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Santa Cruz da Graciosa

sexta-feira, janeiro 14, 2011

PSD lamenta “conformismo” do presidente do governo sobre economia regional

PSD lamenta “conformismo” do presidente do governo sobre economia regional

Data: 2011-01-13

O PSD/Açores lamentou hoje o “conformismo” manifestado pelo presidente do governo acerca dos dados sobre a evolução da economia regional, alegando que Carlos César mostrou “inusitada satisfação” por a Região ter um desempenho “menos mau” que outras regiões portuguesas.

“Neste país de Sócrates e César, este último responsável político revela uma inusitada satisfação por os Açores terem um desempenho menos mau do que algumas outras regiões portuguesas”, afirmou, em comunicado, a comissão política regional dos social-democratas.

O PSD/Açores salientou que, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística sobre as contas regionais, a Região “tinha, em 2008, um PIB per capita de 15200 euros e, em 2009, descemos para 15100”.

“O problema de crescimento é evidente, face aos recursos disponíveis e à execução antecipada por via de desorçamentações e de endividamentos vários. Por tudo isto é estranho que o Presidente do Governo venha falar de 'desempenho notável'”, referiram os social-democratas.

A comissão política regional do partido sublinhou que, entre 1995 e 2006, os Açores “receberam de 7616 euros per capita da União Europeia, mais 2300 do que a Madeira e mais do dobro de todas as outras regiões ultraperiféricas”, considerando que “com tanto dinheiro teríamos necessariamente de crescer”.

“Em 1995 distávamos sete pontos da Madeira em relação à aproximação do PIB médio da União Europeia. Em 2009 distamos 27 por cento”, afirmaram.

O PSD/Açores lembrou que a Região “tem quase 20 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção, mais de 20 por cento de desemprego jovem, dez por cento das famílias açorianas atingidas pelo desemprego e empresas a fechar”.

“Não podemos deixar de valorizar o que atingimos, não podemos perder a esperança de dias melhores, mas temos de exigir mais de quem nos governa. Com tantos meios e com tantas necessidades não podemos capitular na vontade de fazer mais”, disseram os social-democratas.


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