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terça-feira, setembro 11, 2012

Há quem diga que não!

Ainda dizem por aí que o Governo não se comprometeu com a redução de funcionários públicos na linha com o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF)?



Note-se que o PAEF é, nem mais nem menos que o acordo com a Troika!

domingo, setembro 09, 2012

Berta Cabral: "Austeridade deve ser para os governantes" - Politica - DN

Berta Cabral: "Austeridade deve ser para os governantes" - Politica - DN

Berta Cabral: "Austeridade deve ser para os governantes"

por Lusa
Berta Cabral, candidata do PSD à presidência do Governo Regional
Berta Cabral, candidata do PSD à presidência do Governo Regional Fotografia © Nuno Pinto Fernandes - Global Imagens
 
 
A candidata do PSD à presidência do Governo Regional, Berta Cabral, defendeu hoje que a austeridade "não deve ser para as pessoas, mas para os governantes", frisando que os Açores "não precisam de mais austeridade".
"A austeridade não deve ser para as pessoas, mais sim para os governantes", afirmou Berta Cabral, em declarações à Lusa, reagindo ao anúncio de novas medidas de austeridade feito sexta-feira pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
A candidata social-democrata, que é também líder do PSD/Açores, considerou que "uma coisa é o orçamento da República, outra é o orçamento da Região Autónoma dos Açores", defendendo que a região "não precisa de mais austeridade".
"O que nós nos Açores precisamos é de um novo governo, que saiba aplicar melhor os dinheiros públicos, saiba ter mais parcimónia, porque, se não o fizer, aí sim esse governo socialista (no arquipélago) leva-nos ao mesmo estado de coisas que nos levou o engenheiro Sócrates", alertou.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na sexta-feira novas medidas de austeridade para 2013, incluindo os trabalhadores do setor privado, que, na prática, perderão um subsídio através do aumento da contribuição para a Segurança Social de 11 para 18 por cento.
Os funcionários públicos continuam com um dos subsídios suspensos (na totalidade nos rendimentos acima dos 1.100 euros/mensais e parcialmente acima dos 600 euros) e o outro é reposto de forma diluída nos 12 salários, que será depois retirado através do aumento da contribuição para a Segurança Social.

Marques Mendes sobre as eleições nos Açores

terça-feira, setembro 04, 2012

Programa de assistência!

É assim que o site do Ministério das Finanças identifica o resgate dos Açores por mais que o neguem o Governo Regional e o candidato do PS!

quarta-feira, agosto 29, 2012

Onde é que vimos este filme?

O memorando de entendimento entre o Governo dos Açores e a República vem submeter a autonomia regional a um conjunto de deveres e regras que, pelo simples facto de não existirem até esta data, significam um abdicar de uma certa soberania que se vê machucada e violentada.
Um pouco à semelhança do que aconteceu com Portugal após o pedido de ajuda à Troika, foram muitos aqueles mais ligados às causas desse pedido de ajuda que vieram desvalorizar, diziam que se tinha conseguido um acordo que eram só vantagens, que eram rosas perfumadas, mas que depois de traduzido e relido, afinal eram mais os espinhos que o perfume das rosas!
Todos estão lembrados da declaração ao país de José Sócrates, primeiro ministro que levou Portugal à humilhação, após ter assinado o acordo de resgate, todos recordam a persistente vontade em dizer que estava tudo bem e que graças ao seu Governo as coisas ainda eram melhores.
Todos também sabemos que nada disso era verdade, e que o país teria de sujeitar-se a condições muito duras para pagar as suas dívidas.
Agora assistimos ao mesmo filme, numa versão açoriana, mas com o mesmo denominador comum.
E o que têm em comum a situação vivida com o resgate de Portugal e agora com o resgate dos Açores é o mesmo discurso de desvalorização, o mesmo, "está tudo bem", e os mesmos a dizê-lo, mesmo sabendo que ninguém acredita!
Ainda há poucos dias foi a vez do candidato do PS a dizer que "não se passa nada", "está tudo bem"! Até este acordo dos Açores com a República "defende a autonomia"!
Se já todos sabíamos que o slogan do PS com os dizeres: "defender a autonomia" era um pouco para encher a boca, agora temos a certeza que defender a autonomia para o PS, é mesmo só uma questão de conversa!
Ao fim ao cabo estamos perante dois momentos que em tudo são idênticos e que reflectem bem o ponto a que se chegou nos Açores!
Pede-se ao governo de Passos Coelho para nos salvar do incumprimento de uma dívida de 135 milhões de euros e andamos por aí a dizer que somos bons porque conseguimos pagar a dois bancos o que devíamos, nem que para isso tivéssemos de estender a mão a Lisboa e fossemos obrigados a contrapartidas!
Há realmente momentos em que parece que já vimos isto acontecer com outros e adivinhamos o resultado! Este é mais um desses momentos.
Muitos mais virão dizer o que disse o candidato do PS agora que ele deu o mote para a desculpabilização. E dirão que assim é que está bem feito e só não é melhor por culpa dos outros!
É um filme que se repete sem "suspense" e com um final já por muitos esperado!

quarta-feira, agosto 22, 2012

"O Rei vai nu"

Foi preciso um Gordon e uns quantos meses de várias demonstrações de perturbação quanto à realidade economico-social, para o governo regional anunciar oficialmente que a república vai resgatar os Açores numa divída que vence e não há dinheiro para a pagar.
Meses e meses a fio a ouvir o vice-presidente do governo, responsável pelas finanças e, já agora, o "primeiro qualquer coisa" da campanha do PS para Outubro, a dizer que estávamos num oásis e que era o PSD sempre a lançar suspeitas, para agora se saber que foi preciso o governo de Passos Coelho vir em socorro dos Açores que não tinham 138 milhões para pagar uma dívida.

Há um nome que se chama a quem anda por aí a fazer-se grande, a dormir em suites e a viajar à grande, mas que não tem dinheiro para pagar as dívidas que fez para sustentar os seus comportamentos! Fica ao critério de cada um o nome para quem assim procede!

Há, porém, uma certeza no meio desta coisa do PS andar às voltas para chamar todos os nomes a uma coisa que é um resgate financeiro! Não querem que os Açorianos saibam a verdade! Dizem e prometem tudo para que não se saiba o desastre em casa de quem tem de cravar o vizinho para pagar a conta do banco, e depois anunciam desgraças com o fim do seu poder.

São muitos os que já foram abordados pela campanha de mentiras sobre a esperada vitória de Berta Cabral e do PSD nas eleições de Outubro, são mentirinhas, que rodam de boca em boca para intimidar! Já todos estão atentos mas é bom que se relembrem de outras campanhas, em que o lema era sempre o mesmo: "agora é que vai ser!" E ficou sempre para a próxima! No fundo, é como pedir dinheiro para pagar dinheiro emprestado. Não se fica mais rico nem com mais dívida, mas fica-se a perceber que não se conseguem cumprir compromissos assumidos e só o auxílio externo salva a honra do convento.

O PS Açores ainda teima em desresponsabilizar-se dos problemas e em desvalorizar a gravidade e o momento difícil de muitos desempregados e de muitos jovens que só precisam de uma oportunidade mas que os poderes do sistema de governo, de alguns socialistas dos Açores, acabam por recusar, ora por não terem já o ânimo nem as respostas, ora porque apenas se querem agarrar ao poder à custa de vender ilusões, contar umas mentirinhas, ou colocar uns cartazes de obras não executadas. É a chamada "renovação" de promessas, só que agora é à custa de um resgate de dívidas!

Na versão popular do conto "O Rei vai Nu", de Hans Christian Andersen, no final, o rei encolhe-se de vergonha. E nem consta que o reino se tivesse a afogar em divídas ou a ser resgatado.

quarta-feira, agosto 15, 2012

O Cartaz da Poça das Salemas

O Governo dos Açores fez colocar junto à "poça das salemas", na baía da Barra, um cartaz com 8 metros por 3 com a seguinte inscrição: "Contrucão da Marina da Barra, requalificação da envolvente".

No referido cartaz está também desenhada uma marina de apreciável dimensão!


Já não é a primeira vez que este Governo coloca cartazes a anunciar obras que não fez em vésperas de um acto eleitoral. Aconteceu exactamente o mesmo com um cartaz colocado junto ao matadouro e que foi retirado logo após as eleições. 
Todos se lembram disso e já ninguém se surpreende com esta politiquice.
A colocação de um cartaz a anunciar a construção de uma obra de grande envergadura a dois meses de eleições, sem sequer ter sido lançado o concurso, só pode significar duas coisas: primeiro uma grandessíssima falta de vergonha e desrespeito pelos cidadãos, e depois um grande desespero eleitoral para tentar capitalizar algum voto mais distraído!

Ainda que se lançasse já o concurso para a construção de uma "Marina da Barra", esse processo nunca estaria concluído antes do final da legislatura, significando isso que se trata apenas de uma manobra eleitoral da mais pura falta de respeito querendo passar por tolos toda uma ilha.

Um amigo dizia-me há dias que a colocação daquele cartaz queria apenas dizer que "pensam que são os únicos discretos e que os outros são todos tolos" - boca santa!!!

Mas é mesmo assim que vai andando esta pré-campanha eleitoral. Tentando enganar e pensando que anda tudo distraído!

Já aqui tinha dito que com o aproximar das eleições o PS iria dizer tudo e mais alguma coisa para se tentar manter no poder, exercendo-o para servir os seus interesses. É o próprio PS que, com a sua campanha de habilidades e mentirinhas vai tentando enganar as pessoas, mas não é todo o PS, é o PS de alguns, dos mesmos de sempre.

Num autêntico desmando governativo colocam cartazes de aldrabice eleitoral, lançam boatos dizendo que vai acabar o cheque pequenino quando a verdade é que PSD já quis aumentar esse apoio aos idosos no ano passado e foi o PS que chumbou essa proposta.

Muito mais se ouvirá e muitas mais mentiras irão dizer para diminuir o peso da vitória de Berta Cabral. Cá esperamos o cartaz do novo matadouro e mais umas mentirinhas para enganar e meter medo.

As pessoas já não vão nesses jogos e nessa conversa! Os Açores reclamam mudar e quando assim é nada fará com que a vontade dos açorianos seja alterada por quem apenas quer que fique tudo na mesma!

quinta-feira, agosto 09, 2012

Saúde: Mudar para Melhorar

Já não passa despercebido a ninguém e é motivo de preocupação para qualquer Açoriano.
Trata-se da dívida do serviço regional de saúde que foi motivo de reportagem de um jornal nacional.
O PS trouxe em 2008 para o Governo um gestor da Saudaçor. Não terá sido por prémio pela gestão daquela empresa, mas mais pela confiança política que o actual Secretário Regional mereceu por parte do PS Açores e, decerto, por corresponder às directivas dadas pelo Governo.
Desde então a gestão do Serviço Regional de Saúde entrou em roda viva com problemas financeiros e dividas a acumularem-se.
A dívida da saúde dos Açores atinge já mais de mil milhões de euros, o que equivale a um terço do total da dívida da saúde a nível nacional e atira o valor por cada açoriano para 14 vezes superior ao valor por cada cidadão do continente.
Têm sido várias as peripécias dos últimos anos na gestão da saúde nos Açores. São as multas do tribunal de contas aos gestores das unidades de saúde, é a sub-orçamentação, são os concursos de pessoal com muita polémica, são as nomeações e as exonerações, são as dívidas às farmácias e fornecedores, são um sem número de queixas dos utentes, são as queixas de funcionários e colaboradores, são as criticas de médicos e enfermeiros que vão sofrendo às mãos do sistema, são as contratações políticas, são a falta de medicamentos ou materiais, são as recusas de tratamento por dívidas dos hospitais, etc, etc.
Mas, sobretudo, são os doentes que sofrem pelo desnorte em que se tornou a política de saúde nos Açores, e apesar do Governo passar a vida a dizer que tudo tem sido em benefício dos Açorianos, a verdade é que cada vez chegam mais queixas desses mesmos Açorianos.
A situação é caótica como se percebe pelo avolumar de problemas. E não está do lado do PS Açores encontrar resposta que corrija os erros do seu passado.
Em Outubro os Açores devolvem aos Açorianos a escolha do seu destino e de quem querem ver no Governo Regional.
Cabe aos Açorianos e, desde logo, também aos Graciosenses, fazer a sua escolha. Querem que tudo fique como está, com tendência para piorar, ou querem mudar o actual estado de coisas?
A verdade é que para mudar não se pode escolher quem nos governa há já 16 anos e se candidata a 20 anos de poder!
A verdadeira mudança, aquela que também necessitamos na administração da saúde para melhoria da prestação de cuidados de que os Açorianos necessitam, passa por mudar de Governo, passa por quem tenha uma nova forma de encarar os problemas e de apresentar soluções para os resolver. A escolha é de todos e só votando é que participamos nessa escolha!

quinta-feira, agosto 02, 2012

A mudança necessária

A estratégia de maledicência que o PS tem feito sobre Berta Cabral tem levado ao desespero dos próprios socialistas que, com a proximidade das eleições, vão tendo consciência de que os Açores querem a mudança, e que essa mudança passa pela vitória de Berta Cabral.
É notório que ao verem fracassar a sua estratégia de dizer mal da candidata do PSD, e não conseguindo destruir a coerência do projecto político que Berta Cabral tem vindo a apresentar aos Açorianos, insistem na mais pura campanha de desinformação e de confusão.
É preciso, portanto, estar muito atento a todas as mentiras e intimidações que se vão propagando para esconder os verdadeiros problemas dos Açores.
De agora em diante vamos ouvir as maiores indecências sobre a ida do PSD para o Governo e, ao mesmo tempo, irão dizer que com a continuidade dos mesmos de sempre será tudo diferente. No fundo, aqueles que estão a governar há 16 anos pedem aos Açorianos que acreditem que tudo o que de mau acontece não é nada com eles, que tudo que fizeram mal feito não se volta a repetir e que vão agora fazer tudo aquilo que não fizeram.
Preparem-se, pois, para ouvir de tudo sobre tudo, que vão ser só desgraças, que vão acabar os apoios para tudo e mais alguma coisa, e por aí fora.
Mas esta atitude de quem se agarrou ao poder e quer evitar as transformações de que os Açores precisam, mostra bem a consciência pesada e o reconhecimento de que os Açorianos acreditam que a mudança segura está do lado do PSD e de Berta Cabral.
Essa mudança é exigida todos os dias pelos mais variados quadrantes da sociedade. Uma mudança que visa uns Açores melhores, com mais oportunidades para todos e com oportunidades para todas as ilhas.
Mas essa mudança só pode ocorrer com outros protagonistas políticos. Não se pode mudar com os mesmos de sempre, que se limitam a mudar as cadeiras para as ocupar com os mesmos que as ocupam há já 16 anos. Veja-se o exemplo maior que o PS apresenta e que é o seu candidato a Presidente do Governo: Em 1996 foi para deputado, em 1997 foi para líder da JS Açores, em 2000 foi para líder parlamentar do PS Açores, em 2003 foi para Secretário Regional da Agricultura, em 2004 foi para Secretário Regional da Presidência, em 2008 foi para Secretário Regional da Economia e em 2012 voltou para deputado. No exercício de funções alguém se lembra de grandes feitos ou decisões que tenham mudado os Açores? Parece que não, e por isso mesmo não há qualquer mudança com os mesmos de sempre.
A verdadeira mudança é votando em Berta Cabral, para que todos e todas as ilhas tenham oportunidades, sempre a pensar nos Açores e nos Açorianos!

domingo, julho 29, 2012

quinta-feira, julho 26, 2012

A dependência Eleitoral do RSI

As recentes alterações ao RSI levaram o Governo Regional a declarações inseridas na sua habitual campanha de confusão sobre este apoio social.
Diz o governo que com estas alterações vão aumentar os pobres nos Açores! Como se os que recebem RSI não fossem os mais pobres dos pobres, e esquecendo que esta medida deve ser transitória no combate à pobreza!

É bom lembrar que as mais recentes alterações ao RSI entraram este mês em vigor e que sempre que ocorreram alterações à medida os socialistas também se queixaram de que o RSI ia ser retirado a um sem número de beneficiários tendo, invariavelmente, acontecido sempre o contrário.

A realidade do RSI diz-nos que desde que esta medida foi criada os Açores foram sempre a região com maior taxa de incidência, muito acima da média nacional.

É também importante referir que só no último ano, nos Açores, todos os dias foram acrescentados nove novos beneficiários ao RSI. E convém lembrar que este ano de 2012 (até Maio), todos os dias, 16 açorianos requereram o benefício deste apoio social.

O problema dos Açores não é indiferente a que o RSI tem sido usado como forma de manter dependências e de assegurar resultados eleitorais. Muito à custa da intimidação dos beneficiários e de campanhas de desinformação, fazendo crer que a manutenção daquele apoio social depende exclusivamente do poder socialista!

A verdade é bem diferente.

O RSI é um apoio essencial no combate à pobreza extrema, mas é também uma medida de transição cujo sucesso está intimamente ligado em os seus beneficiários se libertarem da necessidade de o receberem. Ou seja, o RSI para ser verdadeiramente eficaz, deve almejar que os beneficiários conseguem adquirir competências e progressos socioprofissionais que levam a que deixem de precisar dele.

É por demais evidente que nos Açores não se conseguem resultados verdadeiramente sociais com a aplicação da medida porque, por parte do Governo, não há a vontade de criar condições para fazer a transição de uma situação de pobreza para uma situação de independência por parte dos beneficiários.

O Governo dos Açores gosta de manter os pobres nessa condição para, de quando em vez, estender a mão àqueles que não têm opção a ter a mão estendida.

É este o vício que tem levado a uma pobreza persistente e a uma dependência sem alternativas.

Ao contrário do que diz o governo, não é uma mais justa atribuição do RSI que aumenta a pobreza. O que tem aumentado a pobreza é a vontade do Governo em manter uma dependência que passa de geração, sem tratar da realização profissional e pessoal desses Açorianos.

quarta-feira, julho 25, 2012

PSD quer explicações sobre “dragagem e destino da areia da Praia da Graciosa”


 

O PSD/Açores pediu hoje informações à tutela sobre a dragagem de areia em curso no porto comercial da Graciosa, de modo a saber "qual o volume e o destino daquela areia e por que razão não é a mesma depositada onde melhor serviria a Graciosa, que é na zona do areal da Praia", disse o deputado João Bruto da Costa.

 

Lembrando que o areal da Praia da Graciosa "tem sido alvo de repetida discussão política, técnica, económica e ambiental", e perante, "todos os anos, a necessidade de recarga daquele espaço", o social-democrata frisa que "está novamente ativa a discussão sobre a melhor altura para essa recarga, sobre a quantidade e os custos dessa operação", refere, num requerimento enviado à Assembleia Legislativa.

 

"São necessárias explicações do governo sobre a qualidade e a origem da areia, bem como sobre a melhor solução para aquela carência, pois o que se tem feito persiste em ser temporário e, este ano, não foi diferente a discussão nem terminou a contínua polémica sobre a areia da Praia. Mais uma vez, são muitas as queixas sobre a qualidade da areia importada para a Graciosa", explica.

 

Segundo João Bruto da Costa, "com o início da obra da rampa roll on - roll off no porto comercial, começou igualmente uma dragagem da areia depositada pela natureza, no local onde irá nascer a referida rampa. Trata-se de um volume enorme de areia graciosense cujo destino não é conhecido, e que a população quer naturalmente saber para onde vai", concluiu.


segunda-feira, julho 23, 2012

Quando o trabalho produz efeitos!

Depois desta denúncia:

http://base.alra.pt:82/Doc_Req/IXreque671.pdf


veio esta mudança:




Agora a campanha já é para TODAS as ILHAS no mês de Agosto!

quinta-feira, julho 19, 2012

O PS desistiu de defender os Açores!

Não tenho ideia de alguma vez a data das eleições ser polémica. Confesso que não sei se em outras ocasiões se gerou algum tipo de discussão sobre o melhor dia para a realização de eleições regionais. Uma coisa é certa: com excepção do ano de 1976 as eleições realizaram-se sempre no mês de Outubro, quer mais no inicio quer mais para o final.
Este ano parece que há um facto que divide as opiniões sobre a data mais adequada para as eleições regionais. E esse facto chama-se: "Orçamento de Estado para 2013".
Para o PSD e para a sua candidata Berta Cabral é importante que exista um governo escolhido nos Açores que possa ter um papel activo importante na negociação com o Governo da República relativamente às opções do Orçamento de Estado na sua relação com a Região.
Já para o PS, é mais importante que se conheça o Orçamento de Estado antes dos Açorianos escolherem o seu Governo.
Esta opção do PS, esta sua opinião e esta justificação para querer eleições o mais tarde possível é absolutamente incompreensível.
Até parece que nos Açores quem vai a votos é o Governo da República e o seu orçamento para 2013!
Há uma grande desorientação, e uma maior falta de sentido de Estado nesta justificação socialista para a escolha da data de eleições. E a explicação é simples: O PS não quer discutir os Açores e os graves problemas da Região. O PS acha que, quanto pior para os Açores forem as transferências da república mais ganhos políticos pode obter com isso. Se havia dúvidas de que o PS Açores já só pensa em ter alguma simpatia eleitoral por fazer oposição ao Governo da República, essas dúvidas desapareceram com esta sua opção e justificação.
Aliás, com esta atitude o PS Açores demonstra que estarão até dispostos em não defender os interesses dos Açores nas reivindicações referentes ao Orçamento de Estado e às transferências do continente para a região para, com isso, poderem obter mais discurso de guerrilha e fazer oposição ao PSD.
Para o PS quanto pior, melhor!
É o total desespero do PS Açores que vê, cada vez mais como um dado adquirido, a mudança que irá ocorrer e, por isso, lançam mão de todas as armas, nem que isso crie mais dificuldades aos Açorianos.
É importante que o futuro Governo tenha um verdadeiro sentido de dever no exercício da governação nos tempos difíceis que atravessamos. E por essa razão devemos eleger quem esteja motivado para defender os Açores mais do que para defender os interesses partidários.
Mais uma vez o PS Açores mostrou que deixou de ser parte da solução, para ser parte do problema!

quinta-feira, julho 12, 2012

Com estes preços é impossível!


De visita ao site da SATA fiz um exercício de simulação do quanto custa uma viagem entre Boston, ou Toronto e a Graciosa durante as maiores festas da ilha que são as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Ainda que fosse à espera de encontrar preços quase proibitivos, fiquei surpreendido pelo exagero do custo de uma passagem na SATA para que quem vive nos Estados Unidos ou no Canadá, venha matar saudades à ilha Graciosa.

E o que me foi apresentado foi isto: uma passagem na SATA entre Boston e a Graciosa para o segundo fim-de-semana de Agosto custa 1500,59 euros, já se for com partida de Toronto é um pouco mais barata, são 1417,14 euros.


Com estes preços é preciso uma família de imigrantes ter mesmo muitas saudades e bastante dinheiro para visitar a sua terra, senão vejamos: Fiz uma busca do preço de uma viagem entre Boston e Honolulu, no Hawai, e o preço da passagem para as mesmas datas que pesquisei para a Graciosa era de 785,02 euros, ou seja, metade do preço da viagem para os Açores. Depois há mais um pequeno grande pormenor: A viagem entre Boston e Honolulu dura cerca de 10 horas, ao passo que entre Boston e os Açores não chega a 5 horas.
 
Isto é, uma viagem da SATA para metade da distância custa o dobro do preço!



Esta política da SATA está profundamente errada e esquece um mercado que é de extrema importância para os Açores e, desde logo, para as ilhas mais pequenas como a Graciosa. Depois há a questão do peso de bagagem permitido para S. Miguel e que não é permitido para a Graciosa tendo o passageiro que pagar excesso, numa clara discriminação daqueles imigrantes que procuram visitar as suas origens.
É necessário mudar esta visão que trata um mercado tão importante como é o da saudade desta maneira. É fundamental perceber que os nossos imigrantes são possivelmente os melhores turistas que recebemos nas nossas ilhas. Seja porque sempre gastam mais do que um qualquer turista continental ou estrangeiro, seja porque investem na sua terra comprando imóveis ou simplesmente assegurando a sua manutenção, seja porque, de facto, gastam com prazer em convívio com os amigos de sempre e os familiares que os acolhem!
Quando andamos às voltas à procura de mercados emissores de turistas, a "nossa" SATA trata o mercado da saudade e os nossos imigrantes com desleixo e abusando nos preços das viagens. Se pensarmos na oferta que um residente em Boston ou em Toronto tem ao seu dispor e os preços atractivos para consumir esses produtos turísticos como ir ao Hawai, facilmente percebemos mais este erro de quem não percebe a importância daqueles que muito gostariam de voltar à sua terra!

(clique nas imagens para aumentar o tamanho)

sábado, julho 07, 2012

Campanha da SATA "esquece as Festas da Graciosa"



Angra do Heroísmo, 6 de julho de 2012

Campanha da SATA "esquece as Festas da Graciosa"

 

O PSD/Açores denunciou um comportamento "inaceitável e discriminatório da SATA", que divulgou hoje "uma campanha de promoção de viagens com 50% de desconto, a que chamou Açores em Festa, e que esquece as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres da Graciosa, referindo-se apenas a algumas festividades relevantes nas ilhas Terceira, Faial, Santa Maria e Pico", disse o deputado João Bruto da Costa.

 

Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social-democrata critica "a falta da SATA, uma empresa que é tutelada pelo governo regional e que deve tratar por igual todas as ilhas", defende, sublinhando que "não podem existir Açores de primeira e Açores de segunda. E nesta campanha é exatamente isso que se verifica".

 

João Bruto da Costa quer saber se a tutela "vai corrigir a situação, ordenando a promoção das restantes festas relevantes no verão, por toda a região", e lamenta que as maiores festas do único concelho da ilha Graciosa, que são as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres de Santa Cruz da Graciosa, "não tenham, para a SATA, relevância para serem promovidas nos mesmos moldes que outras igualmente importantes para as respetivas ilhas", afirma.

 

O deputado frisa que, "se para a SATA e para o governo regional as maiores festas da Graciosa são festas de segunda, podemos garantir que para os graciosenses, e para quem nos visita, elas são festas de primeira", refere, acrescentando que "a tão anunciada promoção da Graciosa, prometida por Vasco Cordeiro, podia ter saído da propaganda para as ações de campanha de uma empresa regional, ou seja de todos os açorianos, como é a SATA", conclui.

 


sexta-feira, julho 06, 2012

Visita de Promoção

Em finais de Janeiro de 2012, deslocou-se à Graciosa o então Secretário Regional da Economia com o intuito de inaugurar o quase pronto aquartelamento de bombeiros do aeródromo da ilha. Na ocasião, Vasco Cordeiro, já em pré-campanha eleitoral, anunciava que iria "lançar uma campanha de promoção da ilha Graciosa, dos seus serviços na área do turismo e das suas produções agrícolas". Dizendo ainda que esta seria uma iniciativa "a decorrer durante o corrente ano, nas ilhas que são economias de referência, mas indo também mais além nas lojas Açores de Ponta Delgada e Lisboa, divulgando assim as potencialidades desta ilha".
Passados seis meses e já com o Secretário da Economia demitido das funções que ocupava no Governo Regional, esta anunciada promoção da ilha continua a aguardar por uma expressão prática na sua concretização.
Este foi apenas mais um dos muitos anúncios surgidos desde que o candidato do PS nas eleições de Outubro herdou essa condição.
Depois disso, o candidato do PS voltou à ilha Graciosa à sombra da visita estatutária do Governo, para se limitar a falar do passado, a olhar para o passado, sem dar mostras de ter soluções para os velhos problemas que a Graciosa enfrenta!
A desertificação da ilha, que não é demais lembrar, foi a que mais população perdeu na última década; a fixação dos seus jovens, como pretendia o Conselho de Ilha através, também, da abertura de cursos profissionais; o início da obra fundamental que é o novo matadouro, para dar adequada resposta ás suas capacidades produtivas e às suas necessidades de desenvolvimento; e ainda, a já mais do que falada, prometida e apresentada Marina da Barra, que de estudo em estudo, teima em nem sequer chegar ao papel; foram assuntos que nem o Governo, nem o candidato do PS souberam dar resposta, mostrando assim que o que mais interessa é fazer o habitual folclore e repetir mais uns anúncios, para que alguns se contentem, mas que a muitos já não enganam!
Para tentar esconder o sol com a peneira, e para manter a ilusão de que agora se irão resolver problemas que foram incapazes de resolver nos últimos 16 anos, o Governo do PS inscreve no seu comunicado de visita estatutária mais um conjunto de intenções, em alguns casos repetidas, mas que são apenas isso mesmo, intenções repetidas que criam a ilusão de soluções que não fizeram parte da actual governação, e que só terão respostas com uma necessária mudança a partir de Outubro!
Afinal, a única promoção em que a Graciosa foi alvo, foi a do candidato do PS ás eleições de Outubro, escondendo os problemas e incapaz de apresentar soluções!

(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

domingo, julho 01, 2012

Nos açores há 9 novos pobres todos os dias

20.351 - É o número de beneficiários do RSI nos Açores no final de Maio de 2012, mais 3151 do que no mesmo mês do ano passado!
A pobreza aumenta extraordinariamente nos Açores
Mais 9 pobres nos Açores por cada dia de há um ano para cá!!!


sexta-feira, junho 29, 2012

"Isso é um papel"

Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, isto é apenas um papel!
Ora este papel é parte integrante dos documentos enviados pela Câmara à Assembleia Municipal como sendo o projecto da Praça de Santa Cruz.
Às questões que coloquei (praça de taxis, circulação de veículos na Rua D. Afonso Henriques, bar no multiusos) disse que não sabia e que se veria.
Este é, portanto, um projecto em permanente alteração! Ao sabor das opiniões sabe-se lá de quem, e com os custos sempre a aumentar!




Uma curiosidade: O mobiliário urbano foi "baptizado" com nomes de localidades da Ilha. Assim, os bancos são "Folga",  "Carapacho" e "Guadalupe", a Iluminação é "Vitória" e as papeleiras para lixo são "Praia"!!! 

quinta-feira, junho 28, 2012

Luxos Governamentais

O Tribunal de Contas realizou uma auditoria às deslocações e ajudas de custo de alguns dos Gabinetes dos Membros do Governo Regional. Foram analisadas a Presidência do Governo, a Vice-Presidência, as Secretarias da Agricultura e do Ambiente e o Subsecretário das Pescas.
São revelados dados que indignam qualquer cidadão e sobre os quais não podemos ficar indiferentes.
Ficou-se a saber que em 5 dias em Toronto a esposa do Presidente do Governo acompanhada de dois assessores gastou 3900 euros numa Limusina!!!, Isto numa viagem ao Canadá para participar num Jantar de Gala. O total da viagem que ocorreu entre os dias 9 e 15 de Março de 2010 foi de 26 637,35 euros!!!
Diga-se que, em deslocações durante o ano de 2010 estes 5 departamentos do Governo gastaram 600 659,41 euros. E é importante notar que se está a falar de menos de metade dos membros do Governo.
Ficou-se a saber que o Vice-Presidente do Governo foi a Lisboa por várias vezes e ficou instalado numa Suite do Hotel Altis, com uma diária de 250 euros!!!
E o que dizer do facto do Secretário Regional da Agricultura que reside em S. Miguel, ter recebido ajudas de custo pelos 136 dias de serviço que prestou naquela ilha? Estranho não é? Para o Governo Regional não é estranho, é normal! Receber ajudas de custo para estar a trabalhar onde reside era coisa que eu ainda não tinha visto, mas há sempre uma primeira vez.
Ficamos também a saber que numa deslocação a Lisboa o povo dos Açores pagou a televisão no quarto do Sr. Presidente do Governo. Não é explicado o canal pago a que assistiu o Governante mas seria interessante saber, afinal, foi pago com dinheiro dos contribuintes!
Também se soube que numa deslocação a Istambul, na Turquia, o Presidente do Governo ficou comodamente instalado na companhia da esposa num luxuoso Hotel de 5 estrelas!
Enfim, suites de 250 euros por noite, limusinas, hotéis de 5 estrelas, viagens em executiva para acompanhantes e ajudas de custo na ilha de residência numa altura em que muitos Açorianos viviam já com grandes dificuldades ultrapassa tudo o que é aceitável.
Depois de termos sabido que num único dia o então Secretário Vasco Cordeiro gastou de telemóvel mais de 3 mil euros, estas revelações do Tribunal de Contas são o retrato acabado de um ciclo que se fecha e que não queremos que se repita.
Depois de conhecermos estas situações relatadas pelo insuspeito Tribunal de Contas, quando vêm estes membros do Governo falar de solidariedade social e apoio aos mais desfavorecidos ficamos com a noção exacta da verdadeira medida das coisas!

sábado, junho 23, 2012

Em negação 2

Esta rotunda fica junto ao Aeroporto das Lages na Ilha Terceira. 
Como se pode ver não tem os triângulos que infestam as novas rotundas na Graciosa. 
Nem sequer tem a "plantação" de sinais que proliferam na Graciosa.
 O contente Secretário dos Equipamentos disse no Conselho de Ilha da Graciosa que as rotundas que faz pela Graciosa são de acordo com as mais modernas regras de circulação. 
Parece que nisto estamos mais avançados que outros... ou será mais uma teimosia?

Em negação

A Secretária Regional da Economia, respondendo a uma reivindicação do Conselho de Ilha da Graciosa, disse que a Graciosa estava a par das restantes ilhas no acesso às tarifas promocionais!

Qualquer Graciosense pode confirmar o contrário, mas adiante, a Sra. Secretária para ilustrar a sua afirmação fez referência à funcionalidade de acesso à busca de tarifas promocionais que existe no site da Sata.

Pois é, mas para um Graciosense conseguir aceder a essa funcionalidade tem de ir a nado para uma das Gateways (St. Maria, S. Miguel, Terceira, Faial e Pico.

Era para ser só no primeiro mês que as restantes ilhas ficavam de fora, mas o mês já se foi e a "coisa" está na mesma!!!



terça-feira, junho 19, 2012

Rematologia nas Termas do Carapacho

A propósito da ida de um reumatologista às Termas do Carapacho aqui fica um excerto do Diário da Assembleia Legislativa do passado dia 21 de Março de 2012 e a "visão" do candidato socialista Vasco Cordeiro:



Vasco Cordeiro: (...) Quanto à questão da deslocação do médico à Graciosa, Sr. Deputado Artur Lima, a deslocação de um médico à Graciosa não serve nada do ponto de vista turístico.
Deputado João Costa (PSD): Não diga isso. Fica mal!
Vasco Cordeiro: E não é apoiada do ponto de vista turístico.
Deputado João Costa (PSD): Não? Andaram a levar lá médicos durante anos!
O Orador: Aquela infraestrutura está concessionada a privados, os quais, para além daquilo que têm feito, é também do interesse deles rentabilizá-la desse ponto de vista.
Não percebo essa visão, Sr. Deputado Artur Lima, perdoar-me-á o Sr. Deputado Aníbal Pires, demasiado comunista para si, que agora o Governo deve subsidiar um empreendimento que está concessionado a privados…
Deputado Artur Lima (CDS/PP): Não é isso!
Vasco Cordeiro: …para que possam, com mil euros, segundo as suas palavras, levar os médicos de reumatologia para lá.
Sr. Deputado, do ponto de vista de política de turismo e de objetivos da estratégia de turismo que está a ser feito, não se justifica esse apoio.
Deputado Artur Lima (CDS/PP): É conforme a cor!
Vasco Cordeiro: Poderá justificar-se segundo outros critérios, não ponho em causa.
Do ponto de vista de política de turismo e de rentabilização do turismo de saúde e de bem-estar, não faz sentido.

A melhor resposta a esta falta de visão é a dada pelos privados:

 

Auditoria do Tribunal de Contas a deslocações e ajudas de custo no Governo Regional

Esta auditoria: http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2012/sratc/audit-sratc-rel008-2012-fs.pdf 

releva coisas como:

Limusina no Canadá - 5 dias = 3900 euros

Suite para o Vice-Presidente a 250 euros por noite em Lisboa

Viagem a Istambul (Turquia) para uma reunião, com estadia em Hotel de 5 estrelas
-  Total da deslocação = 9 830,42 euros

Tv paga em uma noite de Hotel em Lisboa - 29,28 euros

Viagem ao Canadá para 3 pessoas - SÓ as passagens = 18 811,63 euros

Ajudas de custo de um membro do Governo pagas a 100% na ilha de residência  - 136 dias no ano de 2010

Total de despesa com deslocações de 5 departamentos do Governo Regional no ano de 2010 - 600 659,41 euros

Reportagem Canal 1 - Tribunal de Contas aponta irregularidades nas despesas de deslocação do governo regional dos Açores - Política - Notícias - RTP

segunda-feira, junho 18, 2012

quarta-feira, junho 13, 2012

Sentimento de mudança!

A ilha Graciosa tem tradição de receber bem. Os graciosenses são "graciosamente" hospitaleiros e é habitual que se escutem os mais rasgados elogios à forma empenhada e delicada como são tratados aqueles que rumam à ilha branca.
Contudo há quem não se iniba de estar sempre à procura de motivos para menosprezar o interesse que a Graciosa desperta. E isso acontece quando o PS Graciosa segue as ordens da campanha contra a Presidente Berta Cabral, e se entretém a inventar factos, mesmo quando esses factos não correspondem à realidade.
Na sequência de mais uma visita de Berta Cabral à ilha Graciosa, o PS emitiu um comunicado que atribui à presidente do PSD afirmações que esta não proferiu, Esquecendo-se que, com estas coisas da internet e do mundo global, é fácil encontrar o que foi dito e, naturalmente, o que não foi dito.
Depois de uma visita à fábrica da PRONICOL na ilha Graciosa, a Presidente Berta Cabral, fez uma declaração aos órgãos de comunicação social em que enalteceu o produto Graciosense e o esforço dos produtores, em especial dos jovens, para melhorar o seu rendimento e o produto das suas explorações!
Mas o PS Graciosa ouviu outra coisa, ouviu o que não foi dito e lançou-se, mais uma vez, a atacar quem procurou prestigiar um valor que não é dos Partidos, mas sim dos Graciosenses.
No seu comunicado, mais um de pura maledicência, o PS Graciosa diz que não sabe onde Berta Cabral foi buscar os números que citam, mas há um pequeno grande problema: é que a Presidente do PSD não fez menção aos valores citados pelo PS Graciosa. Basta um click, e percebemos que para o PS Graciosa vale tudo para criticar a Presidente do PSD, dizem até que Berta disse uma coisa quando, na verdade, não disse. Não ficava mal ao PS Graciosa retratar-se por passar um comunicado quase todo a criticar uma pessoa com base numa informação que não é correcta.
Mas, como se não bastasse inundarem os ouvidos e os olhos dos Graciosenses a propósito de uma coisa que simplesmente não aconteceu, ainda se deram ao trabalho de acusar a Presidente do PSD de não estar preparada para ser Governo. Ou seja, o PS propagandeia coisas que nao existiram e acusa os outros de nao saberem do que falam!
A Presidente do PSD foi à ilha Graciosa, uma vez mais, para conhecer melhor a nossa realidade, fê-lo com a certeza de que um governo liderado pelo PSD dará oportunidades a todas as ilhas.
Como sempre, os graciosenses receberam Berta Cabral de braços abertos. Outros, os tais que se esquecem de governar para falar mal da líder da oposição, despediram-se mostrando o quanto lhes custa a alternância democrática. É sempre assim quando se sentem as mudanças!

Grande Prémio

quinta-feira, junho 07, 2012

A oportunidade do mercado interno

Fazer dos Açores uma região económica é a proposta de Berta Cabral para um novo ciclo de governação.
Para a sua concretização, implementar um mercado interno torna-se imperativo, pois dele resulta a vulgarização de relações comerciais regulares, previsíveis, constantes e naturais entre as diferentes ilhas dos Açores.
É aqui que surge a grande diferença entre quem se propõe concretizar um modelo pensado para criar emprego e riqueza em cada uma das ilhas, e quem se arrasta no tempo que leva à frente dos Açores sem ter resultados para apresentar neste domínio.
Poderão agora também falar em mercado interno, mas tiveram a possibilidade de concretizar o modelo que Berta Cabral propõe por em prática, mas em boa verdade, perderam a oportunidade que os Açorianos lhes deram ao longo de 16 anos de exercício de poder.
Há pois que fazer escolhas e que decidir sobre aquilo que queremos para o futuro das nossas ilhas. Além de que, há que dar verdadeira expressão às especificidades de cada uma das ilhas, criando as condições para que nelas sejam desenvolvidas as suas potencialidades e assim se poder assumir a criação de uma região económica, em que a complementaridade seja fruto da aproximação entre todas as parcelas dos Açores.
Na passada segunda-feira, à volta de uma mesa recheada de produtos locais, discutiu-se na ilha Graciosa um dos vectores fundamentais para a sustentabilidade económica e social dos Açores. Empresários, produtores e pescadores falaram abertamente sobre o seu desejo de contribuírem activamente para que este modelo proposto por Berta Cabral se concretize e se consolide através do aproximar das relações comerciais e da mobilidade entre as ilhas, no fundo, concretizando um verdadeiro mercado interno, em que uma ilha como a Graciosa possa pensar em produzir não apenas para o abastecimento dos seus pouco mais de 4 mil residentes, mas alargando a sua escala de acção para outras ilhas, até porque é óbvia a sua capacidade para o fazer.
Tal propósito terá necessariamente por passar por um modelo de transportes marítimos de mercadorias, passageiros e viaturas que permita transformar a vizinhança entre cada uma das ilhas numa relação de proximidade, tão natural quanto a essência de sermos uma região. Para que isso seja possível, Berta Cabral já demonstrou que tem um modelo pensado para tornar real o aproximar entre as economias de cada uma das ilhas. Através da implementação de um circuito de ferries que ligue diariamente o Faial a S. Miguel, passando pelo Pico, S. Jorge, Graciosa e Terceira.
A oportunidade está aí, resta saberem os Açorianos aproveitá-la!

(publicado na Rádio Graciosa e Diário Insular)

quinta-feira, maio 31, 2012

Espelho meu, espelho meu!

Ao ler isto na Rádio Graciosa: "E logo estes, habituados que estão a empurrar para ficarem mais à frente ou a atropelar todas as regras de ética para terem mais uns minutinhos de antena."

Lembrei-me logo da cena denunciada pelo Conselho de Redacção da RTP Açores sobre o "arrancar" de microfone a uma jornalista em pleno directo por parte do Secretário Regional Contente (atropelar todas as regras de ética para terem mais uns minutinhos de antena) e da quebra mais elementar do protocolo em cerimónias oficiais para colocar o candidato do PS mais a sua esposa na fila da frente na celebração oficial do dia dos Açores (habituados que estão a empurrar para ficarem mais à frente).

Há coisas que ditas por certas pessoas têm logo outro significado!!!

Dá-me o microfone - Já!

Numa região democrática, que preza a diferença de opinião, que valoriza a diversidade e que aceita o contraditório, é essencial que não sejam estes propósitos apenas declarações vagas e circunstanciais mas que se pratique, a cada dia, em cada ocasião, em cada opinião, esse vigor democrático.
Vem isto a propósito de uma situação ocorrida há não muito tempo e que nos faz pensar sobre a genuína colocação de um cravo vermelho na lapela por parte de alguns governantes destes Açores autonómicos.
Através de um comunicado, o Conselho de Redacção da RTP Açores denunciou uma atitude de um Secretário Regional, Contente de seu nome, que em pleno directo televisivo retira o microfone à jornalista e começa a falar! De acordo com o comunicado, esta situação surge num assomo de ciúmes por a líder do PSD, Berta Cabral, ter aparecido no noticiário nacional a propósito das enxurradas que se abateram sobre S. Miguel. Diz ainda o tal comunicado que o governante socialista não queria que as imagens de Berta Cabral fossem enviadas para Lisboa e que, ele próprio, queria entrar em directo nos noticiários. Vai daí, cola-se à jornalista e, estando esta a realizar o seu trabalho, agarra-se ao microfone e começa a falar. O camera mantém o plano sobre a enxurrada e percebe-se pelo som a descrição denunciada no comunicado.
Bem sei que o senhor não se chama Relvas nem é ministro da república. Tão pouco tem a importância que ele próprio gostaria e sonha vir a ter após Outubro de 2012, mas é alguém que está numa cadeira do Governo vai para 16 anos e reflecte bem o estado de soberba no exercício de funções a que se chegou nos Açores.
Imagine-se o que seria se esta cena se passasse em qualquer democracia ocidental! O escândalo e os horrores que seriam ditos por aqueles que a cada 25 de Abril distribuem cravos vermelhos e recordam o Grândola Vila Morena importados para a alma açórica!
Viriam declarações de repúdio dos quatro cantos do mundo, dir-se-ia que estávamos perante um atentado à liberdade de imprensa, e arregimentavam-se cronistas em defesa da democracia pedindo a cabeça do governante. Mas por cá já pouco espantam estas atitudes de quem se acha dono de tudo,  de quem pensa que os lugares são para serviço do partido, de quem cuida que as vagas nos serviços da região são para ocupar pelos amigos, de quem arrebata o orçamento regional e os impostos dos açorianos para buscar reconhecimento eleitoral.
Foi pena não ter aparecido um qualquer telemóvel a filmar as cenas descritas. Certamente que seriam corridas pelas televisões e redes sociais denunciado o regime socialista dos Açores.

(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

sexta-feira, maio 25, 2012

Coisas do PS Graciosa

Parece que o PS da Graciosa anda mais preocupado em dizer que eu, que votei favoravelmente uma proposta de redução das passagens aéreas, quero fazer minha uma proposta do CDS, do que em justificar com argumentos sérios a razão dos seus deputados da Graciosa terem votado contra essa proposta.
Deixo também o link do meu artigo de opinião para que digam onde é que eu disse que essa proposta era do PSD!!!

http://burgalhau.blogspot.pt/2012/05/ps-contra-reducao-do-preco-das.html

E, já agora, se votei favoravelmente é porque concordo com a proposta que iria baixar de imediato o preço das passagens.
Desculpem que eu repita: VOTEI A FAVOR!!!

Arranjem melhor forma de desviar as atenções que eu, apesar de estar habituado aos vossos insultos, sou muito menos importante do que a questão do preço das passagens!

quarta-feira, maio 23, 2012

Colecção de microfones marca "Happy Joe"


"Sacudir a água do capote"

Um ano depois de Portugal ter abdicado de boa parte da sua soberania, passando de país que beneficiava de avultados fundos comunitários a país que ficou de mão estendida pagando um preço elevadíssimo em custos sociais, assistimos nos Açores a uma espécie de amnésia socialista sobre as causas e as consequências de um acordo de resgate que obrigou a medidas de austeridade de grande impacto na vida das famílias e das empresas.

De repente, isto é, em menos de um ano de mandato do Governo da República, tudo serve para culpar quem assumiu a governação de um país falido e acorrentado às medidas impostas  pelo acordo celebrado com a troika. Medidas essas que, por exemplo, obrigam Portugal a poupar 500 milhões de euros em apoios sociais.  

Para os socialistas dos Açores, o Governo da República passou a ter umas costas de tal forma largas que não se cansam de falar nele em cada momento de propaganda que assinalam em todos os actos públicos que realizam. Falam do desemprego culpando o corte de subsídios, mas esquecem que o desemprego foi gerado antes desse corte; falam da emigração dos jovens, mas esquecem que nos Açores o fenómeno de saída de jovens das ilhas se vem arrastando há largos anos; falam de coesão social, mas omitem que os Açores têm uma pobreza persistente, os mais baixos salários do país, a maior percentagem de beneficiários do RSI, ou as pensões mais baixas de Portugal! Em suma, escondem-se por detrás das medidas impostas pela bancarrota a que nos conduziram, tentando com isso que os açorianos esqueçam que estavam ao lado daqueles que, durante 13 dos últimos 16 anos, governaram Portugal.

Ironicamente, assumem-se defensores da autonomia, mas confessam-se, em cada momento, impotentes para demonstrar as virtudes do governo autonómico. Passam a vida a queixar-se e a lembrar que deve ser a república a assumir obrigações e despesas, por exemplo, nas obrigações de serviço público de transportes aéreos, mas nunca, mesmo nunca, se lembram que as indemnizações de serviço público nas viagens inter-ilhas são pagas integralmente pelo orçamento regional, e que custam menos por ano do que a renda a pagar pela SCUT de S. Miguel.

A esta insistente vontade de passar o tempo a falar dos outros, a culpar os outros, ou a pedir responsabilidades a outros chama o povo "sacudir a água do capote"!

A pouco mais de cinco meses dos Açorianos escolherem o seu governo e quem o deve liderar neste tempo de dificuldades, é importante escolher quem possa assumir a responsabilidade de combater o flagelo do desemprego, das falências e da crise social. Não é tempo de fugir às responsabilidades ou de abandonar funções.


(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

 

sábado, maio 19, 2012

Já vale tudo?

"O caso do Secretário Regional dos Equipamentos, José Contente,  reporta-se também ao dia 11 de Maio, quando "procurou condicionar e acabou mesmo por interferir abusivamente no trabalho da equipa de reportagem da RTP-Açores, que cobria noticiosamente os estragos causados pelo mau tempo na zona da Bretanha, ilha de São Miguel, tentando persuadir a equipa de reportagem a não enviar para Lisboa um bloco de imagens em 'bruto' que incluíam um depoimento da presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e procurando impor a sua presença em directo no Telejornal da RTP-Açores, depois de gorada uma intervenção no Telejornal da RTP-1, a qual não se chegou a realizar por Lisboa se ter desinteressado desse directo."
A direcção da RTP-Açores já tinha decidido que o directo para o telejornal da RTP-Açores se faria apenas com uma breve intervenção da jornalista no local, sem entrevistados, uma vez que já possuía o depoimento do Presidente do Serviço Regional de Protecção Civil, "mas o Secretário Regional dos Equipamentos insistiu nos seus propósitos, chegando mesmo a sugerir à equipa que estava no local que não respeitasse as directivas das suas chefias e que  o entrevistassem em directo." A insistência acentuou-se quando "o sr. José Contente teve conhecimento que a redacção da RTP em Lisboa utilizara imagens do mau tempo na Bretanha e uma curta declaração da presidente da Câmara Municipal  de Ponta Delgada. Colou-se então à equipa que se encontrava a recolher imagens e a preparar o directo, dificultando o seu trabalho"

quinta-feira, maio 17, 2012

PS contra redução do preço das passagens!

O preço das passagens aéreas tem sido um dos assuntos centrais na discussão de um amplo conjunto de temáticas sobre o desenvolvimento dos Açores, sobre a mobilidade dos Açorianos ou sobre o nosso isolamento.
A questão do preço elevado das deslocações aéreas é essencial para os açorianos dada a sua importância para a vida das famílias e das empresas dos Açores.
É escusado perder tempo a discutir se as passagens eram mais caras há 15 ou 20 anos ou se desceram de preço na última década. Importante mesmo é aquilo que todos já sabem e que não pode deixar de ser reconhecido: O preço das viagens aéreas é muito elevado e isso dificulta a vida dos açorianos!
Tudo o que se possa argumentar para tentar que assim não seja é uma discussão fútil ou simplesmente motivada pelo interesse em encontrar desculpas para justificar um preço que é uma afronta.
O avião é a nossa "urbana", e dele dependemos para situações que, para outros, se resolvem com uma ida de comboio, de autocarro, ou metendo alguns euros de gasolina!
O preço das viagens de avião será sempre um assunto que, para os açorianos, tem um mote de discussão como o preço dos transportes públicos tem para os que vivem nas grandes cidades do continente.
É, pois, uma questão que não pode deixar de ser vista como uma função básica para a dinâmica social e económica das nossas ilhas, pelo que será sempre um assunto sensível na opinião pública e, invariavelmente, na política.
E se isto é assim, mais importância o assunto tem quando aparecem propostas que se destinam a reduzir o preço das viagens de avião. Foi o que aconteceu no último plenário da Assembleia Regional, em que uma proposta de abolição da taxa de combustível que inflaciona e de que maneira o preço das passagens, foi discutida e votada pelos partidos.
Estranhamente, ou talvez não, mais uma vez o PS dos Açores, sem justificação possível ou aceitável, voltou a usar da sua maioria absoluta para reprovar essa proposta, votando sozinho contra a redução do preço das passagens aéreas.
Ficou o povo dos Açores a saber que o partido que governa os Açores há década e meia impediu a redução imediata do preço das passagens aéreas, sem conseguir justificar essa sua opção.
Curiosamente, nem a Secretária da Economia, nem o candidato do PS se dignaram marcar presença neste importante debate. Ou por vergonha, ou por falta dela, o PS Açores cunhou a sua posição pela teimosia e pela ciumeira política. Teimosia por não aceitarem uma medida que permitia a redução do preço das passagens, ciúme porque a proposta veio de um partido da oposição.
A mudança é, como se vê, mais do que necessária!

(Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

quarta-feira, maio 16, 2012

Site da SATA discrimina Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo

A nova funcionalidade do site da SATA possibilita a pesquisa de tarifas promocionais, mas esquece os residentes da Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo. Afinal, há açorianos de primeira e ... os outros?