Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
quinta-feira, outubro 23, 2014
quarta-feira, outubro 22, 2014
Opinião: Afinal quem é que manda?
Opinião: Pergunte se faz favor
Opinião: Agir social
quarta-feira, outubro 01, 2014
Opinião: Faz-de-conta
quinta-feira, setembro 18, 2014
Pela vossa Saúde
quarta-feira, agosto 27, 2014
Opinião: Um refúgio no RSI
quarta-feira, agosto 06, 2014
Vira o disco
quarta-feira, julho 16, 2014
Problemas? Já se sabe… – Opinião de João Bruto da Costa
quarta-feira, junho 25, 2014
Pela dignidade de viver na ilha Graciosa
Essa forma de olhar para o horizonte sempre à procura de mais qualquer coisa que nos dê a esperança de um futuro com melhores condições também gera, em nós, uma eterna insatisfação. Muito por culpa de um importante sentimento de incapacidade, que sempre vai tomando conta da nossa forma de estar, por vezes damos conta de que não fizemos tudo quanto devíamos para conseguir alcançar algo que ambicionávamos. E isso consome-nos no inconformismo perante os acontecimentos que não nos favorecem.quarta-feira, junho 18, 2014
Não deixe que a verdade estrague uma boa história
quinta-feira, junho 12, 2014
Pela SATA Agir antes que seja tarde
Qualquer cidadão dos Açores, seja residente, esteja na diáspora ou até migrado no continente ou na Madeira, tem sempre uma atenção especial para com a “sua” SATA.Na vida quotidiana do arquipélago a companhia aérea regional, bandeira da região, assume uma importância quase sem paralelo na vida dos Açorianos, na economia dos Açores e nos anseios para o seu desenvolvimento.
É por isso que todas as notícias relacionadas com a SATA assumem sempre um especial motivo de atenção de todos e, ao saber-se que a “nossa” companhia se está a afundar em prejuízos faz soar diversos alarmes.
Fazer um historial da SATA talvez não seja o mais importante neste momento, mas lembrar que o actual Presidente do Governo tem responsabilidades directas na gestão da SATA nos últimos 6 anos, não pode deixar de ser motivo de preocupação para os tempos que se seguem.
Não podemos deixar de fazer notar que Vasco Cordeiro escolheu o actual Secretário Vítor Fraga para a administração da SATA quando era Secretário Regional da Economia. E não podemos deixar de lembrar que depois deste ter administrado a SATA, foi “promovido” a Secretário Regional com tutela daquela empresa, no actual elenco governativo, chefiado por Vasco Cordeiro.
Pode até ser coincidência, mas não deixa de ser no mínimo estranho que, nesta dança de cadeiras, tenha entretanto ficado apeado o presidente daquela empresa e sido promovido um outro administrador da confiança política, também, de Vasco Cordeiro.
No meio da roda-viva empresarial da SATA vem a lume um prejuízo de mais de 15 milhões de euros, e todo um conjunto de notícias nada abonatórias para uma empresa que, além do mais, transporta consigo a bandeira dos Açores.
Seja pela evidente degradação da capacidade operacional da companhia, sucedendo-se anúncios de cancelamentos, fretamentos frequentes de aeronaves a outras companhias e de uma degradação acentuada dos serviços, a que se soma uma aberrante escolha de destinos, mais ou menos ao gosto partidário e propagandístico, ou passando pela intromissão excessiva de governantes e políticos do poder nas opções estratégicas da empresa, passando ainda pelos preços incompatíveis com a mobilidade dos Açorianos, a verdade é que o Governo Regional e a sua forma de actuar na tutela da SATA estão a pôr em causa milhares de postos de trabalho e até qualquer projecto de desenvolvimento dos Açores.
Quando Vasco Cordeiro tirou da cartola a dissidência de Vítor Fraga, como que aproveitando um supostamente valioso quadro do PSD/A, que havia sido presidente da JSD/A, fez questão de dizer que nos governos PS se premeia a competência e a excelência, independentemente da origem partidária dos protagonistas.
A ver pelos resultados que Vítor Fraga tem trazido para a governação e para a política regional, e não podendo Vasco Cordeiro devolver o seu Secretário à procedência, talvez fosse tempo de reconhecer que, por vezes, mais importante do que tentar causar engulhos ao PSD Açores, o melhor mesmo seria procurar não dar cabo do que resta de uma importante empresa regional como é a SATA.
(Rádio Graciosa, Açoriano Oriental, Diário Insular)
quinta-feira, junho 05, 2014
Opinião: "O que seria de nós"
quarta-feira, junho 04, 2014
Fwd: PS recusou medida para implementar mais justiça nas ajudas aos pescadores açorianos
Horta, 4 de junho de 2014
PS recusou medida para implementar mais justiça nas ajudas aos pescadores açorianos
O PSD/Açores lamentou ontem que a maioria socialista no parlamento regional tenha "chumbado uma proposta de alteração aos critérios que fazem acionar o Fundopesca, equiparando a legislação regional à nacional. Foi um mau serviço que o PS prestou aos pescadores açorianos", disse o deputado Luís Garcia.
O grupo parlamentar do PSD/Açores pretendia, entre outras alterações, "reduzir o período de paragem laboral dos profissionais da pesca, de modo a usufruir do fundo, dos atuais 8 dias para mais de 3 dias consecutivos. Ou dos atuais 15 dias para 7 dias interpolados num espaço de 30 dias. Contando sábados, domingos e feriados, de modo a clarificar a atual legislação", explicou o parlamentar.
Segundo Luís Garcia, "o período máximo da compensação salarial proporcionada pelo Fundopesca devia passar dos atuais 60 dias para 90 dias por ano, propostos pelo conselho administrativo que gere a medida. São alterações que se fundamentam na justiça para com os nossos homens do mar", frisou.
"Teria sido da mais elementar justiça que os pescadores açorianos pudessem usufruir dos mesmos direitos que a legislação, agora aprovada, deu aos pescadores do resto do país. O PS entendeu que não deveria ser assim", disse.
Além disso o deputado defendeu uma outra filosofia na gestão deste Fundo, que deve ser acionado "todas as vezes que forem necessárias, pois é para isso que os pescadores descontam para aquele fundo". Porém, o""PS não quer esta alteração porque pretende continuar a utilizar a gestão deste Fundo para tentar controlar o setor", concluiu Luís Garcia.
quarta-feira, maio 28, 2014
Opinião: Consuma produtos dos Açores se os encontrar à venda
quinta-feira, maio 22, 2014
Opinião: O poder eleitoralista
É um hábito que não muda e que se torna ostensivo, já característico do regime socialista açoriano.
Na actual conjuntura somam-se outros elementos bem reveladores do desnorte que comanda esta região insular, vai já para duas décadas.
Há duas motivações de campanha por parte do PS Açores: por um lado a guerrilha constante à oposição dos Açores e ao Governo da República. Não há acto público em que participe um elemento do Governo Regional que não sirva para atacar ora a oposição nos Açores, ora o Governo do continente. Por outro lado, a discussão sobre os mais de mil milhões de euros que os Açores vão receber da Europa até 2020 serve para aliciar os mais variados quadrantes da nossa sociedade. Prometem de tudo: subsídios na agricultura, rendimentos nas pescas, projectos para industriais, emprego para todos, enfim, o habitual milagre das rosas a quem se mantiver fiel à voz de comando do regime.
A abrilhantar o momento eleitoral o Governo vai ziguezagueando na busca da popularidade. Se ainda há pouco mais de um mês a oposição dos Açores era torpedeada pelo Vice-presidente do Governo, por causa de querer acabar com o desconto das horas extraordinárias na remuneração complementar, hoje os socialistas dos Açores já alinham na revogação dessa medida, apenas com o propósito de não ficar de mal com a função pública regional, pois são votos que podem fazer diferença.
A cada dia que passa voltamos a ouvir que há soluções para tudo. Falam de criação de emprego quando são campeões nacionais na sua destruição. Falam de resolução dos problemas que serão criados com o fim das quotas leiteiras, quando andaram todos estes anos a assobiar para o lado e a fazer de conta que as coisas se resolveriam por si próprias. Não têm vergonha de prometer futuro para as pescas quando andaram a última década a gerir o sector com excesso de novas embarcações culminando com a escassez de recursos haliêuticos. E prometem grande futuro para o turismo depois de ziguezaguearem em torno do modelo, do produto e da mobilidade que podia, hoje, promover a recuperação da economia regional.
Como é já hábito quando se aproximam eleições, vemos um PS cheio de iniciativa, disposto a resolver todos os problemas, imbuído na máxima de que "agora é que vai ser"!
São quase duas décadas de modelo eleitoral socialista. Alguns dos que agora se desdobram ao serviço do regime instalado em conferências e apelo ao voto ainda nem falavam quando o PS assumiu o poder nos Açores. É uma estratégia esgotada de um modelo e de um Governo esgotados.
Nesta recta final de campanha aguardam-se novos milagres do socialismo dos Açores. As promessas de salvação serão repetidas à exaustão, regadas com o habitual aliciamento dos milhões a caminho e, tudo isso, em nome de um único objectivo: O poder pelo poder!






