Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
quarta-feira, agosto 27, 2014
Opinião: Um refúgio no RSI
quarta-feira, agosto 06, 2014
Vira o disco
quarta-feira, julho 16, 2014
Problemas? Já se sabe… – Opinião de João Bruto da Costa
quarta-feira, junho 25, 2014
Pela dignidade de viver na ilha Graciosa
Essa forma de olhar para o horizonte sempre à procura de mais qualquer coisa que nos dê a esperança de um futuro com melhores condições também gera, em nós, uma eterna insatisfação. Muito por culpa de um importante sentimento de incapacidade, que sempre vai tomando conta da nossa forma de estar, por vezes damos conta de que não fizemos tudo quanto devíamos para conseguir alcançar algo que ambicionávamos. E isso consome-nos no inconformismo perante os acontecimentos que não nos favorecem.quarta-feira, junho 18, 2014
Não deixe que a verdade estrague uma boa história
quinta-feira, junho 12, 2014
Pela SATA Agir antes que seja tarde
Qualquer cidadão dos Açores, seja residente, esteja na diáspora ou até migrado no continente ou na Madeira, tem sempre uma atenção especial para com a “sua” SATA.Na vida quotidiana do arquipélago a companhia aérea regional, bandeira da região, assume uma importância quase sem paralelo na vida dos Açorianos, na economia dos Açores e nos anseios para o seu desenvolvimento.
É por isso que todas as notícias relacionadas com a SATA assumem sempre um especial motivo de atenção de todos e, ao saber-se que a “nossa” companhia se está a afundar em prejuízos faz soar diversos alarmes.
Fazer um historial da SATA talvez não seja o mais importante neste momento, mas lembrar que o actual Presidente do Governo tem responsabilidades directas na gestão da SATA nos últimos 6 anos, não pode deixar de ser motivo de preocupação para os tempos que se seguem.
Não podemos deixar de fazer notar que Vasco Cordeiro escolheu o actual Secretário Vítor Fraga para a administração da SATA quando era Secretário Regional da Economia. E não podemos deixar de lembrar que depois deste ter administrado a SATA, foi “promovido” a Secretário Regional com tutela daquela empresa, no actual elenco governativo, chefiado por Vasco Cordeiro.
Pode até ser coincidência, mas não deixa de ser no mínimo estranho que, nesta dança de cadeiras, tenha entretanto ficado apeado o presidente daquela empresa e sido promovido um outro administrador da confiança política, também, de Vasco Cordeiro.
No meio da roda-viva empresarial da SATA vem a lume um prejuízo de mais de 15 milhões de euros, e todo um conjunto de notícias nada abonatórias para uma empresa que, além do mais, transporta consigo a bandeira dos Açores.
Seja pela evidente degradação da capacidade operacional da companhia, sucedendo-se anúncios de cancelamentos, fretamentos frequentes de aeronaves a outras companhias e de uma degradação acentuada dos serviços, a que se soma uma aberrante escolha de destinos, mais ou menos ao gosto partidário e propagandístico, ou passando pela intromissão excessiva de governantes e políticos do poder nas opções estratégicas da empresa, passando ainda pelos preços incompatíveis com a mobilidade dos Açorianos, a verdade é que o Governo Regional e a sua forma de actuar na tutela da SATA estão a pôr em causa milhares de postos de trabalho e até qualquer projecto de desenvolvimento dos Açores.
Quando Vasco Cordeiro tirou da cartola a dissidência de Vítor Fraga, como que aproveitando um supostamente valioso quadro do PSD/A, que havia sido presidente da JSD/A, fez questão de dizer que nos governos PS se premeia a competência e a excelência, independentemente da origem partidária dos protagonistas.
A ver pelos resultados que Vítor Fraga tem trazido para a governação e para a política regional, e não podendo Vasco Cordeiro devolver o seu Secretário à procedência, talvez fosse tempo de reconhecer que, por vezes, mais importante do que tentar causar engulhos ao PSD Açores, o melhor mesmo seria procurar não dar cabo do que resta de uma importante empresa regional como é a SATA.
(Rádio Graciosa, Açoriano Oriental, Diário Insular)
quinta-feira, junho 05, 2014
Opinião: "O que seria de nós"
quarta-feira, junho 04, 2014
Fwd: PS recusou medida para implementar mais justiça nas ajudas aos pescadores açorianos
Horta, 4 de junho de 2014
PS recusou medida para implementar mais justiça nas ajudas aos pescadores açorianos
O PSD/Açores lamentou ontem que a maioria socialista no parlamento regional tenha "chumbado uma proposta de alteração aos critérios que fazem acionar o Fundopesca, equiparando a legislação regional à nacional. Foi um mau serviço que o PS prestou aos pescadores açorianos", disse o deputado Luís Garcia.
O grupo parlamentar do PSD/Açores pretendia, entre outras alterações, "reduzir o período de paragem laboral dos profissionais da pesca, de modo a usufruir do fundo, dos atuais 8 dias para mais de 3 dias consecutivos. Ou dos atuais 15 dias para 7 dias interpolados num espaço de 30 dias. Contando sábados, domingos e feriados, de modo a clarificar a atual legislação", explicou o parlamentar.
Segundo Luís Garcia, "o período máximo da compensação salarial proporcionada pelo Fundopesca devia passar dos atuais 60 dias para 90 dias por ano, propostos pelo conselho administrativo que gere a medida. São alterações que se fundamentam na justiça para com os nossos homens do mar", frisou.
"Teria sido da mais elementar justiça que os pescadores açorianos pudessem usufruir dos mesmos direitos que a legislação, agora aprovada, deu aos pescadores do resto do país. O PS entendeu que não deveria ser assim", disse.
Além disso o deputado defendeu uma outra filosofia na gestão deste Fundo, que deve ser acionado "todas as vezes que forem necessárias, pois é para isso que os pescadores descontam para aquele fundo". Porém, o""PS não quer esta alteração porque pretende continuar a utilizar a gestão deste Fundo para tentar controlar o setor", concluiu Luís Garcia.
quarta-feira, maio 28, 2014
Opinião: Consuma produtos dos Açores se os encontrar à venda
quinta-feira, maio 22, 2014
Opinião: O poder eleitoralista
É um hábito que não muda e que se torna ostensivo, já característico do regime socialista açoriano.
Na actual conjuntura somam-se outros elementos bem reveladores do desnorte que comanda esta região insular, vai já para duas décadas.
Há duas motivações de campanha por parte do PS Açores: por um lado a guerrilha constante à oposição dos Açores e ao Governo da República. Não há acto público em que participe um elemento do Governo Regional que não sirva para atacar ora a oposição nos Açores, ora o Governo do continente. Por outro lado, a discussão sobre os mais de mil milhões de euros que os Açores vão receber da Europa até 2020 serve para aliciar os mais variados quadrantes da nossa sociedade. Prometem de tudo: subsídios na agricultura, rendimentos nas pescas, projectos para industriais, emprego para todos, enfim, o habitual milagre das rosas a quem se mantiver fiel à voz de comando do regime.
A abrilhantar o momento eleitoral o Governo vai ziguezagueando na busca da popularidade. Se ainda há pouco mais de um mês a oposição dos Açores era torpedeada pelo Vice-presidente do Governo, por causa de querer acabar com o desconto das horas extraordinárias na remuneração complementar, hoje os socialistas dos Açores já alinham na revogação dessa medida, apenas com o propósito de não ficar de mal com a função pública regional, pois são votos que podem fazer diferença.
A cada dia que passa voltamos a ouvir que há soluções para tudo. Falam de criação de emprego quando são campeões nacionais na sua destruição. Falam de resolução dos problemas que serão criados com o fim das quotas leiteiras, quando andaram todos estes anos a assobiar para o lado e a fazer de conta que as coisas se resolveriam por si próprias. Não têm vergonha de prometer futuro para as pescas quando andaram a última década a gerir o sector com excesso de novas embarcações culminando com a escassez de recursos haliêuticos. E prometem grande futuro para o turismo depois de ziguezaguearem em torno do modelo, do produto e da mobilidade que podia, hoje, promover a recuperação da economia regional.
Como é já hábito quando se aproximam eleições, vemos um PS cheio de iniciativa, disposto a resolver todos os problemas, imbuído na máxima de que "agora é que vai ser"!
São quase duas décadas de modelo eleitoral socialista. Alguns dos que agora se desdobram ao serviço do regime instalado em conferências e apelo ao voto ainda nem falavam quando o PS assumiu o poder nos Açores. É uma estratégia esgotada de um modelo e de um Governo esgotados.
Nesta recta final de campanha aguardam-se novos milagres do socialismo dos Açores. As promessas de salvação serão repetidas à exaustão, regadas com o habitual aliciamento dos milhões a caminho e, tudo isso, em nome de um único objectivo: O poder pelo poder!
quarta-feira, maio 14, 2014
Opiniao: Culpa com álibi
segunda-feira, maio 12, 2014
Opinião: Cartão vermelho e cartão de crédito
sexta-feira, maio 02, 2014
Opinião - POA: Pib Ou Açores
terça-feira, abril 29, 2014
quinta-feira, abril 24, 2014
quarta-feira, abril 23, 2014
Opinião: Não há desculpa que lhes valha
O Governo Regional escolheu a Ilha Graciosa para a sua primeira visita estatutária de 2014.
Por sinal, a viagem decorreu no início da Semana Santa, o que, convenhamos, é um sinal de verdadeira penitência perante a ilha e os seus habitantes.
Mas o Governo não é de arrependimentos e o longo jejum dos Graciosenses já não se compadece com visitas em que, no final, tudo é mais uma vez adiado para oportunidade futura.
Se a visita seria de penitência, o que não se confirmou, já os pecados governamentais deste Governo do PS são mais do que muitos em relação aos Graciosenses e, o pecado original, é já uma novela de mau gosto, com um actor principal de nome Vasco Cordeiro.
Na Graciosa falar da Marina da Barra é já assunto com muitos fascículos que animam o imaginário colectivo.
O nome do Presidente do Governo está associado a uma grande parte da história e, para aguçar o apetite para os próximos capítulos, veio agora com a tese de que aquela obra só estava atrasada por culpa, imagine-se, de "instituições da República!".
Com desmesurada desfaçatez o Presidente do Governo provocou a gargalhada geral que ecoou pelas 4 freguesias da ilha, ou não fosse a Marina da Barra o pecado original deste Presidente e deste Governo de 18 anos PS.
E logo Vasco Cordeiro a dizer que a Marina só não estava a andar por culpa de outros. Logo ele que enquanto Secretário da Economia mandou colocar um cartaz de 8 por 3 metros na Baía da Barra, onde se lia: "Construção da Marina da Barra e requalificação da envolvente"!
Claro que se estava nas vésperas das eleições de 2012, mas já antes disso o pecado do PS sobre este assunto estava bem presente pois estava no fim uma legislatura (2008/2012) em que aquela obra era promessa eleitoral e Vasco Cordeiro já havia garantido que era uma obra para acabar naquela legislatura.
Afinal, Vasco Cordeiro não é mais um inocente que acreditou nas conversas do PS, não, ele foi neste processo o verdadeiro obreiro de uma mentira de anos que andou a ser atirada, de responsabilidade da Câmara eleita em 2009 com novo projecto de marina, avalizado por quem... Por Vasco Cordeiro.
Depois, já nem Vasco Cordeiro nem o PS Graciosa sabiam quem fazia a obra. Uns faziam projectos, outros pagavam projectos, uns colocavam cartazes outros faziam estudos. Já ninguém sabia ao certo quem afinal era "o pai da criança"!
Já com uma novela de muitos momentos de infelicidade para a ilha Graciosa, que já sente desdém pelo que lhe andam a fazer, ficaram todos a saber que Passos Coelho, afinal, também andou a atrasar a obra que os Graciosenses ouvem os socialistas falar, há já quase seis anos.
Vasco Cordeiro já fez várias marinas na ilha Graciosa, umas ficaram pelo papel outras pelo cartaz. Em plena Semana Santa, Vasco Cordeiro fez mais uma marina na ilha, a marina de Passos Coelho.
Muitos mais pecados tem este Governo na falta de rumo que leva a Graciosa, muitos mais com maior importância como o matadouro ou a mobilidade e transportes. Mas o da Marina da Barra não há desculpa que lhes valha!
sexta-feira, abril 18, 2014
OPINIÃO: Emergência Social - das palavras aos atos
Numa situação de emergência social a resolução de problemas não pode ficar dependente da discussão de teorias, de conceitos ou de estratégias a médio e longo prazo.
Essa discussão, que tem sido ignorada nos últimos anos pelo poder regional, levou a que hoje seja necessário acudir a casos que necessitam de urgente resolução e que são, também, consequência de uma longa agonia que a região tem teimado em não ultrapassar.
O PSD/Açores, consciente desta realidade, convocou o parlamento para um debate de urgência sobre a grave crise que se vive nos Açores apesar do governo regional - sob a batuta de Sérgio Ávila e a aprovação de Vasco Cordeiro - continuar a querer passar uma imagem de grande competência na condução dos negócios da governação.
Mas a urgência do debate não se limitou, para o PSD/Açores, a um diagnóstico da situação. Mais do que isso, apresentaram-se algumas áreas onde, desde já, o governo regional pode atuar de forma a minimizar alguns dos efeitos da crise social.
Desde logo, porque é notório que as IPSS dos Açores estão a ser levadas a um esforço extremo no auxílio às famílias em dificuldades, é necessário que a aplicação do novo modelo de financiamento não coloque essas instituições também em dificuldades. Defendemos, por isso, uma majoração transparente dos acordos de cooperação, quer em função da massa salarial que é suportada pelas IPSS e que, lembremos, são dos maiores empregadores da Região, tendo contratado sempre com o aval governamental, quer ainda em função do património das instituições que está ao serviço da região.
O cumprimento, pelas IPSS, de uma função do Estado, não pode ser tratado como este governo tem vindo a fazer, e por isso é necessária uma abordagem mais coerente e séria com o que efetivamente está em causa e que é o apoio aos mais carenciados.
Por outro lado, na área educativa, defendemos que o Governo cumpra com o apoio e acompanhamento das crianças e jovens com necessidades educativas especiais, cujas equipas multidisciplinares ora não existem ou estão incompletas. Há jovens nos Açores prontos a ajudar neste trabalho e que são técnicos formados com qualidade que estão desempregados, porque o Governo não cumpre com esta obrigação de combate à exclusão e apoio a famílias que necessitam efetivamente deste apoio.
Para além disso, defendemos igualmente, no campo económico e empresarial, que o Governo não deixe de ter em atenção que a adjudicação de obras públicas por preços irrealistas apenas leva a dificuldades futuras e ao recurso de trabalho precário e mal remunerado, deixando as empresas açorianas, muitas vezes, impedidas de concorrer levando ao seu encerramento e a mais despedimentos.
Acresce ainda que, como urgente, fizemos igualmente notar que a falta de pagamento, por parte do governo, das dívidas para com as empresas dos Açores está a gerar mais desemprego e falências, num verdadeiro efeito de bola de neve.
Há muito a fazer, mas se pagassem o que devem, já era uma grande ajuda!
(Rádio Graciosa, Diário Insular, Açoriano Oriental)
quarta-feira, abril 16, 2014
quinta-feira, abril 10, 2014
Opinião
Do PECA ao PIT... planos eleitorais
Já perdi a conta à quantidade de "Planos" que o Governo dos Açores tem apresentado como solução para os problemas dos açorianos.
Há planos para tudo e quem vai estando atento quase sempre acaba por ver que não se conhecem consequências da sua eventual aplicação.
Depois, há os planos que nunca chegam a ser aplicados e nestes, geralmente, destacam-se planos que incidem sobre aspectos importantes da vida dos Açores e dos açorianos.
Lembro, por exemplo, o famoso PECA - Plano Estratégico para a Coesão dos Açores - que a única luz do dia que viu apagou-se com a sua apresentação.
Era um plano muito bonitinho, recheado de grandes preocupações com as assimetrias regionais e que iria dar um grande contributo para a coesão dos Açores.
Mas os anos foram passando e nem sequer se sabe o que fez desse plano o seu autor Sérgio Ávila, à data Vice-Presidente do Governo e hoje Presidente-vice do mesmo Governo.
Entretanto, as ilhas estão, cada vez mais, de costas voltadas. E pior do que isso, estão cada vez mais desiguais, com as mais pequenas cada vez mais desertas e envelhecidas e outras, que apesar de algum rejuvenescimento da população, estão com um crescendo de problemas sociais e económicos.
Se havia um "Plano Estratégico para a Coesão dos Açores" das duas uma: ou nunca foi aplicado ou, simplesmente, falhou em todos os seus objectivos.
O PECA era um dos mais importantes planos de estratégia de desenvolvimento dos Açores, das suas nove ilhas e das suas diferentes realidades. Com o seu fracasso não fracassou apenas Sérgio Ávila e o PS Açores, mas sim toda a política do Governo com o objectivo a que se tinha proposto.
Mas tal como desapareceu o PECA - e com ele a estratégia política de coesão dos Açores - aparece agora o PIT (Plano Integrado dos Transportes) que só perdeu a palavra "Açores" por uma questão de marketing político pois PITA seria um acrónimo muito susceptível a piadas de gosto duvidoso, tal como tinha sido o PECA que se associado a PITA podia trazer amargos de boca ou podia acabar em Plano Estratégico dos Transportes dos Açores - PETA!
O PIT nada tem de planeamento e o périplo do Secretário dos Transportes, pelas ilhas onde o tem apresentado, tem revelado a sua total desorientação em lidar com um dos assuntos que mais "mexe" com os açorianos - os transportes! Depois do PECA, o PIT seria a nova menina (salvo seja) dos olhos do PS Açores, mas tal como o PECA, o PIT não é mais do que uma estratégia de marketing eleitoral, para ir rendendo até 2016, acalentando sonhos de, um dia, os Açores terem entre as suas ilhas mobilidade de carga, passageiros e viaturas, funcionando como um verdadeiro mercado interno.
O PIT não tem prazos, não tem custos, logo não tem estratégia. E um "plano" sem estratégia é apenas um desorganizado de ideias.
Na Graciosa, segundo notícias, o PIT foi simplesmente ignorado e adaptado aos interesses políticos do momento de acordo com aestratégia eleitoral do PS. Prometeu-se um melhor futuro nos transportes, lá para 2016 claro!
(Rádio Graciosa, Diário Insular, Açoriano Oriental)





