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Sexta-feira, Maio 25, 2012

Coisas do PS Graciosa

Parece que o PS da Graciosa anda mais preocupado em dizer que eu, que votei favoravelmente uma proposta de redução das passagens aéreas, quero fazer minha uma proposta do CDS, do que em justificar com argumentos sérios a razão dos seus deputados da Graciosa terem votado contra essa proposta.
Deixo também o link do meu artigo de opinião para que digam onde é que eu disse que essa proposta era do PSD!!!

http://burgalhau.blogspot.pt/2012/05/ps-contra-reducao-do-preco-das.html

E, já agora, se votei favoravelmente é porque concordo com a proposta que iria baixar de imediato o preço das passagens.
Desculpem que eu repita: VOTEI A FAVOR!!!

Arranjem melhor forma de desviar as atenções que eu, apesar de estar habituado aos vossos insultos, sou muito menos importante do que a questão do preço das passagens!

Quarta-feira, Maio 23, 2012

Colecção de microfones marca "Happy Joe"


"Sacudir a água do capote"

Um ano depois de Portugal ter abdicado de boa parte da sua soberania, passando de país que beneficiava de avultados fundos comunitários a país que ficou de mão estendida pagando um preço elevadíssimo em custos sociais, assistimos nos Açores a uma espécie de amnésia socialista sobre as causas e as consequências de um acordo de resgate que obrigou a medidas de austeridade de grande impacto na vida das famílias e das empresas.

De repente, isto é, em menos de um ano de mandato do Governo da República, tudo serve para culpar quem assumiu a governação de um país falido e acorrentado às medidas impostas  pelo acordo celebrado com a troika. Medidas essas que, por exemplo, obrigam Portugal a poupar 500 milhões de euros em apoios sociais.  

Para os socialistas dos Açores, o Governo da República passou a ter umas costas de tal forma largas que não se cansam de falar nele em cada momento de propaganda que assinalam em todos os actos públicos que realizam. Falam do desemprego culpando o corte de subsídios, mas esquecem que o desemprego foi gerado antes desse corte; falam da emigração dos jovens, mas esquecem que nos Açores o fenómeno de saída de jovens das ilhas se vem arrastando há largos anos; falam de coesão social, mas omitem que os Açores têm uma pobreza persistente, os mais baixos salários do país, a maior percentagem de beneficiários do RSI, ou as pensões mais baixas de Portugal! Em suma, escondem-se por detrás das medidas impostas pela bancarrota a que nos conduziram, tentando com isso que os açorianos esqueçam que estavam ao lado daqueles que, durante 13 dos últimos 16 anos, governaram Portugal.

Ironicamente, assumem-se defensores da autonomia, mas confessam-se, em cada momento, impotentes para demonstrar as virtudes do governo autonómico. Passam a vida a queixar-se e a lembrar que deve ser a república a assumir obrigações e despesas, por exemplo, nas obrigações de serviço público de transportes aéreos, mas nunca, mesmo nunca, se lembram que as indemnizações de serviço público nas viagens inter-ilhas são pagas integralmente pelo orçamento regional, e que custam menos por ano do que a renda a pagar pela SCUT de S. Miguel.

A esta insistente vontade de passar o tempo a falar dos outros, a culpar os outros, ou a pedir responsabilidades a outros chama o povo "sacudir a água do capote"!

A pouco mais de cinco meses dos Açorianos escolherem o seu governo e quem o deve liderar neste tempo de dificuldades, é importante escolher quem possa assumir a responsabilidade de combater o flagelo do desemprego, das falências e da crise social. Não é tempo de fugir às responsabilidades ou de abandonar funções.


(publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

 

Sábado, Maio 19, 2012

Já vale tudo?

"O caso do Secretário Regional dos Equipamentos, José Contente,  reporta-se também ao dia 11 de Maio, quando "procurou condicionar e acabou mesmo por interferir abusivamente no trabalho da equipa de reportagem da RTP-Açores, que cobria noticiosamente os estragos causados pelo mau tempo na zona da Bretanha, ilha de São Miguel, tentando persuadir a equipa de reportagem a não enviar para Lisboa um bloco de imagens em 'bruto' que incluíam um depoimento da presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e procurando impor a sua presença em directo no Telejornal da RTP-Açores, depois de gorada uma intervenção no Telejornal da RTP-1, a qual não se chegou a realizar por Lisboa se ter desinteressado desse directo."
A direcção da RTP-Açores já tinha decidido que o directo para o telejornal da RTP-Açores se faria apenas com uma breve intervenção da jornalista no local, sem entrevistados, uma vez que já possuía o depoimento do Presidente do Serviço Regional de Protecção Civil, "mas o Secretário Regional dos Equipamentos insistiu nos seus propósitos, chegando mesmo a sugerir à equipa que estava no local que não respeitasse as directivas das suas chefias e que  o entrevistassem em directo." A insistência acentuou-se quando "o sr. José Contente teve conhecimento que a redacção da RTP em Lisboa utilizara imagens do mau tempo na Bretanha e uma curta declaração da presidente da Câmara Municipal  de Ponta Delgada. Colou-se então à equipa que se encontrava a recolher imagens e a preparar o directo, dificultando o seu trabalho"

Quinta-feira, Maio 17, 2012

PS contra redução do preço das passagens!

O preço das passagens aéreas tem sido um dos assuntos centrais na discussão de um amplo conjunto de temáticas sobre o desenvolvimento dos Açores, sobre a mobilidade dos Açorianos ou sobre o nosso isolamento.
A questão do preço elevado das deslocações aéreas é essencial para os açorianos dada a sua importância para a vida das famílias e das empresas dos Açores.
É escusado perder tempo a discutir se as passagens eram mais caras há 15 ou 20 anos ou se desceram de preço na última década. Importante mesmo é aquilo que todos já sabem e que não pode deixar de ser reconhecido: O preço das viagens aéreas é muito elevado e isso dificulta a vida dos açorianos!
Tudo o que se possa argumentar para tentar que assim não seja é uma discussão fútil ou simplesmente motivada pelo interesse em encontrar desculpas para justificar um preço que é uma afronta.
O avião é a nossa "urbana", e dele dependemos para situações que, para outros, se resolvem com uma ida de comboio, de autocarro, ou metendo alguns euros de gasolina!
O preço das viagens de avião será sempre um assunto que, para os açorianos, tem um mote de discussão como o preço dos transportes públicos tem para os que vivem nas grandes cidades do continente.
É, pois, uma questão que não pode deixar de ser vista como uma função básica para a dinâmica social e económica das nossas ilhas, pelo que será sempre um assunto sensível na opinião pública e, invariavelmente, na política.
E se isto é assim, mais importância o assunto tem quando aparecem propostas que se destinam a reduzir o preço das viagens de avião. Foi o que aconteceu no último plenário da Assembleia Regional, em que uma proposta de abolição da taxa de combustível que inflaciona e de que maneira o preço das passagens, foi discutida e votada pelos partidos.
Estranhamente, ou talvez não, mais uma vez o PS dos Açores, sem justificação possível ou aceitável, voltou a usar da sua maioria absoluta para reprovar essa proposta, votando sozinho contra a redução do preço das passagens aéreas.
Ficou o povo dos Açores a saber que o partido que governa os Açores há década e meia impediu a redução imediata do preço das passagens aéreas, sem conseguir justificar essa sua opção.
Curiosamente, nem a Secretária da Economia, nem o candidato do PS se dignaram marcar presença neste importante debate. Ou por vergonha, ou por falta dela, o PS Açores cunhou a sua posição pela teimosia e pela ciumeira política. Teimosia por não aceitarem uma medida que permitia a redução do preço das passagens, ciúme porque a proposta veio de um partido da oposição.
A mudança é, como se vê, mais do que necessária!

(Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

Quarta-feira, Maio 16, 2012

Site da SATA discrimina Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo

A nova funcionalidade do site da SATA possibilita a pesquisa de tarifas promocionais, mas esquece os residentes da Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo. Afinal, há açorianos de primeira e ... os outros?

Terça-feira, Maio 15, 2012

Todos com Berta Cabral IV

O PS Açores continua na sua senda de maledicência da presidente do PSD Açores revelando, a cada dia que passa, o seu desespero pela estima que os açorianos nutrem por quem se vai assumindo como tendo a resposta certa para este momento difícil.
A credibilidade de Berta Cabral, a sua experiência e dedicação à causa pública, o seu dinamismo e compreensão dos problemas e da realidade dos Açores, a sua proposta política e o seu projecto para a Governação dos Açores, vão cativando cada vez mais açorianos e isso tem levado ao histerismo do PS Açores que, em cada vez que fala, em cada frase que escreve, acaba sempre por encontrar motivação para maldizer sobre a presidente do PSD.
O facto do PS Açores, dos membros do Governo, do candidato do PS, e demais escribas do regime, andarem há vários meses em constante ataque desenfreado a cada passo que Berta Cabral dá, é a mais clara demonstração do nervosismo que se instalou naqueles que, nos últimos 16 anos, se apegaram ao poder.
Em contra-senso com aquilo que querem demonstrar quando criticam Berta Cabral, aqueles que se agarraram ao poder acabam por revelar a grande diferença que existe entre o projecto protagonizado por Berta Cabral e as ausências de soluções para os Açores que resultam do estado a que o actual Governo deixou chegar a situação.
A somar a esta circunstância, outro facto revelador de como a Presidente do PSD tem todas as condições para ser a próxima Presidente do Governo, é a constante vontade de falar mal de Berta Cabral, associando-a ao Governo da República e às medidas impopulares que, esperam aqueles que se esquecem das suas responsabilidades, possam penalizar a candidata do PSD. Trata-se, na verdade, do reconhecimento de que Berta Cabral tem a dianteira, ou não havia necessidade de encontrar razões externas para procurar puxar para baixo a candidata do PSD. No fundo, também através desta narrativa, acabam por demonstrar que Berta Cabral está bem na frente para se tornar a próxima Presidente dos Açores. Se assim não fosse, não necessitavam de estar sempre à procura de outras razões para convencer os Açorianos a deixar tudo na mesma.
O tempo das decisões aproxima-se. A grandeza que Berta Cabral revela no seu projecto tem obtido o acolhimento de uma larga maioria da população. Berta Cabral consegue reunir condições para promover novas políticas dando novas oportunidades a todas as ilhas. Todos sabem que com Berta Cabral não será uma aposta perdida. Até aqueles que passam a vida a falar mal de Berta Cabral reconhecem, com as suas atitudes, as vantagens da candidata do PSD.

(Publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)

Quinta-feira, Maio 03, 2012

A informação que faltava sobre o atraso da fibra óptica no Grupo Ocidental

"Segundo informação da FibroGlobal, o Tribunal de Contas já emitiu o visto relativamente ao contrato assinado entre o Estado e aquela empresa, tendo também o respectivo financiamento sido objecto de aprovação pelas instâncias competentes da Comissão Europeia, as quais teriam manifestado a sua opinião favorável ao financiamento do projecto em apreço.

A eficácia deste contrato está dependente cumulativamente do visto do Tribunal de Contas (já emitido) e da assinatura do contrato de financiamento com o Fundo PROCONVERGENCIA — Programa Operacional dos Açores para a Convergência, sendo que somente após disponibilização do financiamento público será possível dar início à instalação do cabo submarino."

Os messias da Ética

Alguns acontecimentos políticos geraram afirmações avulsas sobre a ética da política Açoriana e as atitudes de alguns protagonistas.

Para quem, vulgarmente, invoca a ética para conformar as suas posições políticas e as suas atitudes, o surgimento como messias da ética política tem feito do PS Açores a imagem de um crente laico ou de um republicano dinástico!

Várias são as invocações que levam a esta messiânica caminhada em torno de uma vontade férrea de manter o poder, pelo preço de nada oferecer, a não ser a retórica dos valores!

Vejamos: Sob o sol brasileiro, o Presidente do Governo veio alegrar-se com a demissão do seu delfim, qual Cordeiro sacrificado, invocando a ética de quem se declarou disponível para, não tendo funções executivas, se entreter com a sua promoção pessoal, para tentar ocupar um lugar de volta ao executivo! Mas esta ética demissionária acabou por passar a ser brindada com um vencimento público de categoria, ao nível de deputado regional, para sustentar o exercício, a tempo inteiro, da campanha presidencial do nomeado.

E esta venerada ética do candidato, curiosamente, não teve por exemplo o líder que o escolheu, já que o próprio nunca abandonou o cargo executivo que ocupava quando se candidatou a presidente. E isto não aconteceu por uma, nem por duas, mas por três vezes. Ou seja, foram repetentes ausências de ética por parte de quem aquilata de ético a fuga do seu protegido.

Ficámos a saber ao mesmo tempo que, para o futuro, a mesma pessoa que se desfaz da sua responsabilidade como Governante, em nome desta ética, se dispõe a invocar essa mesma ética em futuras nomeações. Se quisermos roçar o ridículo de tudo isto, é o mesmo que dizer que o candidato nomeado acha que os executivos se devem demitir, em nome da ética, seis meses antes de terminarem um mandato caso pretendam recandidatar-se, para, assim, serem éticos a fazer campanha eleitoral.

E isto acontece depois de uma escolha saída de uma reunião da qual não há actas e sobre a qual poucos conhecem. Já neste caso, anuncia-se uma ética longe da escolha dos seus pares!

Exemplos há mais, como a circunstância do líder parlamentar do PS ver todos os líderes parlamentares dos outros partidos nos Açores subscreverem um documento conjunto que o desmentiu publicamente por informações ficcionadas e da mesma lavra por onde vão brotando as anunciadas atitudes éticas do PS Açores.

São esses mesmos que colocam o seu candidato a sair do Governo para fazer campanha, para ao mesmo tempo se anunciarem ocupados a governar para resolver os problemas sociais dos Açores!
A ética, a outra, essa anda farta de messias!

Sexta-feira, Abril 27, 2012

Pergunta sobre o futuro dos transportes marítimos de mercadorias.

Na Rádio Graciosa um deputado do PS afirmou peremptoriamente que eu não tinha feito qualquer pergunta ao Secretário da Economia no plenário de Abril de 2012 da ALRAA.

Aqui fica o vídeo, da pergunta, da resposta à pergunta e da confirmação da pergunta!!!

(Não entendo certos políticos que insistem em dizer coisas que facilmente se comprovam não serem aquilo que afirmam)

Prioridades eleitoralistas

Foi, recentemente, apresentado o relatório de gestão da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, referente ao ano de 2011.

A actividade da autarquia graciosense pautou-se pela insuficiência na execução de projectos que havia inscrito no seu orçamento e plano anual, o que merece censura dado que, nos tempos que correm, tendo a Câmara disponibilidades financeiras, podia e devia fazer mais e melhor pela ilha Graciosa.

Neste aspecto destaca-se a recorrente ausência de iniciativa para levar por diante o ambicionado projecto da zona industrial. A autarquia está há dois anos a adquirir terrenos, mas o projecto em si nem sequer se vê intenção de o concretizar. A prova disso é reflectida numa taxa de execução de zero por cento.

E se este projecto era prioritário para o actual executivo camarário e essencial para alavancar novas iniciativas na ilha, outro ficou igualmente por cumprir e vem sendo adiado num calendário que tresanda a eleitoralismo. Trata-se do projecto da marina da Barra e zona envolvente, que vai andando ao sabor da inércia do executivo e contou com uma taxa de execução do previsto para 2011 de apenas 30%.

Bem sabemos que estamos em ano eleitoral, mas a Graciosa está cansada do folclore das aparições em vésperas de eleições e das primeiras pedras em final de legislatura.

O mais caricato da gestão socialista da Câmara Graciosense no ultimo ano acaba por ser também a fraca execução do contrato de recuperação de habitação degradada das famílias carenciadas. O Governo colocou nas mãos da Câmara de Santa Cruz a quantia de 600 mil euros vai para mais de um ano, mas no ano passado apenas foram executados 25% dessa verba. Ora estando identificados os casos a necessitar de obras, sendo situações de carência e falta de condições habitacionais, de que está a autarquia à espera? Será que também nesta situação a aproximação de eleições está a condicionar a actuação do executivo socialista, para depois, mais próximo do acto eleitoral aparecerem as obras de que os mais necessitados carecem? Enfim, nada a que os Graciosenses não estejam já habituados.

Também na área social não se executou um único euro no apoio à natalidade, promessa que constava do manifesto socialista mas que teima em ficar esquecida. Para um partido que se diz preocupado com as questões sociais ficamos esclarecidos perante estes dois exemplos!

Já na outra face da moeda aparece a grande obra de requalificação do centro de Santa Cruz, num projecto que irá custar perto de 2 milhões de euros e que, por não ser urgente nem prioritário, podia ter dado lugar às verdadeiras necessidades desta ilha.

(publicado na Rádio Graciosa e Diário Insular)

Quinta-feira, Abril 19, 2012

Todos com Berta Cabral III

No rescaldo do XIX Congresso Regional do PSD Açores, pode-se dizer, com segurança, que o mesmo decorreu num clima de grande esperança e aposta numa mudança segura para a Governação dos Açores.
O PSD realizou o seu Congresso, nele todos puderam fazer ouvir a sua opinião e dar o seu contributo. Procedeu-se à eleição dos órgãos do partido e deu-se posse à presidente eleita por sufrágio de todos os militantes, que, num verdadeiro hino à democracia também dentro dos partidos, apoiaram massivamente a sua Presidente.
A realização do Congresso preparou o partido para o futuro, discutiu ideias e objectivos, foram propostas soluções e indicados caminhos para o próximo Governo Regional liderado por Berta Cabral, mas foi também o momento de assinalar a abertura do Partido a toda a sociedade e a todos os açorianos.
Independentemente da sua cor política, do seu passado partidário, ou de qualquer outro factor, o PSD abriu as portas para que todos integrem o seu projecto para o desenvolvimento dos Açores.
Nisto Berta Cabral foi muito clara: No congresso e nos órgãos do partido as escolhas fazem-se de entre os militantes do PSD. No governo e no trabalho que temos pela frente todos estão convocados, e o Governo integrará os melhores, sejam ou não militantes do PSD.
É assim que deve ser! Ninguém pode ser excluído ou prejudicado por não andar diariamente com uma bandeira do partido na mão, e todos são importantes para o muito trabalho que será exigido ao governo liderado pelo PSD.
A determinação e capacidade de Berta Cabral inspira confiança muito para além das reuniões partidárias e muito para além das simpatias políticas. A sua convicção no projecto político que apresenta aos Açorianos não deixa margem para dúvidas a uma larga maioria dos seus concidadãos. São factores que têm um grande significado político quando se avizinham eleições.
Berta Cabral tem a simpatia, o acreditar e a confiança de grande parte de Açorianos, sejam ou não militantes do PSD. Berta Cabral é alguém que pelo seu passado, pela sua experiência executiva, pela sua preparação de um novo ciclo para apresentar aos Açores nas próximas eleições regionais, vem amealhando o apoio de toda uma população que acredita no futuro dos Açores, no futuro de cada uma das ilhas, de Santa Maria ao Corvo, éum facto que todos vão verificando no contacto com as pessoas.
E é pelas pessoas, pela sua realização pessoal e profissional, que Berta Cabral se apresentaàs eleições, convicta que os Açores têm um grande futuro, e inconformada por haver ainda tanto por fazer pelo nosso desenvolvimento.


 (publicado no Diário Insular e Rádio Graciosa)