
Na ilha Graciosa faz falta discutir o futuro, propor alternativas, opinar, ouvir, exigir e procurar alcançar o bem comum. Este espaço pretende dar um contributo. Não teremos sempre razão nem seremos donos da verdade, queremos apenas ser uma pedra no sapato da inércia, da falta de visão e imaginação, do imobilismo estratégico e da cultura do "yes man". Temos uma tarefa difícil, temos de partir muita pedra mas não nos importamos, o burgalhau é sempre útil!
quinta-feira, julho 17, 2008
segunda-feira, julho 14, 2008
Afinal havia uma razão
sexta-feira, julho 11, 2008
Portas do Mar mais 4
Continua a penalização da Graciosa
Nova Actualização - Viagens para a Graciosa (Expresso das Ilhas)
Medidas para minimizar os inconvenientes das obras no porto da Ilha Graciosa prolongam-se até dia 18 de Julho.A Atlânticoline, S.A. informa os seus passageiros, e o público em geral, que a operação de transporte maritimo para ilha Graciosa vai realizar-se, a partir da próxima terça-feira, com o recurso ao fretamento do navio "Expresso das Ilhas" da Transmaçor. A situação manter-se -á até ao dia 18 de Julho enquanto as obras em curso de ampliação do Porto da Praia não permitirem a operação do navio "Ilha Azul" naquela Ilha. Mais se informa que se mantêm os dias e os horários das escalas previstas na Ilha Graciosa. Na aquisição de um bilhete de viatura nos nossos agentes autorizados, com origem/destino Graciosa, estas serão colocadas nos seus destinos no navio de carga da empresa Transportes Marítimos Graciosenses ( TMG ), sendo que a diferença das tarifas será inteiramente suportada pela Atlânticoline. Estas viagens estão limitadas aos trajectos definidos nos horários para o navio Ilha Azul. Para mais informaçõos, os interessados deverão contactar o "Contact Center" da Atlânticoline, S.A. através do número 296282092/93.
terça-feira, julho 08, 2008
Nas entrelinhas
A certa altura da sua entrevista à RTP, Carlos César, falando a respeito da sua vontade quase doentia de estender os tentáculos do PS aos cidadãos ditos independentes, contou uma pequena estoria que, sem se aperceber, revela bem o modo de domínio da sociedade e do Estado a que se chegou nos Açores.
A graçola, contada por César, dizia respeito a um seu amigo que, incomodado com a busca pelos ditos independentes terá dito que teria vontade de deixar o PS e depois apresentar-se junto de César para assim, como independente, conseguir um cargo.
Ora esta parte do ir para junto do PS para ter um qualquer cargo, uma qualquer mordomia, um qualquer beneficio, mostra bem aquilo que César tentou negar, a forma tentacular como o PS se impõe na sociedade Açoriana, usando das suas prerrogativas enquanto governo para partidarizar a vida dos Açores colocando comissários políticos em todo o lado.
Aos jornalistas passou, aparentemente, despercebida esta evidência.
Mas ela é hoje, no inconsciente de César e dos seus seguidores, um verdadeiro dogma.
Dominar tudo e todos, a começar pelos que ainda vão tendo um estatuto independente do poder.
Trata-se, de facto, da cubanização da sociedade, numa visão partidária do Estado e do exercício do poder.
Negando, César acabou mostrando a natureza deste PS regional; tentacular e ambicioso.
segunda-feira, julho 07, 2008
IMORAL
domingo, julho 06, 2008
Vassourada
sexta-feira, julho 04, 2008
Direito Constitucional - Direito a cuidados de saúde
Novo Centro de Saúde da Graciosa - REVOGADO
Unanimidade
quarta-feira, julho 02, 2008
Piada de estrumeira
segunda-feira, junho 30, 2008
Comentário na Rádio Graciosa
domingo, junho 29, 2008
Simplex - notícica IOL
As mães dos escuteiros do agrupamento 53 do Corpo Nacional de Escutas, sedeado em Campolide, estiveram quase a pagar aquele 30 euros para que a sua cozinha fosse inspeccionada antes de começarem a confeccionar os bolos para serem vendidos nas festas da freguesia para angariação de fundos.
«Como queria fazer as coisas correctamente para as festas decorrerem sem problemas reuni-me com a ASAE, que remeteu mais esclarecimentos para o Ministério da Agricultura e aí começou a confusão», contou Jorge Santos, presidente da Junta de Freguesia de Campolide.
Durante mais de três de horas em telefonemas para o Ministério, Direcção Regional de Agricultura e Pescas, Direcção-Geral de Veterinária e Câmara Municipal de Lisboa, a assessora do autarca, Margarida Pais, tentou perceber o que era necessário fazer para que as mães dos escuteiros pudessem doar os bolos e os pastéis para vender na festa.
O primeiro telefonema foi para o Ministério da Agricultura, que reencaminhou o assunto para o Gabinete de Planeamento e Políticas, que informou que as mães tinham de preencher um formulário. A junta teve de contactar posteriormente o Núcleo Técnico de Licenciamento da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, que explicou que era necessário preencher o formulário para a realização de uma vistoria a casas das «cozinheiras» que tem um custo de 30 euros.
Na altura, perguntaram a Margarida Pais se os bolos levavam ovos. Perante a resposta afirmativa, a DRAP aconselhou-a a ligar para a Direcção-Geral de Veterinária. No entanto, a Direcção-Geral de Veterinária «chutou a bola» para o veterinário da Câmara de Lisboa, que por sua vez reencaminhou a chamada para o canil municipal. Daí, remeteram para a Direcção Municipal de Actividades Económicas, que finalmente explicou que «no regulamento 852/2004 há uma norma de excepção para casos de acções de beneficência que à priori evita todo este procedimento», contou Margarida Pais.
Contactado pela Agência Lusa, o Ministério da Agricultura esclareceu que «as operações como o manuseamento, a preparação, o armazenamento e o serviço de alimentos praticados ocasionalmente por particulares no âmbito de eventos tais como as festas de igreja, escolares ou de aldeia não são abarcadas pelo âmbito do regulamento».
«Neste contexto a Junta de Freguesia de Campolide pode realizar o referido evento sem ter que dele dar conhecimento a qualquer Autoridade Competente, ou fazer qualquer registo, uma vez que a venda dos bolos elaborados pelas mães dos escuteiros para angariação de fundos na festa da Junta de Freguesia está excluída do âmbito do Regulamento», acrescentou.
Confrontado com o esclarecimento do Ministério da Agricultura à Lusa, o autarca de Campolide lamentou não terem logo dado esta resposta no primeiro telefonema, evitando assim uma semana de angústia.
Para o autarca, era «ridículo inspeccionar as cozinhas das mães, pagar 30 euros e depois dizer que não passava na inspecção». No entanto, Jorge Santos já tinha uma solução para o caso: «Se fossem 15 mães a fazer bolos, cada uma a pagar 30 euros por vistoria, no total eram 450 euros. Com esse dinheiro comprava os bolos num supermercado ou numa padaria, mas com factura porque senão não passavam na inspecção».
quinta-feira, junho 26, 2008
O enigma de Santa Cruz

Este sinal está há anos (como se pode comprovar) à entrada de Santa Cruz.
Ninguém sabe o que ele diz.
Deve ser para lembrar o "monumento" que está no Quitadouro.
quarta-feira, junho 25, 2008
É Festival Graciosa 2008
segunda-feira, junho 23, 2008
Memória
Criar um Gabinete de Apoio ao Investidor na ilha Graciosa, e estabelecer um contrato com a Ordem dos Arquitectos e com a Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, de forma a providenciar o apoio técnico na área da arquitectura e de estudos de viabilidade económica aos empresários interessados na Graciosa. - Comunicado do Governo - 21/06/2005
Um Governo que faz dos seus comunicados instrumento de publicidade enganosa!
domingo, junho 22, 2008
Atracção turística
O retrato II
O Governo dos Açores lida mal com as críticas, vê fantasmas em todo o lado, e acha que todos os que não alinham pelo mesmo diapasão dos " yes man " que se arrastam à sua volta, são malditos detractores invejosos e com objectivos politiqueiros.
Domingos Cunha, Secretário Regional deste Governo "catucado" por Carlos César, reagiu de uma forma deselegante, pouco democrática e até ciumenta ao relatório do Provedor de Justiça sobre o estado da acção social nos Açores.
Depois das trocas de cadeiras na Acção Social ficou-se a saber que, afinal, o governo dos Açores se tem limitado a esconder os problemas, precisamente atirando dinheiro para cima deles ao contrário do que dizem alguns deputados alinhados, ao invés de resolver as situações sociais que levam famílias a descurar os seus menores, colocando-os em situação de risco.
Os raciocínios de que "quem não está comigo está contra mim" tomaram conta destes governantes e seus seguidores, para quem a crítica, o apontar de erros, e a descoberta de soluções das quais não se lembraram, são sinónimo de politiquice e acusações injustas.
É um raciocínio reflexo de um pensamento toldado pela visão redutora que insiste em não ver para além do seu próprio umbigo.
Acresce que se o Sr. Secretário Domingos Cunha acha que estes relatórios não devem ser divulgados a três meses de eleições(!), eu acho precisamente o contrário. É agora que se deve saber o que andaram a fazer, ou a não fazer, assim como os membros deste Governo, começando pelo seu presidente se fartam de propagandear sobre pequenos nadas (veja-se o que se fez na "peça" seguinte), também devemos ouvir das entidades verdadeiramente independentes o que se passa à nossa volta. É a democracia, caso não tenham reparado!

