões Ultra Periféricas, para que se inclua a criação desse programa POSEI para os transportes.
Só assim, com trabalho e apresentando soluções, se podem mudar os Açores para melhor.
Outros dirão que também o vão fazer, mas depois de 16 anos a Governar a pergunta que se impõe é: Por que é que ainda não o fizeram?
Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa






