Se continuares sem coragem de te identificares, tenta pelo menos expor o(s) assunto(s) de forma a se conseguir entender o que pretendes ou tentas transmitir. Ou então simplesmente não queres uma resposta às tuas questões, não sei porquê. Falta de inteligência para a descodificar? etc.... Nesse caso até uma próxima, desses não precisamos cá. Os restantes à vontade, são sempre bem vindos e recebidos, ao contrário de outros locais.
(In) felizmente só relatei notícias/factos, não as coloquei com as adaptações que me poderiam interessar. Tão pouco coloquei causas que podem ir de enganos na redacção, etc. não interessa agora. Possivelmente se fossem outros, vinham logo (para o que apelidam) RTP Açores, ou outros meios de comunicação social com grandes protestos e descrições de prejuízos financeiros, entre outros, e... sendo da cor comum a quem de direito, pronto! um subsídio para acalmar a malta.
Mas de qualquer modo fico contente, quando se colocam factos sem serem deturpados e alguém se pica, quer dizer muito...
Mudando de assunto e para terminar, realmente foi pena o cancelamento da viagem do Ilha azul devido aos ventos ciclónicos (acho mesmo que a rajada máxima deve ter chegado aos 33 Km), associados à ausência de nuvens. Por outro lado teve uma parte boa, proporcionou um belo dia balnear. Nisto podem falar mal dos Graciosenses, porque esta e muitas outra situações poderiam ser resolvidas num ápice... não faltam ideias/hipóteses.
Nota: como já salientei anteriormente, respostas a anónimos só com post. Para melhor compreensão aos anónimos menos afortunados, considero que os comentários são um espaço para diálogo, que de certa foram substituem a comunicação face-a- face. Quando não se sabe com quem se comunica, neste caso com os que cobardemente recorrem ao anonimato, não é um canal/via de comunicação aplicável.
Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
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