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Santa Cruz da Graciosa

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sexta-feira, novembro 07, 2008

Lá como cá

Presidente do Conselho Executivo dá razão às denúncias dos pais dos alunos da Escola de São Pedro, mas afirma não ter meios para solucionar problemas. Aponta o dedo à falta de flexibilidade da tutela na substituição de auxiliares.
O Conselho Executivo da Escola Básica Integrada Roberto Ivens está consciente dos problemas da Escola de São Pedro, na Mãe de Deus, mas afirma não ter meios para dar resposta às preocupações dos pais dos alunos.
"Eu subscrevo a preocupação dos pais", diz Carlos Veloso, presidente do Conselho Executivo, perante a denúncia dos encarregados de educação de problemas no estabelecimento de ensino, entre os quais falhas no apoio às crianças, por não haver auxiliares suficientes
Por cá, o Deputado do PS José Ávila disse na Rádio Graciosa que a lei diz que há funcionários suficientes, que é um problema de disciplina e que há mais funcionários por aluno do que o previsto na lei.
Ou seja, para José Ávila a culpa deve ser: Ou dos professores e funcionários, ou da gestão da escola.
Na reunião em que pude estar presente ficou claro que a falta de funcionários é mais do que evidente.
Quando os auxiliares de acção educativa estão a lavar louça, a levantar mesas e a ajudar as crianças a comer quem é que faz o resto? Talvez os professores, se estes não almoçarem!
Fica um desafio: visitem a escola de Santa Cruz em tempo lectivo. e sem a pompa de autoridade que revestem certas visitas às escolas por parte de quem está ligado ao poder!

Educação na Finlândia

Retirado daqui: http://raivaescondida.wordpress.com/tag/finlandia/


O que se passa, na verdade, nas escolas finlandesas? Exactamente o contrário do que se passa nas portuguesas:

1. Os professores finlandeses têm uma tarde livre para trabalharem em conjunto: planificam, trocam materiais e elaboram recursos didácticos de forma cooperativa.
2. Não têm exames nacionais.
3. Os resultados das avaliações externas das escolas não são tornados públicos e não há rankings de escolas.
4. Um em cada três alunos recebe aulas de apoio.
5. Na Finlândia, os professores são muito bem pagos e a profissão é socialmente muito valorizada.
6. Não existe um sistema formal de avaliação de desempenho dos professores.
7. O Ministério da Educação não tem poderes curriculares e pedagógicos sobre as escolas e o currículo nacional é mínimo.
8. A autonomia das escolas é grande e os planos de estudos incluem menos disciplinas do que em Portugal.
9. O número de aulas por semana é menor e as aulas têm 45 minutos.
10. E talvez o mais importante de tudo: não há pobres na Finlândia e as desigualdades sociais são mínimas. Ao contrário de Portugal que é o campeão da pobreza e das desigualdades da zona Euro.

Como se vê, é tudo ao contrário de Portugal.