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Santa Cruz da Graciosa

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quinta-feira, junho 26, 2008

O enigma de Santa Cruz


Este sinal está há anos (como se pode comprovar) à entrada de Santa Cruz.

Ninguém sabe o que ele diz.

Deve ser para lembrar o "monumento" que está no Quitadouro.

segunda-feira, junho 23, 2008

Memória

Criar um Gabinete de Apoio ao Investidor na ilha Graciosa, e estabelecer um contrato com a Ordem dos Arquitectos e com a Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, de forma a providenciar o apoio técnico na área da arquitectura e de estudos de viabilidade económica aos empresários interessados na Graciosa. - Comunicado do Governo - 21/06/2005

Um Governo que faz dos seus comunicados instrumento de publicidade enganosa!

domingo, junho 22, 2008

Atracção turística





O retrato II

O Governo dos Açores lida mal com as críticas, vê fantasmas em todo o lado, e acha que todos os que não alinham pelo mesmo diapasão dos " yes man " que se arrastam à sua volta, são malditos detractores invejosos e com objectivos politiqueiros.

Domingos Cunha, Secretário Regional deste Governo "catucado" por Carlos César, reagiu de uma forma deselegante, pouco democrática e até ciumenta ao relatório do Provedor de Justiça sobre o estado da acção social nos Açores.

Depois das trocas de cadeiras na Acção Social ficou-se a saber que, afinal, o governo dos Açores se tem limitado a esconder os problemas, precisamente atirando dinheiro para cima deles ao contrário do que dizem alguns deputados alinhados, ao invés de resolver as situações sociais que levam famílias a descurar os seus menores, colocando-os em situação de risco.

Os raciocínios de que "quem não está comigo está contra mim" tomaram conta destes governantes e seus seguidores, para quem a crítica, o apontar de erros, e a descoberta de soluções das quais não se lembraram, são sinónimo de politiquice e acusações injustas.

É um raciocínio reflexo de um pensamento toldado pela visão redutora que insiste em não ver para além do seu próprio umbigo.

Acresce que se o Sr. Secretário Domingos Cunha acha que estes relatórios não devem ser divulgados a três meses de eleições(!), eu acho precisamente o contrário. É agora que se deve saber o que andaram a fazer, ou a não fazer, assim como os membros deste Governo, começando pelo seu presidente se fartam de propagandear sobre pequenos nadas (veja-se o que se fez na "peça" seguinte), também devemos ouvir das entidades verdadeiramente independentes o que se passa à nossa volta. É a democracia, caso não tenham reparado!

sexta-feira, junho 20, 2008

O retrato

De facto, as entidades públicas regionais parecem preocupar-se bem mais com a consequência — o risco — do que com as respectivas causas — a situação da família.

Para combater a origem dos problemas — seja a insuficiência económica, o alcoolismo, a toxicodependência, as negligências, etc. — subsiste a necessidade de intervir junto das famílias, sem o que será menos viável uma desinstitucionalização, menos ainda uma desinstitucionalização segura.

Concluo, então, que é importante assegurar o acompanhamento sistemático não só das crianças e jovens acolhidos como, também e essencialmente, das respecticas famílias. E, nesta linha, devem as instituições sinalizar os problemas registados nos contactos entre as famílias e as crianças acolhidas, e deve o Governo Regional promover políticas e medidas eficazes de apoio às famílias mais carecidas e ou mais desestruturadas socialmente, sem o que não se ultrapassará ou, ao menos, não se combaterá este ciclo infernal de «causa-consequência».

(…)

Devo uma palavra final às instituições particulares de solidariedade social dos Açores que acolhem estas crianças e jovens do nosso País. É uma palavra de reconhecimento pelo que fazem — embora o que fazem seja, por vezes, deficiente, como se assinalou neste relatório.

Fazem-no, é certo, apoiadas pelo Estado (no caso concreto, pela Região Autónoma dos Açores), muitas vezes insuficientemente, provavelmente porque a Região não dispõe de mais meios orçamentais. Este aspecto escapa, por natureza, à competência do Provedor de Justiça e, por isso, não foi abordado neste relatório.

in: Relatório do Provedor de Justiça - Crianças e Jovens acolhidos nos Lares e Casas de Acolhimento Temporário (CAT) da Região Autónoma dos Açores (PDF - 801 KB) 2008

Para Scolari

Dos nossos leitores

O porto Comercial da Graciosa está em obras, que sem dúvida alguma são indispensáveis e necessárias, é uma verdade inegável.

Esta é a melhor altura para o fazer?

Existiriam outras soluções?

Os responsáveis pensaram nos prejuízos?

Os Graciosenses contam como pessoas para o Governo de Carlos César?

Os deputados Graciosenses fizeram saber, como lhes compete, quais as consequências negativas e positivas da obra nesta data?

Muitas mais perguntas haveriam para fazer, desejo que estas simples perguntas tenham respostas simples para os Graciosenses.


quinta-feira, junho 19, 2008

Piscina Municipal

Pois...

Fomos elimininados.... Sócrates que se cuide!

Nulo?

O Sr. Deputado José Ávila afirmou que: Se não fossem os anos de investimento nulo, no período de governação do PSD, com certeza que estaríamos numa situação muito melhor.

Ora esta afirmação é de tal modo grave que me leva a republicar parte de um artigo que publiquei em 2006 no meu blog (www.burgalhau.blogspot.com) e no extinto "diário da Graciosa" e onde dizia mais ou menos isto (adaptado):

Em 1980/81 foi construído na Graciosa um aeroporto, ou aeródromo como quiserem. Essa obra orçou à data da sua construção em cerca de um milhão de contos (5 milhões de euros). Devemos perguntar quanto valeria hoje o milhão gasto em 1980?

Pois eu fui fazer o simples cálculo aritmético, confesso que não sou grande coisa na matemática, mas as máquinas de calcular não costumam dar erros. Pois bem, aplicada a taxa de inflação anual desde 1980 até 2008, o dito milhão de contos equivaleria em 2008 a 11 milhões e 300 mil contos. Impressionante! 56 milhões e 700 mil euros seria quanto custaria em 2008 fazer o aeroporto da Graciosa.

Não, não estou a brincar, basta saber a taxa de inflação e fazer a conta que eu fiz, e façam-na várias vezes para terem a certeza de que não se enganaram, foi isso que eu fiz.

 

quarta-feira, junho 18, 2008

Não têm surgido queixas?



Queixa-se uma ilha inteira.
Por aqui vemos como é encarada a vida dos que aqui vivem!

terça-feira, junho 17, 2008

Graciosa na ALRA

Debate de hoje em ficheiro Real Media.

Esperava melhor

Sabemos que muito ainda há a fazer para recuperar o tempo perdido, mas o maior combate será contra o pessimismo e o derrotismo, disseminados pela oposição, que, do cimo de um pedestal, irradia críticas por tudo e por nada, sem falar nos cirúrgicos ataques pessoais, esquecendo-se, no entanto, de olhar para dentro e avaliar as suas próprias incapacidades. José Ávila - Horta -17.06.2008

Oh Sr. Deputado deixe de se fazer de vítima, diga lá quais são os ataques pessoais? Dê exemplos, concretize.

O Sr. é criticado pelas suas opções políticas e pelo rumo que o seu Governo não deu à ilha Graciosa, não pela sua vida e opções pessoais. Pessoalmente o Sr. até é considerado um "gajo porreiro" mas na política...

Tenha lá paciência e deixe de olhar só para o seu umbigo. O mundo não gira à sua volta e a Graciosa o que precisa é de gente que lhe dê voz, de quem lute pelo seu desenvolvimento e de quem defenda politicas de criação de riqueza.

O Sr. limita-se, mais uma vez, a enaltecer o óbvio e pormenores de conjuntura, a vida da Graciosa e os Graciosenses não se revêem no quadro cor-de-rosa que o Sr. teima em pintar.
Mais uma vez o Sr. foi uma desilusão, quando se espera que o Sr. defenda os interesses do povo que o elegeu, o que o Sr. se limita a dizer é que o Governo é bom e pronto.
Mas gostei de o ouvir dizer que fala do que quer na Assembleia Regional, ficamos pois a saber que se não falou mais nestes 4 anos dos problemas da Graciosa foi, precisamente, porque não quis!

segunda-feira, junho 16, 2008

Onde andará o Estudo?

Avelar Santos, deputado, dizia num debate de 2007/09/07 que um tal estudo para se saber como fazer para acabar com o actual estado das coisas iria ter as primeiras conclusões até final de 2007.

MELHOR É POSSÍVEL




sábado, junho 14, 2008

Onde andam os paladinos da seriedade institucional?

Mormente alguns Socialistas que proliferavam noutros tempos, em que tudo e todos não prestavam e que, com o PS, o Estado não se confundiria com o Partido. Mais uma prova de que o PS confunde o serviço do Estado com o serviço do Partido, está à vista. O Gacs, esse malfadado instrumento da propaganda do regime, afirma que:

"O presidente do Governo dos Açores considera que José Sócrates é o "candidato natural" do PS a primeiro-ministro nas legislativas de 2009, cabendo-lhe decidir o "timing" de confirmação da sua candidatura.

"Sócrates é o candidato natural do PS. Não tem que construir uma encenação social para o anúncio da sua candidatura mas, tão só, de confirmá-la no lugar e altura devidos", afirmou Carlos César, citado na edição de hoje do semanário Expresso.

O presidente açoriano acrescentou que o próprio primeiro-ministro já se referiu a esse cenário."

Será que o Presidente do Governo virou comentador sobre candidatos a Primeiro Ministro pelos diferentes partidos ou será que o Presidente do Governo já vestiu de tal maneira a pele do presidente do PS que até põe o Gacs ao serviço do candidato José Sócrates?
E o Manuel Alegre, será que concorda com esta salganhada? Será que é este o tal Socialismo de Estado que ele veio elogiar de César com o dinheiro do Povo Açoriano?
Esta vergonha já não é só notória pela sua dimensão, é notável pelo silêncio dessa figura a que se ousou chamar de Ministro da República e que tem uma obrigação que teima em não cumprir.
Está certo que já deviam ter acabado com esse apêndice institucional, mas pelo menos que fosse transmitindo alguma coisinha ao Presidente da Republica que, se sabe destas enormidades muitíssimo graves, já devia ter posto os pontinhos nos iiis, ou deixamos de ser uma sociedade democrática e oficialmente ninguém teve a coragem de o declarar?

sexta-feira, junho 13, 2008

areal da Praia

Com as movimentações da areia ocorrida durante os passados dias de mau tempo, ficou provado que no mínimo com mais um barco, ou idealmente com dois, a zona balnear ficaria óptima. Como sempre ouvi falar em três, não ficaria nada mal colocar-lho agora.

Nota: continuo sem concordar com este modelo mas, mal por mal, antes este que nenhum...

Graciosa - Maio de 2008 - Século XXI

Na Graciosa há quem viva na miséria!

A Guerra

Joaquim Pires, Director Regional do Desenvolvimento(?) Agrário, disse no Faial há dias que a Guerra estava ganha (http://videos.sapo.pt/yga7ZU6wQQv40zBCdvZy).
Provavelmente na Graciosa virá nos proximos dias dizer que o Governo tem vencido a batalha na agricultura.
Como desconheço o inimigo, e muito menos lhe vislumbro grandes conquistas/resultados, dedico-lhe esta prosa: